Abandono de tratamento na psicoterapia psicanalítica de crianças

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2008
Autor(a) principal: Gastaud, Marina Bento
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Faculdade de Psicologia
BR
PUCRS
Programa de Pós-Graduação em Psicologia
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/644
Resumo: A presente dissertação de Mestrado é composta por dois estudos, seguindo as normas do programa de Pós-Graduação em Psicologia da PUCRS. O primeiro estudo é uma revisão de literatura intitulada Abandono de Tratamento na Psicoterapia Psicanalítica: Em Busca de Definição, que teve por objetivos: 1) problematizar a dificuldade de definir abandono de tratamento nas diversas abordagens de psicoterapia; 2) refletir sobre os critérios utilizados nas diferentes definições encontradas na literatura nacional e internacional e 3) propor uma definição de abandono para a psicoterapia psicanalítica. Foi realizada uma busca nas bases de dados SciELO, Lilacs, Medline e PsycINFO para verificar o número de estudos sobre abandono de psicoterapia e obteve-se um total de 2.207 ocorrências, o que indica possivelmente a relevância do tema. Entretanto, pesquisas destinadas a entender o fenômeno mostram-se contraditórias e de difícil generalização, pois há distintas definições de abandono de tratamento utilizadas pelos pesquisadores. Espera-se, com este artigo, dar um passo inicial na construção de uma definição útil tanto para a pesquisa como para a prática clínica. O segundo estudo, Preditores de Abandono de Tratamento na Psicoterapia Psicanalítica de Crianças, teve como objetivo verificar preditores de abandono de tratamento na psicoterapia psicanalítica de crianças. Os resultados demonstram que uma variável sócio-demográfica (sexo) e duas variáveis clínicas (fonte de encaminhamento e tempo de tratamento) são preditoras de abandono. Os resultados são discutidos à luz da literatura sobre gênero, abandono de tratamento e crianças em psicoterapia. Algumas hipóteses são levantadas para as associações e nãoassociações encontradas neste estudo. Conhecer preditores de abandono em psicoterapia possibilita que terapeutas possam identificar precocemente pacientes pertencentes ao grupo de risco para abandono, oportunizando-lhes trabalhar preventivamente e mais diretamente aspectos de resistência e transferência negativa desses pacientes e seus familiares.
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