[pt] A LEGITIMIDADE DO MÉTODO PSICANALÍTICO
| Ano de defesa: | 2017 |
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| Orientador(a): | |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
MAXWELL
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
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Resumo: | [pt] Na presente tese pretendemos defender que o método psicanalítico é legítimo enquanto capaz de produzir conhecimento científico. Partimos da identificação do argumento segundo o qual o diálogo com a Neurociência poderia imprimir um caráter científico às proposições psicanalíticas, confirmando (ou não) suas hipóteses. Não é difícil perceber a hierarquização dos modelos epistemológicos em operação neste argumento. Um autor representativo do argumento descrito é o neurocientista Eric Kandel. Ele acredita que, embora a Psicanálise ainda represente a visão de mente mais coerente e cientificamente satisfatória dentre as que existem, ela entrou no século XXI em declínio por não ter desenvolvido métodos objetivos para testar suas ideias — o que só pode acontecer a partir de sua aproximação teórica, mas, sobretudo metodológica, com a Biologia em geral e com a Neurociência Cognitiva em particular. A fim de nos posicionarmos contrariamente a este argumento, discutiremos, portanto, a especificidade do método psicanalítico, cunhando a seguinte expressão para designá-lo de método baseado na investigação clínico-conceitual como a empiria da psicanálise. Consideramos que as pesquisas clínica conceitual e empírica se complementam, se sobrepõem e até certo ponto, se indiferenciam, na produção do edifício teórico denominado Psicanálise. |
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[pt] A LEGITIMIDADE DO MÉTODO PSICANALÍTICO [en] THE LEGITIMACY OF THE PSYCHOANALYTICAL METHOD [pt] PSICANALISE[pt] METODO[pt] METODO PSICANALITICO[pt] CIENTIFICIDADE[pt] CIENCIA[pt] PESQUISA[en] PSYCHOANALYSIS[en] METHOD[en] SCIENCE[en] RESEARCH[pt] Na presente tese pretendemos defender que o método psicanalítico é legítimo enquanto capaz de produzir conhecimento científico. Partimos da identificação do argumento segundo o qual o diálogo com a Neurociência poderia imprimir um caráter científico às proposições psicanalíticas, confirmando (ou não) suas hipóteses. Não é difícil perceber a hierarquização dos modelos epistemológicos em operação neste argumento. Um autor representativo do argumento descrito é o neurocientista Eric Kandel. Ele acredita que, embora a Psicanálise ainda represente a visão de mente mais coerente e cientificamente satisfatória dentre as que existem, ela entrou no século XXI em declínio por não ter desenvolvido métodos objetivos para testar suas ideias — o que só pode acontecer a partir de sua aproximação teórica, mas, sobretudo metodológica, com a Biologia em geral e com a Neurociência Cognitiva em particular. A fim de nos posicionarmos contrariamente a este argumento, discutiremos, portanto, a especificidade do método psicanalítico, cunhando a seguinte expressão para designá-lo de método baseado na investigação clínico-conceitual como a empiria da psicanálise. Consideramos que as pesquisas clínica conceitual e empírica se complementam, se sobrepõem e até certo ponto, se indiferenciam, na produção do edifício teórico denominado Psicanálise.[en] We intend to defend on this thesis that the psychoanalytic method is legitimate as able to produce scientific knowledge. We depart from the point of view that the dialogue with Neuroscience could give a scientific character to the psychoanalytic propositions confirming (or not) its hypothesis. It is not difficult to notice the hierarchy of the epistemological model on that argument. A representative of the above argument is the neuroscientist Eric Kandel. He believes that although psychoanalysis still represents the most coherent and satisfactory vision of the mind it has declined in the XXI century because it was unable to develop objective methods to test its ideas – something that can only happen with a theoretical and especially methodological proximity with biology in general and Cognitive Neuroscience in particular. To support our position against this argument we will discuss the specificity of the psychoanalytic method, coining the following expression method based in the clinic conceptual investigation as the empiricism of psychoanalysis. We consider that the clinic conceptual and empiric researches superpose, and to a certain point they are undifferentiated to produce the theoretical building named Psychoanalysis. MAXWELLMONAH WINOGRADMONAH WINOGRADMONAH WINOGRADMARCIA MORAES DAVIDOVICH2017-02-09info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesishttps://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=29098&idi=1https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=29098&idi=2http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.29098porreponame:Repositório Institucional da PUC-RIO (Projeto Maxwell)instname:Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO)instacron:PUC_RIOinfo:eu-repo/semantics/openAccess2017-09-14T00:00:00Zoai:MAXWELL.puc-rio.br:29098Repositório InstitucionalPRIhttps://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/ibict.phpopendoar:5342017-09-14T00:00Repositório Institucional da PUC-RIO (Projeto Maxwell) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO)false |
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