NOTPETYA: o ataque cibernético mais devastador relacionado ao conflito Russo-Ucraniano realizado em junho de 2017 e as lições aprendidas para o aprimoramento da defesa cibernética
| Ano de defesa: | 2023 |
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| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Escola de Guerra Naval (EGN)
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.repositorio.mar.mil.br/handle/ripcmb/847045 |
Resumo: | Investigou-se o ataque cibernético do malware NotPetya, ocorrido em 27 de junho de 2017, supostamente realizado pela Rússia contra a Ucrânia, buscando verificar a sua aderência à Doutrina Militar de Defesa Cibernética e à Doutrina Cibernética da Marinha. A pesquisa não teve acesso ao planejamento militar cibernético russo, mas baseou-se em fontes confiáveis, incluindo o trabalho investigativo de Greenberg para inferir como o ataque foi realizado. Esse ataque foi considerado o mais devastador da História, causando um prejuízo de 10 bilhões de dólares, impactando diversas entidades ucranianas e empresas globalmente. Adotando o confronto entre teoria e realidade como desenho da pesquisa, buscou-se realizar uma análise detalhada das doutrinas, das estratégias existentes, dos antecedentes históricos e da aderência do ataque às doutrinas abordadas. Na conclusão, foi enfatizada a crescente vulnerabilidade do Brasil diante do avanço das capacidades de Guerra Cibernética e ressaltou a necessidade da revisão constante das Hipóteses de Emprego para enfrentar as ameaças em constante evolução e a crescente importância da utilização das ferramentas cibernéticas na condução das operações navais. Em síntese, a dissertação atingiu os seus objetivos, verificando a aderência do ataque aos principais conceitos apresentados, apontando aprimoramentos pertinentes para a Defesa Cibernética Brasileira. |
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NOTPETYA: o ataque cibernético mais devastador relacionado ao conflito Russo-Ucraniano realizado em junho de 2017 e as lições aprendidas para o aprimoramento da defesa cibernéticaGuerra CibernéticaDoutrina militar de defesa cibernéticaDdoutrina cibernética da marinhaNotPetyaRússiaUcrâniaSandWormGuerra cibernética (DGPM-305)Investigou-se o ataque cibernético do malware NotPetya, ocorrido em 27 de junho de 2017, supostamente realizado pela Rússia contra a Ucrânia, buscando verificar a sua aderência à Doutrina Militar de Defesa Cibernética e à Doutrina Cibernética da Marinha. A pesquisa não teve acesso ao planejamento militar cibernético russo, mas baseou-se em fontes confiáveis, incluindo o trabalho investigativo de Greenberg para inferir como o ataque foi realizado. Esse ataque foi considerado o mais devastador da História, causando um prejuízo de 10 bilhões de dólares, impactando diversas entidades ucranianas e empresas globalmente. Adotando o confronto entre teoria e realidade como desenho da pesquisa, buscou-se realizar uma análise detalhada das doutrinas, das estratégias existentes, dos antecedentes históricos e da aderência do ataque às doutrinas abordadas. Na conclusão, foi enfatizada a crescente vulnerabilidade do Brasil diante do avanço das capacidades de Guerra Cibernética e ressaltou a necessidade da revisão constante das Hipóteses de Emprego para enfrentar as ameaças em constante evolução e a crescente importância da utilização das ferramentas cibernéticas na condução das operações navais. Em síntese, a dissertação atingiu os seus objetivos, verificando a aderência do ataque aos principais conceitos apresentados, apontando aprimoramentos pertinentes para a Defesa Cibernética Brasileira.Escola de Guerra Naval (EGN)Santos, Luiz Felipe LimaMoura, Marcos Felipe Marinhos2024-07-23T14:17:55Z2024-07-23T14:17:55Z2023info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.repositorio.mar.mil.br/handle/ripcmb/847045info:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da Produção Científica da Marinha do Brasil (RI-MB)instname:Marinha do Brasil (MB)instacron:MB2025-08-26T17:03:58Zoai:www.repositorio.mar.mil.br:ripcmb/847045Repositório InstitucionalPUBhttps://www.repositorio.mar.mil.br/oai/requestdphdm.repositorio@marinha.mil.bropendoar:2025-08-26T17:03:58Repositório Institucional da Produção Científica da Marinha do Brasil (RI-MB) - Marinha do Brasil (MB)false |
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Investigou-se o ataque cibernético do malware NotPetya, ocorrido em 27 de junho de 2017, supostamente realizado pela Rússia contra a Ucrânia, buscando verificar a sua aderência à Doutrina Militar de Defesa Cibernética e à Doutrina Cibernética da Marinha. A pesquisa não teve acesso ao planejamento militar cibernético russo, mas baseou-se em fontes confiáveis, incluindo o trabalho investigativo de Greenberg para inferir como o ataque foi realizado. Esse ataque foi considerado o mais devastador da História, causando um prejuízo de 10 bilhões de dólares, impactando diversas entidades ucranianas e empresas globalmente. Adotando o confronto entre teoria e realidade como desenho da pesquisa, buscou-se realizar uma análise detalhada das doutrinas, das estratégias existentes, dos antecedentes históricos e da aderência do ataque às doutrinas abordadas. Na conclusão, foi enfatizada a crescente vulnerabilidade do Brasil diante do avanço das capacidades de Guerra Cibernética e ressaltou a necessidade da revisão constante das Hipóteses de Emprego para enfrentar as ameaças em constante evolução e a crescente importância da utilização das ferramentas cibernéticas na condução das operações navais. Em síntese, a dissertação atingiu os seus objetivos, verificando a aderência do ataque aos principais conceitos apresentados, apontando aprimoramentos pertinentes para a Defesa Cibernética Brasileira. |
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