Avaliação da força muscular (torque muscular) de flexores e extensores de joelho em indivíduos idosos socialmente ativos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2007
Autor(a) principal: Wibelinger, Lia Mara
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Instituto de Geriatria e Gerontologia
BR
PUCRS
Programa de Pós-Graduação em Gerontologia Biomédica
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/2582
Resumo: Introdução: O envelhecimento traz consigo várias manifestações fisiológicas, dentre estas a perda de força muscular, assim como a habilidade do músculo para exercer força rapidamente. A partir dos 60 anos de idade esta perda se torna mais severa e é responsável por limitações na funcionalidade, déficits de equilíbrio e risco de quedas. Objetivo: esta pesquisa teve como objetivo avaliar a força muscular (torque muscular) de flexores e extensores de joelho em indivíduos idosos socialmente ativos. Participantes: participaram da pesquisa 100 indivíduos idosos socialmente ativos nas faixas etárias entre 60 e 87 anos de idade, de ambos os sexos, que freqüentavam o Centro regional de Estudos Aplicados a Terceira Idade da Universidade de Passo Fundo-UPF, no município de Passo Fundo-RS, no período de março a junho de 2007, sendo excluídos do estudo os indivíduos que apresentavam déficit cognitivo e que não conseguissem realizar flexão de joelho. Metodologia: para a realização desta pesquisa foi utilizado o dinamômetro isocinético Biodex Multi Joint 3, nas velocidades de 120º, 180º e 240º; nos movimentos de flexão e extensão. Inicialmente os participantes realizaram um aquecimento de 5 minutos em bicicleta ergométrica, e após foram submetidos a uma série de três repetições dos movimentos, sendo considerado a média das três repetições. As avaliações aconteceram no Laboratório de Biomecânica da Faculdade de Educação Física e Fisioterapia da Universidade de Passo Fundo-UPF. Resultados: Em nosso estudo foi possível observar que na comparação entre os membros inferiores direito e esquerdo os desequilíbrios musculares somente ultrapassaram 10 % na amostra com mais de 80 anos, no sexo masculino, o que não podemos considerar devido a esta amostra ser composta somente por dois indivíduos em cada gênero. Na média do pico de torque dos indivíduos do sexo masculino é possível verificar a significância do movimento de flexão a 240º com p<0,03 quando analisada toda a amostra, e nos indíviduos de 60-69 anos no movimento de extensão a 120º com p<0,04. Ao comparar os diferentes gêneros, verifica-se que nos indivíduos do sexo masculino estão os picos de torque mais elevados. Conclusão: A força muscular (torque muscular) é maior nos indivíduos do sexo masculino; os músculos extensores do joelho (quadríceps) são os mais fortes. Os músculos flexores não apresentam relação entre velocidade e pico de torque. A presença de doença osteoarticular, principalmente nas mulheres, pode ter influenciado no menor pico de torque destes indivíduos
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