[pt] EM DEFESA DO PRINCÍPIO DE NÃO-CONTRADIÇÃO: ARGUMENTOS BASEADOS NO LIVRO IV DA METAFÍSICA
| Ano de defesa: | 2020 |
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| Orientador(a): | |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
MAXWELL
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
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Resumo: | [pt] A dissertação tem como objetivo apresentar uma defesa do princípio de nãocontradição, uma defesa sustentada por dois argumentos. No primeiro argumento, coloca-se em destaque a relação entre a validade do princípio de não-contradição e a determinação do sentido das expressões linguísticas, em particular, a determinação do sentido dos termos gerais usados como predicados em frases singulares. Utilizar uma frase para dizer de um objeto que ele possui e, sob o mesmo aspecto, não possui uma mesma característica resultaria na indeterminação do sentido, a saber, que nada seria dado a entender pela frase. O segundo argumento pretende estabelecer uma relação entre uso de instâncias do princípio de não contradição e a capacidade de identificar objetos particulares. Para se referir determinadamente a um único particular, de tal maneira que seja possível pensar sobre este como sendo um sujeito de predicações, é preciso que se identifique esse particular através de um termo sortal e não simultaneamente através de um sortal oposto. Mais especificamente: tentar se referir a algo como sendo e não sendo de um certo tipo resultaria na indeterminação da referência, viz. não haveria identificação de um único objeto. |
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[pt] EM DEFESA DO PRINCÍPIO DE NÃO-CONTRADIÇÃO: ARGUMENTOS BASEADOS NO LIVRO IV DA METAFÍSICA[en] IN DEFENSE OF THE PRINCIPLE OF NONCONTRADICTION: ARGUMENTS BASED ON METAPHYSICS BOOK IV[pt] METAFISICA[pt] P F STRAWSON[pt] GARETH EVANS[pt] PENSAMENTOS SINGULARES[pt] REFERENCIA COGNITIVA[pt] PRINCIPIO DE NAO-CONTRADICAO[pt] SENTIDO[pt] LOGICA[pt] ARISTOTELES[en] METAPHYSICS[en] P F STRAWSON[en] GARETH EVANS[en] SINGULAR THOUGHTS[en] COGNITIVE REFERENCE[en] PRINCIPLE OF NON-CONTRADICTION[en] SENSE[en] LOGIC[en] ARISTOTLE[pt] A dissertação tem como objetivo apresentar uma defesa do princípio de nãocontradição, uma defesa sustentada por dois argumentos. No primeiro argumento, coloca-se em destaque a relação entre a validade do princípio de não-contradição e a determinação do sentido das expressões linguísticas, em particular, a determinação do sentido dos termos gerais usados como predicados em frases singulares. Utilizar uma frase para dizer de um objeto que ele possui e, sob o mesmo aspecto, não possui uma mesma característica resultaria na indeterminação do sentido, a saber, que nada seria dado a entender pela frase. O segundo argumento pretende estabelecer uma relação entre uso de instâncias do princípio de não contradição e a capacidade de identificar objetos particulares. Para se referir determinadamente a um único particular, de tal maneira que seja possível pensar sobre este como sendo um sujeito de predicações, é preciso que se identifique esse particular através de um termo sortal e não simultaneamente através de um sortal oposto. Mais especificamente: tentar se referir a algo como sendo e não sendo de um certo tipo resultaria na indeterminação da referência, viz. não haveria identificação de um único objeto.[en] The dissertation aims to present a defense of the principle of noncontradiction, a defense supported by two arguments. In the first argument, it is emphasized the relation between the validity of the principle of non-contradiction and the determination of the sense of linguistic expressions, in particular, the determination of the sense of general terms used as predicates in singular sentences. To say of an object that it has and, in the same respect, does not have a certain characteristic would result in the indetermination of sense, namely that nothing would be understood by the sentence. The second argument seeks to establish a relation between the use of instances of the principle of non-contradiction and the ability to identify particular objects. To refer specifically to a single individual, in such a way that it can be thought of as a subject of predication, it is necessary to identify this individual by means of a sortal term and not simultaneously through an opposite sortal. More precisely: trying to refer to a thing as being and not being of a certain sort would result in the indetermination of the reference, viz. no single object would be identified.MAXWELLLUIZ CARLOS PINHEIRO DIAS PEREIRALUIZ CARLOS PINHEIRO DIAS PEREIRAGERMAN LOURENCO MEJIA2020-06-09info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesishttps://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=48520&idi=1https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=48520&idi=2http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.48520porreponame:Repositório Institucional da PUC-RIO (Projeto Maxwell)instname:Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO)instacron:PUC_RIOinfo:eu-repo/semantics/openAccess2022-08-04T00:00:00Zoai:MAXWELL.puc-rio.br:48520Repositório InstitucionalPRIhttps://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/ibict.phpopendoar:5342022-08-04T00:00Repositório Institucional da PUC-RIO (Projeto Maxwell) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO)false |
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