Influência da normalização dos níveis de cinza em tomografias computadorizadas Cone Beam e multislice na avaliação da qualidade óssea

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2015
Autor(a) principal: Schneider, Danilo Renato
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Faculdade de Odontologia
Brasil
PUCRS
Programa de Pós-Graduação em Odontologia
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/6296
Resumo: Este trabalho objetiva investigar a influência da normalização dos níveis de cinza em tomografias cone beam (CBCT) e multislice (MSCT). Imagens DICOM (Digital Imaging and Communications in Medicine) de 37 sítios ósseos (18 pacientes) foram analisadas. As tomografias CBCT foram realizadas em 5 diferentes aparelhos e as tomografias MSCT foram obtidas em um único tomógrafo. As medições dos níveis de cinza foram feitas em duas regiões de interesse; ROI1 - osso alveolar (cortical e medular) e ROI2 - osso medular separadamente, de 3 formas distintas: sem normalização (RAW), normalização de toda a imagem (ALL) e normalização da região de interesse apenas (ROI). Análise descritiva com coeficiente de variação (CV) e teste ANOVA seguido de Tukey foi realizado. Para as MSCT, a média dos níveis de cinza da ROI1 aumentaram levemente de 121,9+-17,13 (RAW) para 125,0+-15,74 (ALL) (p>0,05) e reduziram para 104,8+-15,20 (ROI) (p<0,0001). O CV variou de 14,05%, para 12,59% and 14,50%, respectivamente. Na ROI2 a média aumentou de 95,11+-13,96 (RAW) para 99,40+-13,62 (ALL) e 102,5+-17,86 (ROI) (p=0,0678). O CV foi de 14,67% para 13,71% e 17,43%, respectivamente. No grupo CBCT, a média de ROI1 aumentou significativamente de 91,73+-32,17 (RAW) para 135,2+-36,06 (ALL) e 118,7+-18,65 (ROI) (p<0,0001), com o CV diminuindo de 35,06% para 26,68% e 15,71%, respectivamente. A média da ROI2 foi 81,23+-34,36, 115,3+-28,53 and 109,4+-17,47, respectivamente (p=0,0002), com um CV reduzindo de 42,30% (RAW) para 24,74% (ALL) e 15,97% (ROI). Desta forma, foi demonstrada a redução das discrepâncias entre diferentes aparelhos e da variabilidade entre exames com a utilização da normalização de intensidade de exames CBCT e MSCT na avaliação da qualidade óssea para implantes dentais.
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