Depressão pós-parto e desenvolvimento infantil nos três primeiros anos de vida

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2018
Autor(a) principal: AZZI, Daniele
Orientador(a): HELENO, Maria Geralda Viana
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Metodista de São Paulo
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.metodista.br/handle/123456789/515
Resumo: O aumento de programas assistenciais e as ações em torno da educação em saúde têm se tornado prioridade e os cuidados prévios à gestação, parto e pós-parto são fundamentais para melhores condições de vida da mulher. Este cuidado é importante para ela, mas também para o pleno desenvolvimento do bebê. Portanto, o objetivo deste estudo foi comparar o desenvolvimento de bebês com indicadores de depressão pós-parto das mães, avaliar indicadores de depressão pós-parto em mães de bebês até 42 meses, avaliar desenvolvimento infantil, aspectos cognitivos, linguagem receptiva, linguagem expressiva, motor fino, motor grosso, sócioemocional e comportamento adaptativo de bebês até 42 meses, correlacionar atrasos no desenvolvimento infantil e grau de escolaridade da mãe, correlacionar atrasos no desenvolvimento infantil e renda familiar; correlacionar atrasos no desenvolvimento infantil e ajuda para cuidar do bebê. Participaram deste estudo 100 mães e 100 bebês de ambos os sexos, com idades entre 15 dias a 42 meses matriculados nas creches do município de São Bernardo do Campo. Os instrumentos utilizados foram: Questionário Sociodemográfico e a Escala de Depressão Pós-Parto de Edimburgo respondidos pelas mães e a Escala Bayley III do Desenvolvimento Infantil aplicada nos bebês. Os dados foram coletados individualmente nas creches e analisados por meio do Programa de Estatística SPSS – Statistical Package for the Social Sciences Version 21. Foram correlacionadas as seguintes variáveis: Depressão da mãe e atraso no desenvolvimento infantil, grau de escolaridade da mãe, renda familiar e se a mãe teve ajuda para cuidar do bebê; desenvolvimento infantil e grau de escolaridade da mãe, renda familiar e se a mãe teve ajuda para cuidar do bebê. Os resultados não mostraram correlação significava entre eles, excetodesenvolvimento infantil e renda familiar. A pesquisa apontou influência estatisticamente significativa da renda familiar sobre o desenvolvimento dos bebês. Os resultados indicam que a baixa renda familiar pode representar um fator de risco para atrasos no desenvolvimento das crianças.
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spelling AZZI, DanieleHELENO, Maria Geralda Viana2025-04-29T20:37:26Z2025-04-29T20:37:26Z2018-02-19AZZI, Daniele. Depressão pós-parto e desenvolvimento infantil nos três primeiros anos de vida, 2018. 93 folhas. Dissertação (Psicologia da Saúde) - Universidade Metodista de São Paulo, São Bernardo do Campo, 2018 .https://repositorio.metodista.br/handle/123456789/515O aumento de programas assistenciais e as ações em torno da educação em saúde têm se tornado prioridade e os cuidados prévios à gestação, parto e pós-parto são fundamentais para melhores condições de vida da mulher. Este cuidado é importante para ela, mas também para o pleno desenvolvimento do bebê. Portanto, o objetivo deste estudo foi comparar o desenvolvimento de bebês com indicadores de depressão pós-parto das mães, avaliar indicadores de depressão pós-parto em mães de bebês até 42 meses, avaliar desenvolvimento infantil, aspectos cognitivos, linguagem receptiva, linguagem expressiva, motor fino, motor grosso, sócioemocional e comportamento adaptativo de bebês até 42 meses, correlacionar atrasos no desenvolvimento infantil e grau de escolaridade da mãe, correlacionar atrasos no desenvolvimento infantil e renda familiar; correlacionar atrasos no desenvolvimento infantil e ajuda para cuidar do bebê. Participaram deste estudo 100 mães e 100 bebês de ambos os sexos, com idades entre 15 dias a 42 meses matriculados nas creches do município de São Bernardo do Campo. Os instrumentos utilizados foram: Questionário Sociodemográfico e a Escala de Depressão Pós-Parto de Edimburgo respondidos pelas mães e a Escala Bayley III do Desenvolvimento Infantil aplicada nos bebês. Os dados foram coletados individualmente nas creches e analisados por meio do Programa de Estatística SPSS – Statistical Package for the Social Sciences Version 21. Foram correlacionadas as seguintes variáveis: Depressão da mãe e atraso no desenvolvimento infantil, grau de escolaridade da mãe, renda familiar e se a mãe teve ajuda para cuidar do bebê; desenvolvimento infantil e grau de escolaridade da mãe, renda familiar e se a mãe teve ajuda para cuidar do bebê. Os resultados não mostraram correlação significava entre eles, excetodesenvolvimento infantil e renda familiar. A pesquisa apontou influência estatisticamente significativa da renda familiar sobre o desenvolvimento dos bebês. Os resultados indicam que a baixa renda familiar pode representar um fator de risco para atrasos no desenvolvimento das crianças.The increase in health care programs and actions around health education have become a priority and pre-gestation, childbirth and postpartum care are fundamental to a woman's better living conditions. This care is important to the mother, but also to the full development of the infant. The objective of this study is to compare the development of babies with indicators of postpartum depression in mothers, to evaluate indicators of postpartum depression in mothers of infants up to 42 months, to evaluate child development, cognitive aspects, receptive language, expressive language, fine motor, gross motor, social emotional and adaptive behavior of infants up to 42 months, correlate delays in infant development and mother's educational level, correlate delays in child development and family income; correlate delays in child development and help to care for the baby.A hundred mothers and a hundred infants from both sex took part of this study, where the infants were up to 42 months and were matriculated on baby nurseries located in São Bernardo do Campo.The tools used to gather the data were: Sociodemographic Questionnaire, the Edinburgh Postpartum Depression Scale answered by the mothersand the Bayley III Child Development Scale applied to infants. The data was collected individually on each baby nursery and analysed through the statistical software SPSS – Statistical Package for the Social Sciences Version 21. The correlated variables were the following: Mother's depression and delay on infant development, mother’s degree of schooling, fixed income from the family and if the mother have had any help taking care of the infant.The results did not show any direct relation between them, except for the infant development and the fixed income from the family.The research pointed a significant statistical influence from the family's fixed incoming over the infant development. The results show that a low family fixed income might represent a risk factor for when it comes to the development of the infant.Universidade Metodista de São PauloCiências HumanasDepressão Pós-PartoDesenvolvimento InfantilEscala BayleyEscala de EdimburgoPostpartum DepressionChild DevelopmentBayley ScaleEdinburgh Postpartum Depression ScaleDepressão pós-parto e desenvolvimento infantil nos três primeiros anos de vidaPostpartum depression and child development in first the three years of lifeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisporreponame:Repositório da METODISTAinstname:Universidade Metodista de São Paulo (METODISTA)instacron:METODISTAinfo:eu-repo/semantics/openAccessLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://repositorio.metodista.br/bitstreams/23cf3ddc-0d54-4401-b95c-d27d3a7c26d2/downloadbb9bdc0b3349e4284e09149f943790b4MD51ORIGINALDaniele Azzi.pdfDaniele Azzi.pdfapplication/pdf909051https://repositorio.metodista.br/bitstreams/fecc418a-884e-40d4-bdbf-1cc5d761e133/downloadb017137707621a7b79fd880fa08c0fd6MD52TEXTDaniele Azzi.pdf.txtDaniele Azzi.pdf.txtExtracted texttext/plain103224https://repositorio.metodista.br/bitstreams/33e2381d-6be7-431c-808c-d721d4ba5871/download59c3355cfefce39f75cf0dae623a7388MD53THUMBNAILDaniele Azzi.pdf.jpgDaniele Azzi.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2782https://repositorio.metodista.br/bitstreams/f5bcb51a-2f90-4588-9a39-f640d0dc1faf/download25ae59411d79eb2de56b88ebc82c27bfMD54123456789/5152025-07-11 19:12:18.214open.accessoai:repositorio.metodista.br:123456789/515https://repositorio.metodista.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://tede.metodista.br/jspui/http://tede.metodista.br/oai/requestbiblioteca@metodista.br||erick.roberto@metodista.bropendoar:2025-07-11T19:12:18Repositório da METODISTA - Universidade Metodista de São Paulo (METODISTA)falseTk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0IG93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLCB0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZyB0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sIGluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yIHB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZSB0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQgdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uIGFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LCB5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZSBjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdCBzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkIHdpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRCBCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUgRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSCBDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMgbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=
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