Ensaio de citotoxicidade do ácido hialurônico como veículo no composto celular autógeno para enxertia óssea
| Ano de defesa: | 2011 |
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| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Faculdade de Odontologia BR PUCRS Programa de Pós-Graduação em Odontologia |
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/1119 |
Resumo: | A engenharia tecidual, dispondo de células, matrizes biocompatíveis e fatores de crescimento, pode exercer um grande papel na regeneração óssea. Através de biopsias de tecido vivo, pode-se obter células-tronco mesenquimais que, quando expandidas e cultivadas in vitro, são capazes de originar tecidos de diversos fenótipos. Desta maneira, é possível estabelecer uma alternativa aos enxertos ósseos, uma vez que a quantidade de material coletado é menor quando comparada aos enxertos ósseos convencionais. Essa pesquisa visou contribuir para a melhor escolha de uma matriz biocompatível, avaliando in vitro, de forma direta, a citotoxicidade do ácido hialurônico TEOSYAL® sobre as células da linhagem pré-osteoblástica de camundongos denominadas OFCOL II de forma quantitativa e qualitativa. Foram criados os seguintes grupos experimentais: A) células + Ácido hialurônico (AH) + Plasma rico em Plaquetas com Trombina (PRP) + Hidroxiapatita (HP); B) células + AH + PRP + HP; C) células + AH + HP; D) células + HP; E) células + AH; F) células + PRP com trombina; G) células + PRP e H) células + DMEM puro com 15% de soro bovino fetal, utilizado como controle. As células OFCOL II foram semeadas 24 horas antes dos experimentos e incubadas em estufa a 370C com 5% de CO2. Após atingirem a semi-confluência, as células foram expostas aos diferentes estímulos conforme o grupo experimental por um período adicional de 48 horas nas mesmas condições de temperatura e umidade. A viabilidade celular foi avaliada através do teste MTT e comparada ao grupo controle H. Os valores numéricos, obtidos através de absorbância, foram submetidos à análise estatística ANOVA, complementados por TUKEY, com nível de significância p < 0,05 para comparação entre todos os grupos. Já para as comparações entre cada grupo experimental e o controle foi utilizado o Teste T. Na avaliação da morfologia celular, foi utilizada a microscopia óptica em aumento de 100x e 200x. Os resultados encontrados comprovaram uma diminuição na viabilidade celular nos grupos B (67% de viabilidade) e C (68% de viabilidade), diferindo do grupo D (99% de viabilidade). Ao comparar cada grupo experimental ao grupo controle, foi obtida uma diferença estatística (p < 0,05) para os grupos B, C e E. Portanto, foi observado, através destes resultados, uma diminuição da viabilidade celular nos grupos com a presença do ácido hialurônico TEOSYAL®. A adição do PRP ao ácido hialurônico aumentou a 8 viabilidade celular, já que foi obtida uma viabilidade de 79% (grupo A), porém, insuficiente para potencializá-la. Nas imagens, foram encontradas diferenças morfológicas entre os grupos experimentais e o grupo controle. Pode-se concluir que a presença do ácido hialurônico TEOSYAL® causou diminuição na viabilidade da linhagem celular OFCOL II. |
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Ensaio de citotoxicidade do ácido hialurônico como veículo no composto celular autógeno para enxertia ósseaODONTOLOGIAMATERIAIS DENTÁRIOSÁCIDO HIALURÔNICOREGENERAÇÃO ÓSSEATRANSPLANTE ÓSSEOCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::ODONTOLOGIAA engenharia tecidual, dispondo de células, matrizes biocompatíveis e fatores de crescimento, pode exercer um grande papel na regeneração óssea. Através de biopsias de tecido vivo, pode-se obter células-tronco mesenquimais que, quando expandidas e cultivadas in vitro, são capazes de originar tecidos de diversos fenótipos. Desta maneira, é possível estabelecer uma alternativa aos enxertos ósseos, uma vez que a quantidade de material coletado é menor quando comparada aos enxertos ósseos convencionais. Essa pesquisa visou contribuir para a melhor escolha de uma matriz biocompatível, avaliando in vitro, de forma direta, a citotoxicidade do ácido hialurônico TEOSYAL® sobre as células da linhagem pré-osteoblástica de camundongos denominadas OFCOL II de forma quantitativa e qualitativa. Foram criados os seguintes grupos experimentais: A) células + Ácido hialurônico (AH) + Plasma rico em Plaquetas com Trombina (PRP) + Hidroxiapatita (HP); B) células + AH + PRP + HP; C) células + AH + HP; D) células + HP; E) células + AH; F) células + PRP com trombina; G) células + PRP e H) células + DMEM puro com 15% de soro bovino fetal, utilizado como controle. As células OFCOL II foram semeadas 24 horas antes dos experimentos e incubadas em estufa a 370C com 5% de CO2. Após atingirem a semi-confluência, as células foram expostas aos diferentes estímulos conforme o grupo experimental por um período adicional de 48 horas nas mesmas condições de temperatura e umidade. A viabilidade celular foi avaliada através do teste MTT e comparada ao grupo controle H. Os valores numéricos, obtidos através de absorbância, foram submetidos à análise estatística ANOVA, complementados por TUKEY, com nível de significância p < 0,05 para comparação entre todos os grupos. Já para as comparações entre cada grupo experimental e o controle foi utilizado o Teste T. Na avaliação da morfologia celular, foi utilizada a microscopia óptica em aumento de 100x e 200x. Os resultados encontrados comprovaram uma diminuição na viabilidade celular nos grupos B (67% de viabilidade) e C (68% de viabilidade), diferindo do grupo D (99% de viabilidade). Ao comparar cada grupo experimental ao grupo controle, foi obtida uma diferença estatística (p < 0,05) para os grupos B, C e E. Portanto, foi observado, através destes resultados, uma diminuição da viabilidade celular nos grupos com a presença do ácido hialurônico TEOSYAL®. A adição do PRP ao ácido hialurônico aumentou a 8 viabilidade celular, já que foi obtida uma viabilidade de 79% (grupo A), porém, insuficiente para potencializá-la. Nas imagens, foram encontradas diferenças morfológicas entre os grupos experimentais e o grupo controle. Pode-se concluir que a presença do ácido hialurônico TEOSYAL® causou diminuição na viabilidade da linhagem celular OFCOL II.Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do SulFaculdade de OdontologiaBRPUCRSPrograma de Pós-Graduação em OdontologiaTeixeira, Eduardo Rolimhttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4799729E6Boeckel, Daniel Gonçalves2015-04-14T13:29:55Z2011-05-242011-03-24info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfBOECKEL, Daniel Gonçalves. Ensaio de citotoxicidade do ácido hialurônico como veículo no composto celular autógeno para enxertia óssea. 2011. 73 f. Dissertação (Mestrado em Odontologia) - Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2011.http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/1119porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC_RSinstname:Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)instacron:PUC_RS2015-04-17T20:16:24Zoai:tede2.pucrs.br:tede/1119Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://tede2.pucrs.br/tede2/PRIhttps://tede2.pucrs.br/oai/requestbiblioteca.central@pucrs.br||opendoar:2015-04-17T20:16:24Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC_RS - Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)false |
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