[pt] AVALIAÇÃO DO NÍVEL DE TOLERÂNCIA AO RISCO POR CARACTERÍSTICAS DEMOGRÁFICAS E POR TIPO DE PERSONALIDADE
| Ano de defesa: | 2009 |
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| Orientador(a): | |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
MAXWELL
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
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Resumo: | [pt] Há algum tempo as Finanças Comportamentais vêm sendo estudadas, mas apenas nos últimos anos têm sido mais difundidas. Seus preceitos se contrapõem ao pressuposto de racionalidade dos tomadores de decisão adotado pelas Finanças Tradicionais. O conceito de aversão à perda é considerado um dos pilares das Finanças Comportamentais e diz que o investidor pondera tanto os ganhos quanto as perdas, mas não dá a ambos o mesmo valor psicológico. Desta forma, nos últimos anos, tem crescido entre os gestores de investimento e pesquisadores o interesse em conhecer o comportamento do investidor em relação ao risco, ou seja, saber se o investidor é ou não tolerante ao risco. Através da aplicação de um questionário que unia perguntas relacionadas a características demográficas, ao perfil psicológico e ao nível de tolerância ao risco, foi possível identificar algumas relações interessantes e úteis entre estas variáveis com o grau de tolerância ao risco, variável dependente. De posse destas informações, os agentes financeiros poderão focar melhor os investimentos de acordo com o perfil percebido de seus clientes. |
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[pt] AVALIAÇÃO DO NÍVEL DE TOLERÂNCIA AO RISCO POR CARACTERÍSTICAS DEMOGRÁFICAS E POR TIPO DE PERSONALIDADE [en] EVALUATION OF RISK TOLERANCE BY DEMOGRAPHIC CHARACTERISTICS AND BY TYPE OF PERSONALITY [pt] RISCO[pt] PERFIL PSICOLOGICO[pt] FINANCA COMPORTAMENTAL[en] RISK[en] BEHAVIORAL FINANCE[pt] Há algum tempo as Finanças Comportamentais vêm sendo estudadas, mas apenas nos últimos anos têm sido mais difundidas. Seus preceitos se contrapõem ao pressuposto de racionalidade dos tomadores de decisão adotado pelas Finanças Tradicionais. O conceito de aversão à perda é considerado um dos pilares das Finanças Comportamentais e diz que o investidor pondera tanto os ganhos quanto as perdas, mas não dá a ambos o mesmo valor psicológico. Desta forma, nos últimos anos, tem crescido entre os gestores de investimento e pesquisadores o interesse em conhecer o comportamento do investidor em relação ao risco, ou seja, saber se o investidor é ou não tolerante ao risco. Através da aplicação de um questionário que unia perguntas relacionadas a características demográficas, ao perfil psicológico e ao nível de tolerância ao risco, foi possível identificar algumas relações interessantes e úteis entre estas variáveis com o grau de tolerância ao risco, variável dependente. De posse destas informações, os agentes financeiros poderão focar melhor os investimentos de acordo com o perfil percebido de seus clientes.[en] Behavioral Finance exists already some time, but only in recent years has its studies become more widespread. Its premises diverge from the assumption of rationality of decision-makers adopted by Traditional Finance. The concept of loss aversion is considered one of the pillars of Behavioral Finance and says that investors consider both the investor s earnings as well as the losses, but do not give them the same psychological value. Thus, in recent years, interest has grown between investment managers and researchers in understanding the investor’s risk behavior, which means the same as knowing whether investor is tolerant or not to risk. Through the application of a questionnaire that included questions related to demographic characteristics, the psychological profile and the level of risk tolerance, it was possible to identify some interesting and useful relationships between these variables with the degree of risk tolerance, the dependent variable. In possession of this information, financial agents can better focus on investment in accordance with the perceived profile of their customers.MAXWELLMARCELO CABUS KLOTZLEMARIANA TERRA DE MORAES2009-09-16info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesishttps://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=14162&idi=1https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=14162&idi=2http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.14162porreponame:Repositório Institucional da PUC-RIO (Projeto Maxwell)instname:Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO)instacron:PUC_RIOinfo:eu-repo/semantics/openAccess2018-10-25T00:00:00Zoai:MAXWELL.puc-rio.br:14162Repositório InstitucionalPRIhttps://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/ibict.phpopendoar:5342018-10-25T00:00Repositório Institucional da PUC-RIO (Projeto Maxwell) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO)false |
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