A agricultura familiar no Vale do Arinos e em Mato Grosso: dinâmica socioeconômica e uso da terra em um contexto de mudanças ambientais (1990-2020)
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Palavras-chave em Português: | |
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Resumo: | No estado de Mato Grosso, a economia regional é de caráter essencialmente agropecuária, baseada em commodities, que geram milhões de reais para os produtores e para o governo. Um grupo que faz parte deste processo é a agricultura familiar, no qual a força de trabalho empregada no processo produtivo e na geração de renda, sendo estritamente familiar e utilizando, basicamente, mão de obra da família. Embora em algumas regiões do Brasil, a agricultura familiar tenha maior destaque, em outras, como no estado de Mato Grosso, o número deste tipo de produtores não é expressivo. Parte da agricultura familiar no Mato Grosso está situada no Vale do Arinos, que envolve os municípios Juara, Novo Horizonte do Norte, Porto dos Gaúchos e Tabaporã, que enfrenta vários desafios, como falta de acesso à terra, crédito e assistência técnica, precariedade de infraestrutura e invisibilidade no cenário político. Deste modo, surgiu o interesse de investigar os impactos socioeconômicos e ambientais relacionados à agricultura familiar no Vale do Arinos, localizado na região noroeste do estado. O tema da pesquisa está vinculado à Linha de Pesquisa Sociedade, Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, além de compor os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável 02 - Fome zero e agricultura sustentável e 12 - Consumo e produção responsáveis. Os objetivos do trabalho foram analisar a dinâmica da agricultura familiar e o uso da terra no estado de Mato Grosso, assim como, avaliar o desenvolvimento regional do Vale do Arinos, por meio da análise do perfil socioeconômico dos produtores da agricultura familiar, além de examinar a utilização do solo e as questões ambientais decorrentes das atividades agrícolas, utilizando dados secundários do Censo Agropecuário de 2017, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e o levantamento de dados por meio de sensoreamento remoto de satélites. O estudo caracterizou-se como qualitativo e quantitativo em razão da natureza da abordagem e da análise dos dados. A pesquisa destaca que no Vale do Arinos está ocorrendo uma redução no número de agricultores familiares, que são predominantemente homens brancos, alfabetizados e com idade acima de 45 anos, que, em sua maioria, residem em suas propriedades rurais. A principal atividade econômica é a criação de bovinos, seguindo o padrão de Mato Grosso, que é o maior produtor do Brasil. A agricultura familiar está mais concentrada na mesorregião Norte, na qual os produtores são proprietários da área e possuem, em sua maior parte, entre 5 e 200 hectares de terra. Além disso, há a presença de energia elétrica, com a maior parte das receitas dos produtores relacionada ao próprio local. No Vale do Arinos, a classe de formação florestal diminuiu à proporção que a classe infraestrutura urbana e agropecuária se expandiram, impactando negativamente o bioma Amazônico, com maior redução em Novo Horizonte do Norte. No mesmo período, ocorreu supressão de corpos d’água em Juara, além da perda de formação natural não florestal (Campo Alagado e Área Pantanosa, Formação Campestre, Afloramento Rochoso, outras formações não florestais) para os quatro municípios. A correlação de Person demonstrou que as classes agropecuárias e a formação florestal possuem correlação negativa e elevada magnitude, ou seja, quando ocorreu aumento da produção agropecuária, houve redução de florestas, o que já era esperado. |
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