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Dois ensaios sobre progresso técnico e meio ambiente

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2015
Autor(a) principal: Santetti, Márcio
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Faculdade de Administração, Contabilidade e Economia
Brasil
PUCRS
Programa de Pós-Graduação em Economia do Desenvolvimento
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/5988
Resumo: Esta dissertação apresenta dois ensaios sobre a relação entre progresso técnico e meio ambiente. No primeiro ensaio, discute-se a visão de progresso técnico e natureza para quatro representantes da Economia Política Clássica: William Petty, Adam Smith, David Ricardo e Karl Marx. O objetivo deste ensaio é analisar a forma como abordam o progresso técnico, caracterizado pela crescente adoção de maquinaria no processo produtivo, somado à visão de cada autor a respeito da terra e dos recursos naturais no crescimento das nações. Enquanto o conceito de progresso técnico evoluiu do primeiro ao último autor, a visão da natureza é distinta. Petty e Marx definem o meio ambiente em uma ordem natural e como parte da essência do ser humano, respectivamente. Smith e Ricardo reduzem o meio ambiente a um insumo, tornando-se o principal limitador do crescimento para este último. No segundo ensaio, analisa-se o progresso técnico e a produção de bons e maus produtos na economia brasileira no período 1970-2008. Adota-se um sistema de estudo de produção e progresso técnico baseado em uma perspectiva clássico-marxiana, em que a combinação dos insumos trabalho, capital e energia geram um bem, o Produto Interno Bruto (PIB), e um mal, as emissões de dióxido de carbono (CO2). Divide-se o crescimento econômico brasileiro em quatro fases, de acordo com a estratégia de desenvolvimento adotada em cada época: 1970-1980, 1980-1989, 1989-2003 e 2003-2008. O padrão de progresso técnico predominante foi Marx-viesado e poupador de energia. Nos anos de crescimento do PIB, o mau produto também aumentou.
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