Corticosterona e parâmetros metabólicos de Tryngites subruficollis (aves, charadriformes, scolopacidae) durante sua permanência em sítio de invernada, no Parque Nacional da Lagoa do Peixe, Rio Grande do Sul, Brasil

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2009
Autor(a) principal: Pinto, Aline de Fraga
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Faculdade de Biociências
BR
PUCRS
Programa de Pós-Graduação em Zoologia
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/160
Resumo: Tryngites subruficollis estão na categoria vulnerável do Livro Vermelho do Estado do Rio Grande do Sul e, em 1999, foi proposta sua inclusão no apêndice 1 do Convention on the Conservation of Migratory Species of Wild Animals-United Nations Environmental Program (1999); fazendo parte do ranking de maior preocupação nos planos de conservação das aves limícolas dos Estados Unidos e do Canadá. Esta espécie é originária do extremo norte da América do Norte (sítio reprodutivo) migrando em torno de treze mil quilômetros para chegar aos sítios de invernada na América do Sul. Migração de longa distância é o deslocamento de aves, em grupos ou não, em direção aos sítios de reprodução e de invernada, respeitando os ciclos de anabolismo e catabolismo de substratos energéticos e suas variações. A corticosterona provavelmente está envolvida na regulação de alterações nas proporções de utilização dos tipos de reservas energéticas durante o vôo, onde seus níveis encontram-se elevados quando as aves necessitam fazer ajustes metabólicos ou comportamentais, como por exemplo, comportamento de forrageio e de dispersão dos animais no ambiente natural. O objetivo do presente estudo foi analisar as mudanças dos níveis plasmáticos de corticosterona e de metabólitos durante a permanência desta espécie em sítio de invernada. Os animais foram capturados de outubro de 2007 a março de 2008 e de outubro de 2008 até janeiro de 2009 no Parque Nacional da Lagoa do Peixe, o sangue foi amostrado e dados de muda foram analisados. Todos os metabólitos foram determinados no plasma utilizando-se testes padrões modificados para pequenos volumes de amostras (2 a 10Hl): corticosterona (MP Biomedicals Kit); lipídios totais (Frings & Dunn, 1970); creatina quinase, glicose, colesterol, HDL, LDL, VLDL, triglicerídeos, creatinina, ácido úrico (Labtest Kit) e proteínas totais (Lowry et al., 1951). Os resultados mostraram uma diferença significativa entre os níveis de corticosterona nas amostras de sangue coletadas dos animais em até 4 e em até 8 minutos, com os níveis de corticosterona sendo aproximadamente o dobro quando coletados em 8 minutos quando comparados aos coletados aos 4 minutos. A análise do processo de muda revelou que as penas de vôo iniciam a muda em novembro e concluem este processo em março, com um pico em janeiro. As aves mostram um aumento de massa corporal no mês de novembro e um subseqüente aumento de corticosterona em dezembro, estes aumentos do hormônio podem estar relacionados com os ajustes da muda incluindo alterações no comportamento alimentar. Os níveis de lipídios totais e de creatinina foram maiores em outubro, enquanto a creatina quinase foi maior em dezembro. Já as concentrações de triglicerídeos, de colesterol HDL e de ácido úrico foram maiores em janeiro. Uma diminuição nos níveis de creatina quinase e de ácido úrico no final do período de invernada pode indicar a recuperação da estrutura e das reservas no músculo. Glicose, colesterol total, colesterol VLDL e proteínas totais plasmáticas não mostraram variações significativas. Um aumento dos níveis de LDL observado em março pode estar relacionado com a síntese de corticosterona, pois o pico hormonal também verificado neste período deve determinar a ativação do eixo Hipotálamo-Pituitária-Adrenal (HPA), necessário para desencadear ajustes da demanda energética e do comportamento de dispersão, possibilitando desta maneira, condições para o retorno ao sítio reprodutivo (migração).
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Migração de longa distância é o deslocamento de aves, em grupos ou não, em direção aos sítios de reprodução e de invernada, respeitando os ciclos de anabolismo e catabolismo de substratos energéticos e suas variações. A corticosterona provavelmente está envolvida na regulação de alterações nas proporções de utilização dos tipos de reservas energéticas durante o vôo, onde seus níveis encontram-se elevados quando as aves necessitam fazer ajustes metabólicos ou comportamentais, como por exemplo, comportamento de forrageio e de dispersão dos animais no ambiente natural. O objetivo do presente estudo foi analisar as mudanças dos níveis plasmáticos de corticosterona e de metabólitos durante a permanência desta espécie em sítio de invernada. Os animais foram capturados de outubro de 2007 a março de 2008 e de outubro de 2008 até janeiro de 2009 no Parque Nacional da Lagoa do Peixe, o sangue foi amostrado e dados de muda foram analisados. Todos os metabólitos foram determinados no plasma utilizando-se testes padrões modificados para pequenos volumes de amostras (2 a 10Hl): corticosterona (MP Biomedicals Kit); lipídios totais (Frings & Dunn, 1970); creatina quinase, glicose, colesterol, HDL, LDL, VLDL, triglicerídeos, creatinina, ácido úrico (Labtest Kit) e proteínas totais (Lowry et al., 1951). Os resultados mostraram uma diferença significativa entre os níveis de corticosterona nas amostras de sangue coletadas dos animais em até 4 e em até 8 minutos, com os níveis de corticosterona sendo aproximadamente o dobro quando coletados em 8 minutos quando comparados aos coletados aos 4 minutos. A análise do processo de muda revelou que as penas de vôo iniciam a muda em novembro e concluem este processo em março, com um pico em janeiro. 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