Escala de coping aplicada a acompanhantes/familiares de pacientes com doença renal crônica em tratamento dialítico

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2015
Autor(a) principal: Vearick, Natália Bianchi
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Faculdade de Medicina
Brasil
PUCRS
Programa de Pós-Graduação em Medicina e Ciências da Saúde
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/6327
Resumo: Introdução: A Doença Renal Crônica de estágio V requer terapia de substitutição da função renal. O tratamento dialítico demanda, quando possível, suporte por parte de acompanhantes /familiares. Objetivos: Perfil de Coping de acompanhantes/familiares, segundo a Escala de Coping Jalowiec, bem como a percepção de apoio social e Escore de Comorbidade de Davies dos pacientes. Tipo de Estudo: Trata-se de um estudo transversal prospectivo. Amostra: Acompanhantes/familiares de pacientes com doença renal crônica em tratamento dialítico, bem como os próprios pacientes. Materiais e Métodos: Foram utilizados os seguintes instrumentos de medida: Escala de Coping Jalowiec (afirmativas de escolha múltiplas), Escore de Comorbidade de Davies (0 a 7 pontos), Inventário de Rede de Suporte Social (0 a 40 pontos) e levantamento de dados sociodemográficos. Resultados: Foram incluídos 138 indivíduos, sendo 69 acompanhantes/familiares, 69 pacientes, sendo que 48 pacientes aceitaram responder ao IRSS. A amostra dos acompanhantes/familiares caracterizou-se por 72,5% mulheres, 78,2% em “União Estável”, e grau de parentesco: cônjuge (53,6%), seguido de filho (a) 26,1%. Em relação à categoria de Coping, a mais frequente foi a Focado no Problema (78,0%) e a subcategoria predominante na ECJ foi o perfil Sustentativo (42,7%) e Confrontivo (24,4%). A análise dos pacientes mostrou que: 79,2% realizavam hemodiálise, 58,3% eram homens, 36,2% possuíam ECD >2 e, pelo IRSS, 83% perceberam muito apoio (35,5 + 5,1). Conclusões: A estratégia de Coping dos acompanhantes/familiares independe do Escore de Comorbidade de Davies dos pacientes, bem como a relação entre a percepção de apoio social e os perfis de Coping Jalowiec.
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