Efeitos do envelhecimento e do estresse crônico sobre a memória declarativa

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2007
Autor(a) principal: Palma, Kayla Araújo Ximenes Aguiar
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Instituto de Geriatria e Gerontologia
BR
PUCRS
Programa de Pós-Graduação em Gerontologia Biomédica
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/2760
Resumo: Introdução: O envelhecimento é acompanhado por alterações cognitivas. Entretanto, existe grande variabilidade na performance de idosos em tarefas de memória. Nas últimas décadas a pesquisa sobre envelhecimento cerebral vem focalizando seus esforços nos fatores que podem contribuir para esta heterogeneidade no desempenho cognitivo. Entre os possíveis candidatos estaria o estresse e as alterações de cortisol, um hormônio que pode afetar diversas estruturas e mecanismos subjacentes à memória. Objetivo: Verificar os efeitos do envelhecimento e do estresse sobre a memória declarativa com conteúdo neutro ou emocional, utilizando como modelo cuidadores de pacientes com Alzheimer. Material e Métodos: Foram avaliados adultos (n=19), e idosos (n=24.), que não exerciam a atividade de cuidadores (controles), e idosos cuidadores (n=14). Instrumentos: questionário de identificação e condições de saúde, teste de vocabulário da Escala Wechsler de Inteligência para Adultos, Inventário de Depressão Beck (BDI), Inventário de Ansiedade Beck (BAI), Escala de Depressão Geriátrica (GDS), Mini Exame do Estado Mental (MEEM), span de números. Critérios de exclusão: presença de déficits sensoriais incompatíveis com a realização das tarefas, alterações neurológicas, utilização prévia ou atual de medicação que comprometa a atividade do sistema nervoso, pontuação no MEEM compatível com quadros demenciais, pontuação no GDS ou BDI compatível com depressão. Para avaliação da memória declarativa foi utilizada uma tarefa constituída, na fase de treino, pela narração de uma estória, em versão neutra ou emocional, acompanhada de slides. Após 24 horas foi realizado o teste, o qual era constituído por um questionário objetivo de múltipla escolha sobre a estória. Todos indivíduos foram submetidos à coleta de cortisol salivar às 8h, 16h e 22h. Os níveis de cortisol salivar foram determinados por radioimunoensaio. O estudo foi dividido em dois experimentos. Experimento I: analisou os efeitos do envelhecimento sobre a memória. Metade dos adultos (grupo AN n=10) e dos idosos (grupo. IN n=12) realizou a tarefa com conteúdo neutro, e a outra metade (grupos AE, n=9 e IE, n=12) com conteúdo emocional. Experimento II: analisou os efeitos do estresse crônico sobre a memória. Metade dos idosos controles (grupo IN, n=12) e dos idosos cuidadores (grupo IcdN , n=7) realizou a tarefa com conteúdo neutro, e a outra metade (grupos IE, n=12 e.IcdE, n=7) com conteúdo emocional. Os testes estatísticos utilizados incluíram análise de variância de duas vias, análise de variência de uma via (quando necessário Tuckey com o teste post hoc), teste T para amostras dependentes ou independentes e análise de regressão. P<0,05 foi considerado como indicativo de significância estatística. Resultados: Experimento I: Não foram encontradas diferenças significativas no padrão de secreção e níveis de cortisol entre os grupos experimentais. Apesar de apresentarem um déficit de memória declarativa, os idosos, assim como os adultos, beneficiaram-se do conteúdo emocional, apresentando melhor desempenho na versão emocional do que neutra da tarefa de memória. Experimento II: Idosos cuidadores apresentaram alteração no ritmo circadiano de secreção de cortisol, mostrando níveis mais elevados deste hormônio que o grupo controle às 22h. Idosos cuidadores não foram capazes de se beneficiar da introdução de um conteúdo emocional na tarefa de memória, apresentando déficit em relação aos controles especificamente na memória emocional. As alterações de memória se mostraram negativamente relacionadas aos níveis de cortisol. Conclusão: Os achados do presente estudo evidenciam que o estresse crônico sofrido por cuidadores idosos de pacientes com doença de Alzheimer impõe um ônus ao organismo, o qual se soma aos efeitos característicos do envelhecimento, incrementando as alterações de memória que ocorrem durante esta fase da vida. Este ônus parece estar relacionado a alterações na secreção de cortisol e aos efeitos deste hormônio em estruturas relacionadas ao processamento da memória
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Material e Métodos: Foram avaliados adultos (n=19), e idosos (n=24.), que não exerciam a atividade de cuidadores (controles), e idosos cuidadores (n=14). Instrumentos: questionário de identificação e condições de saúde, teste de vocabulário da Escala Wechsler de Inteligência para Adultos, Inventário de Depressão Beck (BDI), Inventário de Ansiedade Beck (BAI), Escala de Depressão Geriátrica (GDS), Mini Exame do Estado Mental (MEEM), span de números. Critérios de exclusão: presença de déficits sensoriais incompatíveis com a realização das tarefas, alterações neurológicas, utilização prévia ou atual de medicação que comprometa a atividade do sistema nervoso, pontuação no MEEM compatível com quadros demenciais, pontuação no GDS ou BDI compatível com depressão. Para avaliação da memória declarativa foi utilizada uma tarefa constituída, na fase de treino, pela narração de uma estória, em versão neutra ou emocional, acompanhada de slides. Após 24 horas foi realizado o teste, o qual era constituído por um questionário objetivo de múltipla escolha sobre a estória. Todos indivíduos foram submetidos à coleta de cortisol salivar às 8h, 16h e 22h. Os níveis de cortisol salivar foram determinados por radioimunoensaio. O estudo foi dividido em dois experimentos. Experimento I: analisou os efeitos do envelhecimento sobre a memória. Metade dos adultos (grupo AN n=10) e dos idosos (grupo. IN n=12) realizou a tarefa com conteúdo neutro, e a outra metade (grupos AE, n=9 e IE, n=12) com conteúdo emocional. Experimento II: analisou os efeitos do estresse crônico sobre a memória. Metade dos idosos controles (grupo IN, n=12) e dos idosos cuidadores (grupo IcdN , n=7) realizou a tarefa com conteúdo neutro, e a outra metade (grupos IE, n=12 e.IcdE, n=7) com conteúdo emocional. Os testes estatísticos utilizados incluíram análise de variância de duas vias, análise de variência de uma via (quando necessário Tuckey com o teste post hoc), teste T para amostras dependentes ou independentes e análise de regressão. P<0,05 foi considerado como indicativo de significância estatística. Resultados: Experimento I: Não foram encontradas diferenças significativas no padrão de secreção e níveis de cortisol entre os grupos experimentais. Apesar de apresentarem um déficit de memória declarativa, os idosos, assim como os adultos, beneficiaram-se do conteúdo emocional, apresentando melhor desempenho na versão emocional do que neutra da tarefa de memória. Experimento II: Idosos cuidadores apresentaram alteração no ritmo circadiano de secreção de cortisol, mostrando níveis mais elevados deste hormônio que o grupo controle às 22h. 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Este ônus parece estar relacionado a alterações na secreção de cortisol e aos efeitos deste hormônio em estruturas relacionadas ao processamento da memóriaPontifícia Universidade Católica do Rio Grande do SulInstituto de Geriatria e GerontologiaBRPUCRSPrograma de Pós-Graduação em Gerontologia BiomédicaBromberg, Elkehttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4785654J5Palma, Kayla Araújo Ximenes Aguiar2015-04-14T13:54:18Z2007-05-292007-01-26info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfPALMA, Kayla Araújo Ximenes Aguiar. Efeitos do envelhecimento e do estresse crônico sobre a memória declarativa. 2007. 191 f. 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