O silenciar dos atabaques: trajetória do candomblé de ketu em Goiânia
| Ano de defesa: | 2009 |
|---|---|
| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Pontifícia Universidade Católica de Goiás
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação STRICTO SENSU em História
|
| Departamento: |
Escola de Formação de Professores e Humanidade::Curso de História
|
| País: |
Brasil
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | https://tede2.pucgoias.edu.br/handle/tede/3788 |
Resumo: | O candomblé de ketu é a denominação para uma das nações do candomblé. Este é apenas uma das religiões que se configuraram a partir da matriz africana no país. È importante destacar o culto de voduns que se desenvolveu no Maranhão, chamado de tambor de mina, o culto aos orixás no Rio Grande do Sul, o batuque, e o culto aos egun-guns, principalmente, na Ilha de Itaparica, na Bahia. A tradição religiosa africana, da África Ocidental, foi reconfigurada sob várias estruturas religiosas distintas. Foi escolhida a que alcançou maior número de participantes e a maior influência na sociedade, tendo seus códigos religiosos mais divulgados e inseridos na cultura brasileira, se é que esta expressão é Adequada. Grande parcela da população brasileira já ouviu falar de Oxalá ou Iemanjá, orixás do povo ioruba e deuses do candomblé brasileiro. The tratar distigiões e mais especificamente do candomblé de ketu optou-se pela denominação de religiões afrobrasileiras, conceito usado pela maioria dos autores que referenciaram este estudo. Não desconheço a polêmica recente entre religiões de matriz africana e as afro-brasileiras. Nesta interpretação a primeira denominação é usada para se referir às que preservam mais efetivamente a tradição africana e a segunda denominação para as que sintetizaram outros elementos culturais à matriz africana, caso da umbanda. A opção pelo conceito de religiões afro-brasileiras dá-se pela idéia de que a reconfiguração se dá em uma territorialidade específica, em suens dimensões ambientais, históricas e culturais, o Brazil, que dá novas dimensões à matriz africana. A representatividade da fala torna-se mais abrangente à medida que alcance outros segmentos que comp aem hierarquia das casas. Neste sentido, foi importante ouvir, também, outros iniciados, desde os egbomis até os cargos, como ogãs e ekedis de diferentes casas de Goiânia. Os egbomis expressam uma visão de articulação das casas, com uma leitura mais ampla sobre a dinâmica que se desenvolve nelas, do cotidiano, conflitos e tensões. Elementos como as crises de relacionamento, distribuição de funções e tarefas são percebidos por outro olhar, que não o de comando, representado pelo babalorixá ou ialorixá. |
| id |
PUC_GO_2e014f08b8a4c4772e010799a4c42a34 |
|---|---|
| oai_identifier_str |
oai:ambar:tede/3788 |
| network_acronym_str |
PUC_GO |
| network_name_str |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC_GOAIS (TEDE-PUC Goiás) |
| repository_id_str |
|
| spelling |
Reinato, Eduardo Joséhttp://lattes.cnpq.br/9142540932437553http://lattes.cnpq.br/9530550332249923Torres, Marcos Antonio Cunha2017-10-05T19:26:45Z2009-08-01Torres, Marcos Antonio Cunha. O silenciar dos atabaques: trajetória do candomblé de ketu em Goiânia. 2009. 131 f. Dissertação (Programa de Pós-Graduação STRICTO SENSU em História) - Pontifícia Universidade Católica de Goiás, Goiânia-GO.https://tede2.pucgoias.edu.br/handle/tede/3788O candomblé de ketu é a denominação para uma das nações do candomblé. Este é apenas uma das religiões que se configuraram a partir da matriz africana no país. È importante destacar o culto de voduns que se desenvolveu no Maranhão, chamado de tambor de mina, o culto aos orixás no Rio Grande do Sul, o batuque, e o culto aos egun-guns, principalmente, na Ilha de Itaparica, na Bahia. A tradição religiosa africana, da África Ocidental, foi reconfigurada sob várias estruturas religiosas distintas. Foi escolhida a que alcançou maior número de participantes e a maior influência na sociedade, tendo seus códigos religiosos mais divulgados e inseridos na cultura brasileira, se é que esta expressão é Adequada. Grande parcela da população brasileira já ouviu falar de Oxalá ou Iemanjá, orixás do povo ioruba e deuses do candomblé brasileiro. The tratar distigiões e mais especificamente do candomblé de ketu optou-se pela denominação de religiões afrobrasileiras, conceito usado pela maioria dos autores que referenciaram este estudo. Não desconheço a polêmica recente entre religiões de matriz africana e as afro-brasileiras. Nesta interpretação a primeira denominação é usada para se referir às que preservam mais efetivamente a tradição africana e a segunda denominação para as que sintetizaram outros elementos culturais à matriz africana, caso da umbanda. A opção pelo conceito de religiões afro-brasileiras dá-se pela idéia de que a reconfiguração se dá em uma territorialidade específica, em suens dimensões ambientais, históricas e culturais, o Brazil, que dá novas dimensões à matriz africana. A representatividade da fala torna-se mais abrangente à medida que alcance outros segmentos que comp aem hierarquia das casas. Neste sentido, foi importante ouvir, também, outros iniciados, desde os egbomis até os cargos, como ogãs e ekedis de diferentes casas de Goiânia. Os egbomis expressam uma visão de articulação das casas, com uma leitura mais ampla sobre a dinâmica que se desenvolve nelas, do cotidiano, conflitos e tensões. Elementos como as crises de relacionamento, distribuição de funções e tarefas são percebidos por outro olhar, que não o de comando, representado pelo babalorixá ou ialorixá.O candomblé de ketu é a denominação para uma das nações do candomblé. Este é apenas uma das religiões que se configuraram a partir da matriz africana no país. È importante destacar o culto de voduns que se desenvolveu no Maranhão, chamado de tambor de mina, o culto aos orixás no Rio Grande do Sul, o batuque, e o culto aos egun-guns, principalmente, na Ilha de Itaparica, na Bahia. A tradição religiosa africana, da África Ocidental, foi reconfigurada sob várias estruturas religiosas distintas. Foi escolhida a que alcançou maior número de participantes e a maior influência na sociedade, tendo seus códigos religiosos mais divulgados e inseridos na cultura brasileira, se é que esta expressão é adequada. Grande parcela da população brasileira já ouviu falar de Oxalá ou Iemanjá, orixás do povo ioruba e deuses do candomblé brasileiro. Para tratar destas religiões e mais especificamente do candomblé de ketu optou-se pela denominação de religiões afrobrasileiras, conceito usado pela maioria dos autores que referenciaram este estudo. Não desconheço a polêmica recente entre religiões de matriz africana e as afro-brasileiras. Nesta interpretação a primeira denominação é usada para se referir às que preservam mais efetivamente a tradição africana e a segunda denominação para as que sintetizaram outros elementos culturais à matriz africana, caso da umbanda. A opção pelo conceito de religiões afro-brasileiras dá-se pela idéia de que a reconfiguração se dá em uma territorialidade específica, em suas dimensões ambientais, históricas e culturais, o Brasil, que dá novas dimensões à matriz africana. A representatividade da fala torna-se mais abrangente à medida que alcance outros segmentos que compõem a hierarquia das casas. Neste sentido, foi importante ouvir, também, outros iniciados, desde os egbomis até os cargos, como ogãs e ekedis de diferentes casas de Goiânia. Os egbomis expressam uma visão de articulação das casas, com uma leitura mais ampla sobre a dinâmica que se desenvolve nelas, do cotidiano, conflitos e tensões. Elementos como as crises de relacionamento, distribuição de funções e tarefas são percebidos por outro olhar, que não o de comando, representado pelo babalorixá ou ialorixá.Submitted by admin tede (tede@pucgoias.edu.br) on 2017-10-05T19:26:45Z No. of bitstreams: 1 Marcos Antonio Cunha Torres.pdf: 1140054 bytes, checksum: 4d898aef6ffbded2ba2b423df07f21b7 (MD5)Made available in DSpace on 2017-10-05T19:26:45Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Marcos Antonio Cunha Torres.pdf: 1140054 bytes, checksum: 4d898aef6ffbded2ba2b423df07f21b7 (MD5) Previous issue date: 2009-08-01application/pdfhttps://tede2.pucgoias.edu.br/retrieve/11557/Marcos%20Antonio%20Cunha%20Torres.pdf.jpgporPontifícia Universidade Católica de GoiásPrograma de Pós-Graduação STRICTO SENSU em HistóriaPUC GoiásBrasilEscola de Formação de Professores e Humanidade::Curso de HistóriaCandomblé, silêncio, atabaquesCIENCIAS HUMANAS::HISTORIAO silenciar dos atabaques: trajetória do candomblé de ketu em Goiâniainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC_GOAIS (TEDE-PUC Goiás)instname:Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO)instacron:PUC_GOTHUMBNAILMarcos Antonio Cunha Torres.pdf.jpgMarcos Antonio Cunha Torres.pdf.jpgimage/jpeg4671http://localhost:8080/tede/bitstream/tede/3788/4/Marcos+Antonio+Cunha+Torres.pdf.jpg19938db73274aec286442e6333a030d6MD54TEXTMarcos Antonio Cunha Torres.pdf.txtMarcos Antonio Cunha Torres.pdf.txttext/plain212318http://localhost:8080/tede/bitstream/tede/3788/3/Marcos+Antonio+Cunha+Torres.pdf.txt9ead329d8d09bca81817723ad887cf56MD53ORIGINALMarcos Antonio Cunha Torres.pdfMarcos Antonio Cunha Torres.pdfapplication/pdf1140054http://localhost:8080/tede/bitstream/tede/3788/2/Marcos+Antonio+Cunha+Torres.pdf4d898aef6ffbded2ba2b423df07f21b7MD52LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82001http://localhost:8080/tede/bitstream/tede/3788/1/license.txtfd9262f8b1e1c170dee71e4fbec6b16cMD51tede/37882025-09-18 07:38:53.758oai:ambar:tede/3788CkxJQ0VOw4dBIERFIERJU1RSSUJVScOHw4NPIE7Dg08tRVhDTFVTSVZBCgpDb20gYSBhcHJlc2VudGHDp8OjbyBkZXN0YSBsaWNlbsOnYSwgdm9jw6ogKG8gYXV0b3IgKGVzKSBvdSBvIHRpdHVsYXIgZG9zIGRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yKSBjb25jZWRlIMOgIFBvbnRpZsOtY2lhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBDYXTDs2xpY2EgZGUgR29pw6FzIChQVUMtR09Jw4FTKSBvIGRpcmVpdG8gbsOjby1leGNsdXNpdm8gZGUgcmVwcm9kdXppciwgIHRyYWR1emlyIChjb25mb3JtZSBkZWZpbmlkbyBhYmFpeG8pLCBlL291IApkaXN0cmlidWlyIGEgc3VhIHRlc2Ugb3UgZGlzc2VydGHDp8OjbyAoaW5jbHVpbmRvIG8gcmVzdW1vKSBwb3IgdG9kbyBvIG11bmRvIG5vIGZvcm1hdG8gaW1wcmVzc28gZSBlbGV0csO0bmljbyBlIGVtIHF1YWxxdWVyIG1laW8sIGluY2x1aW5kbyBvcyBmb3JtYXRvcyDDoXVkaW8gb3UgdsOtZGVvLgoKVm9jw6ogY29uY29yZGEgcXVlIGEgUFVDLUdPScOBUyBwb2RlLCBzZW0gYWx0ZXJhciBvIGNvbnRlw7pkbywgdHJhbnNwb3IgYSBzdWEgdGVzZSBvdSBkaXNzZXJ0YcOnw6NvIHBhcmEgcXVhbHF1ZXIgbWVpbyBvdSBmb3JtYXRvIHBhcmEgZmlucyBkZSBwcmVzZXJ2YcOnw6NvLgoKVm9jw6ogdGFtYsOpbSBjb25jb3JkYSBxdWUgYSBQVUMtR09Jw4FTIHBvZGUgbWFudGVyIG1haXMgZGUgdW1hIGPDs3BpYSBhIHN1YSB0ZXNlIG91IGRpc3NlcnRhw6fDo28gcGFyYSBmaW5zIGRlIHNlZ3VyYW7Dp2EsIGJhY2stdXAgZSBwcmVzZXJ2YcOnw6NvLgoKVm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUgYSBzdWEgdGVzZSBvdSBkaXNzZXJ0YcOnw6NvIMOpIG9yaWdpbmFsIGUgcXVlIHZvY8OqIHRlbSBvIHBvZGVyIGRlIGNvbmNlZGVyIG9zIGRpcmVpdG9zIGNvbnRpZG9zIG5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLiBWb2PDqiB0YW1iw6ltIGRlY2xhcmEgcXVlIG8gZGVww7NzaXRvIGRhIHN1YSB0ZXNlIG91IGRpc3NlcnRhw6fDo28gbsOjbywgcXVlIHNlamEgZGUgc2V1IGNvbmhlY2ltZW50bywgaW5mcmluZ2UgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZGUgbmluZ3XDqW0uCgpDYXNvIGEgc3VhIHRlc2Ugb3UgZGlzc2VydGHDp8OjbyBjb250ZW5oYSBtYXRlcmlhbCBxdWUgdm9jw6ogbsOjbyBwb3NzdWkgYSB0aXR1bGFyaWRhZGUgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzLCB2b2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBvYnRldmUgYSBwZXJtaXNzw6NvIGlycmVzdHJpdGEgZG8gZGV0ZW50b3IgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIHBhcmEgY29uY2VkZXIgw6AgUFVDLUdPScOBUyBvcyBkaXJlaXRvcyBhcHJlc2VudGFkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGUgcXVlIGVzc2UgbWF0ZXJpYWwgZGUgcHJvcHJpZWRhZGUgZGUgdGVyY2Vpcm9zIGVzdMOhIGNsYXJhbWVudGUgaWRlbnRpZmljYWRvIGUgcmVjb25oZWNpZG8gbm8gdGV4dG8gb3Ugbm8gY29udGXDumRvIGRhIHRlc2Ugb3UgZGlzc2VydGHDp8OjbyBvcmEgZGVwb3NpdGFkYS4KCkNBU08gQSBURVNFIE9VIERJU1NFUlRBw4fDg08gT1JBIERFUE9TSVRBREEgVEVOSEEgU0lETyBSRVNVTFRBRE8gREUgVU0gUEFUUk9Dw41OSU8gT1UgQVBPSU8gREUgVU1BIEFHw4pOQ0lBIERFIEZPTUVOVE8gT1UgT1VUUk8gT1JHQU5JU01PIFFVRSBOw4NPIFNFSkEgQSBQVUMtR09Jw4FTLCBWT0PDiiBERUNMQVJBIFFVRSBSRVNQRUlUT1UgVE9ET1MgRSBRVUFJU1FVRVIgRElSRUlUT1MgREUgUkVWSVPDg08gQ09NTyBUQU1Cw4lNIEFTIERFTUFJUyBPQlJJR0HDh8OVRVMgRVhJR0lEQVMgUE9SIENPTlRSQVRPIE9VIEFDT1JETy4KCkEgUFVDLUdPScOBUyBzZSBjb21wcm9tZXRlIGEgaWRlbnRpZmljYXIgY2xhcmFtZW50ZSBvIHNldSBub21lIChzKSBvdSBvKHMpIG5vbWUocykgZG8ocykgZGV0ZW50b3IoZXMpIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBkYSB0ZXNlIG91IGRpc3NlcnRhw6fDo28sIGUgbsOjbyBmYXLDoSBxdWFscXVlciBhbHRlcmHDp8OjbywgYWzDqW0gZGFxdWVsYXMgY29uY2VkaWRhcyBwb3IgZXN0YSBsaWNlbsOnYS4KBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://tede2.pucgoias.edu.br:8080/http://tede2.pucgoias.edu.br:8080/oai/requesttede@pucgoias.edu.bropendoar:65932025-09-18T10:38:53Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC_GOAIS (TEDE-PUC Goiás) - Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO)false |
| dc.title.eng.fl_str_mv |
O silenciar dos atabaques: trajetória do candomblé de ketu em Goiânia |
| title |
O silenciar dos atabaques: trajetória do candomblé de ketu em Goiânia |
| spellingShingle |
O silenciar dos atabaques: trajetória do candomblé de ketu em Goiânia Torres, Marcos Antonio Cunha Candomblé, silêncio, atabaques CIENCIAS HUMANAS::HISTORIA |
| title_short |
O silenciar dos atabaques: trajetória do candomblé de ketu em Goiânia |
| title_full |
O silenciar dos atabaques: trajetória do candomblé de ketu em Goiânia |
| title_fullStr |
O silenciar dos atabaques: trajetória do candomblé de ketu em Goiânia |
| title_full_unstemmed |
O silenciar dos atabaques: trajetória do candomblé de ketu em Goiânia |
| title_sort |
O silenciar dos atabaques: trajetória do candomblé de ketu em Goiânia |
| author |
Torres, Marcos Antonio Cunha |
| author_facet |
Torres, Marcos Antonio Cunha |
| author_role |
author |
| dc.contributor.advisor1.fl_str_mv |
Reinato, Eduardo José |
| dc.contributor.advisor1Lattes.fl_str_mv |
http://lattes.cnpq.br/9142540932437553 |
| dc.contributor.authorLattes.fl_str_mv |
http://lattes.cnpq.br/9530550332249923 |
| dc.contributor.author.fl_str_mv |
Torres, Marcos Antonio Cunha |
| contributor_str_mv |
Reinato, Eduardo José |
| dc.subject.por.fl_str_mv |
Candomblé, silêncio, atabaques |
| topic |
Candomblé, silêncio, atabaques CIENCIAS HUMANAS::HISTORIA |
| dc.subject.cnpq.fl_str_mv |
CIENCIAS HUMANAS::HISTORIA |
| description |
O candomblé de ketu é a denominação para uma das nações do candomblé. Este é apenas uma das religiões que se configuraram a partir da matriz africana no país. È importante destacar o culto de voduns que se desenvolveu no Maranhão, chamado de tambor de mina, o culto aos orixás no Rio Grande do Sul, o batuque, e o culto aos egun-guns, principalmente, na Ilha de Itaparica, na Bahia. A tradição religiosa africana, da África Ocidental, foi reconfigurada sob várias estruturas religiosas distintas. Foi escolhida a que alcançou maior número de participantes e a maior influência na sociedade, tendo seus códigos religiosos mais divulgados e inseridos na cultura brasileira, se é que esta expressão é Adequada. Grande parcela da população brasileira já ouviu falar de Oxalá ou Iemanjá, orixás do povo ioruba e deuses do candomblé brasileiro. The tratar distigiões e mais especificamente do candomblé de ketu optou-se pela denominação de religiões afrobrasileiras, conceito usado pela maioria dos autores que referenciaram este estudo. Não desconheço a polêmica recente entre religiões de matriz africana e as afro-brasileiras. Nesta interpretação a primeira denominação é usada para se referir às que preservam mais efetivamente a tradição africana e a segunda denominação para as que sintetizaram outros elementos culturais à matriz africana, caso da umbanda. A opção pelo conceito de religiões afro-brasileiras dá-se pela idéia de que a reconfiguração se dá em uma territorialidade específica, em suens dimensões ambientais, históricas e culturais, o Brazil, que dá novas dimensões à matriz africana. A representatividade da fala torna-se mais abrangente à medida que alcance outros segmentos que comp aem hierarquia das casas. Neste sentido, foi importante ouvir, também, outros iniciados, desde os egbomis até os cargos, como ogãs e ekedis de diferentes casas de Goiânia. Os egbomis expressam uma visão de articulação das casas, com uma leitura mais ampla sobre a dinâmica que se desenvolve nelas, do cotidiano, conflitos e tensões. Elementos como as crises de relacionamento, distribuição de funções e tarefas são percebidos por outro olhar, que não o de comando, representado pelo babalorixá ou ialorixá. |
| publishDate |
2009 |
| dc.date.issued.fl_str_mv |
2009-08-01 |
| dc.date.accessioned.fl_str_mv |
2017-10-05T19:26:45Z |
| dc.type.status.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/publishedVersion |
| dc.type.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/masterThesis |
| format |
masterThesis |
| status_str |
publishedVersion |
| dc.identifier.citation.fl_str_mv |
Torres, Marcos Antonio Cunha. O silenciar dos atabaques: trajetória do candomblé de ketu em Goiânia. 2009. 131 f. Dissertação (Programa de Pós-Graduação STRICTO SENSU em História) - Pontifícia Universidade Católica de Goiás, Goiânia-GO. |
| dc.identifier.uri.fl_str_mv |
https://tede2.pucgoias.edu.br/handle/tede/3788 |
| identifier_str_mv |
Torres, Marcos Antonio Cunha. O silenciar dos atabaques: trajetória do candomblé de ketu em Goiânia. 2009. 131 f. Dissertação (Programa de Pós-Graduação STRICTO SENSU em História) - Pontifícia Universidade Católica de Goiás, Goiânia-GO. |
| url |
https://tede2.pucgoias.edu.br/handle/tede/3788 |
| dc.language.iso.fl_str_mv |
por |
| language |
por |
| dc.rights.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/openAccess |
| eu_rights_str_mv |
openAccess |
| dc.format.none.fl_str_mv |
application/pdf |
| dc.publisher.none.fl_str_mv |
Pontifícia Universidade Católica de Goiás |
| dc.publisher.program.fl_str_mv |
Programa de Pós-Graduação STRICTO SENSU em História |
| dc.publisher.initials.fl_str_mv |
PUC Goiás |
| dc.publisher.country.fl_str_mv |
Brasil |
| dc.publisher.department.fl_str_mv |
Escola de Formação de Professores e Humanidade::Curso de História |
| publisher.none.fl_str_mv |
Pontifícia Universidade Católica de Goiás |
| dc.source.none.fl_str_mv |
reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC_GOAIS (TEDE-PUC Goiás) instname:Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO) instacron:PUC_GO |
| instname_str |
Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO) |
| instacron_str |
PUC_GO |
| institution |
PUC_GO |
| reponame_str |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC_GOAIS (TEDE-PUC Goiás) |
| collection |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC_GOAIS (TEDE-PUC Goiás) |
| bitstream.url.fl_str_mv |
http://localhost:8080/tede/bitstream/tede/3788/4/Marcos+Antonio+Cunha+Torres.pdf.jpg http://localhost:8080/tede/bitstream/tede/3788/3/Marcos+Antonio+Cunha+Torres.pdf.txt http://localhost:8080/tede/bitstream/tede/3788/2/Marcos+Antonio+Cunha+Torres.pdf http://localhost:8080/tede/bitstream/tede/3788/1/license.txt |
| bitstream.checksum.fl_str_mv |
19938db73274aec286442e6333a030d6 9ead329d8d09bca81817723ad887cf56 4d898aef6ffbded2ba2b423df07f21b7 fd9262f8b1e1c170dee71e4fbec6b16c |
| bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv |
MD5 MD5 MD5 MD5 |
| repository.name.fl_str_mv |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC_GOAIS (TEDE-PUC Goiás) - Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO) |
| repository.mail.fl_str_mv |
tede@pucgoias.edu.br |
| _version_ |
1856222750428889088 |