Efeito da inclinação e do número de implantes em próteses totais fixas implantossuportadas : análise de elemento finito não linear com modelo tridimensional

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2014
Autor(a) principal: Geremia , Tomás
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Faculdade de Odontologia
Brasil
PUCRS
Programa de Pós-Graduação em Odontologia
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/5954
Resumo: O objetivo do presente trabalho foi avaliar em reabilitações totais fixas implantossuportadas, através de uma Metodologia de Elementos Finitos não linear, a influência do número e da inclinação dos implantes posteriores em 27 graus para distal nas tensões em osso periimplantar cortical, parafuso do pilar protético e parafuso protético. Seis modelos virtuais foram gerados simulando uma prótese total fixa mandibular, com infraestrutura metálica: modelos com 5 implantes, paralelos entre si (5R) e com dois posteriores inclinados (5I); modelos com 4 implantes, paralelos entre si (4R) e com dois posteriores inclinados (4I); modelos com 3 implantes, paralelos entre si (3R) e com dois posteriores inclinados (3I). Uma força de 100 N foi simulada em região de primeiro molar, no cantilever protético. As tensões Von Mises resultantes foram analisadas de forma qualitativa nas três regiões de interesse.Os resultados mostraram que a utilização de implantes posteriores inclinados resultaram em maiores tensões na região periimplantar. Ainda, que o implante adjacente à carga apresentou os maiores valores de tensão nas três regiões avaliadas em todas as simulações. Dentro das limitações deste trabalho, pode-se concluir que a inclinação de implantes posteriores, sem a distalização das plataformas dos mesmos, mostra-se desfavorável no que diz respeito à incidência de tensões no osso periimplantar cortical. Além disso, a utilização de três implantes suportando uma prótese total fixa mandibular, apresentou maiores valores de tensão se comparado as situações com quatro e cinco implantes.
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