Degradação das forças geradas por cadeias elásticas

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2010
Autor(a) principal: Arteche, álvaro Antônio de Freitas
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Faculdade de Odontologia
BR
PUCRS
Programa de Pós-Graduação em Odontologia
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/1080
Resumo: As cadeias elásticas são amplamente utilizadas pelos ortodontistas devido à sua facilidade de uso, ao conforto ao paciente, à praticidade na higienização e ao baixo custo. No entanto, por causa da absorção de líquidos e de outros fatores, como mudanças na temperatura, elas sofrem deformação permanente e degradação das forças geradas inicialmente. As tecnologias empregadas para a fabricação das cadeias elásticas e os materiais utilizados definem a velocidade e a quantidade de degradação de força que estes materiais irão sofrer quando distendidos em meio bucal. A fim de avaliar a degradação de força de cadeias elásticas de seis fabricantes, foi colocado um dispositivo preso ao aparelho fixo de 20 pacientes em tratamento ortodôntico, onde segmentos, com quatro elos cada, destas cadeias elásticas ficaram distendidos com uma força inicial de 150 gramas pelo período de 3 semanas. Mediu-se a força alcançada pelas cadeias no intervalo de 24 horas, uma semana e três semanas. Todas as marcas comerciais avaliadas sofreram degradação de força estatisticamente significante já na primeira medição, que variou de 5,5% a 37,66%. No final da primeira semana, a variação foi de 8,16% a 44,5% e, no final das três semanas, de 12,33% a 47,33%. Ao término do experimento, todos apresentavam forças suficientes para a movimentação dentária.
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