Resistência à fratura de coroas cerâmicas monolíticas fabricadas em CAD/CAM cimentadas sobre diferentes pilares de implante

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2019
Autor(a) principal: Meneghetti, Priscila Ceolin
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Escola de Ciências da Saúde
Brasil
PUCRS
Programa de Pós-Graduação em Odontologia
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/8614
Resumo: Objetivo: avaliar a resistência à fratura de coroas cerâmicas monolíticas com diferentes espessuras e cimentadas sobre pilar sólido e tiBase. As hipóteses apresentadas são que (i) a presença do orifício do parafuso de fixação diminui a resistência à fratura das coroas, (ii) o material restaurador influencia na resistência à fratura, (iii) a espessura da restauração influencia na resistência à fratura das restaurações. Materiais e métodos: Um total de 64 coroas de segundo pré-molar superior foram confeccionadas para os pilares Sólido e Variobase C® (tiBase) sobre o análogo do implante Straumann Tissue Level. As coroas foram confeccionadas em dissilicato de litio (IPS e.max CAD) e zircônia (Incoris ZI) com 0,5 mm e 1,5 mm de espessura na face oclusal, e divididas em 8 grupos (n=8): SE05, SE15, SZ05, SZ15, VE05, VE15, VZ05, VZ15. As coroas foram cimentadas com cimento resinoso e o acesso ao parafuso restaurado com resina composta. Após ciclagem mecânica, os corpos de prova foram submetidos ao ensaio de resistência à fratura na máquina de ensaio universal e a força máxima registrada em Newtons (N). Os resultados obtidos foram submetidos ao teste de Shapiro-Wilk seguido de ANOVA 3-way e Tukey (a= 5%). Resultados: SZ15: 5368,6 N ± 536,74 A; SZ05: 4809,8 N ± 857,55 A; SE15: 2068,8 N ± 359,77 B; SE05: 1887,4N ± 276,94 B; VZ15: 1935,5N ± 274,51 B; VZ05: 1759,4 N ± 334,34 B; VE15: 963,5 N ± 198,92 C; VE05: 924,8 N ± 152,01 C. Conclusões: A presença do canal de acesso ao parafuso reduziu pela metade a resistência à fratura das coroas quando comparados com as coroas cimentadas sobre pilar sólido. A zircônia Incoris ZI apresentou maior resistência à fratura do que o IPS e.max CAD independente do pilar e da espessura. As diferentes espessuras das restaurações tiveram pouca influência na resistência à fratura.
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