Comparação da rugosidade após abrasão por escovação e da microdureza entre resinas compostas nanoparticuladas e microhíbrida

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2006
Autor(a) principal: Rosa, Rogério Simões
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Faculdade de Odontologia
BR
PUCRS
Programa de Pós-Graduação em Odontologia
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/1142
Resumo: O objetivo deste estudo in vitro foi avaliar a rugosidade após abrasão por escovação de corpo triplo e a microdureza Vickers de resinas compostas para uso direto com diferentes tamanhos de partículas de carga inorgânica, como a microhíbrida Z250 e as nanoparticuladas Z350 e Supreme XT, de mesma marca comercial (3M ESPE, St Paul, Minessota, EUA). Seis corpos-de-prova (n=6) foram confeccionados para cada resina composta (Supreme XT, Z250 e Z350) e submetidos, na seqüência, a cada período simulado de escovação (controle, 6 meses, 1 ano e 2 anos). Foram realizadas 3 leituras de rugosidade de superfície Ra (μm) em cada amostra após cada simulação (total=216). Foi confeccionado 1 corpode- prova representativo de cada período simulado de escovação para cada resina composta (total=12), a fim de que fosse observado em MEV. Os valores médios mínimos e máximos obtidos foram, respectivamente, de 0,14 μm (controle) para a resina Z350 e 0,21 μm (1 ano) para a resina Z250. Foi aplicada a análise de variância, seguida do teste de Tukey ( =0,05) e constatou-se que não houve diferença estatisticamente significante entre os grupos. A fim de avaliar a rugosidade em relação ao tempo e ao tipo de resina composta testada foi aplicado o modelo linear geral, seguido do teste de Tukey ( =0,05). Observou-se uma diferença estatisticamente significante da rugosidade no período controle (0,15 μm) em relação ao período de 1 ano (0,19 μm), com relação ao tipo de resina, ambas nanoparticuladas (0,16 μm) apresentaram-se significativamente menos rugosas que a microhíbrida (0,19 μm). Os aspectos morfológicos superficiais obtidos em MEV mostram que houve padrões semelhantes de desgaste entre as resinas compostas nos grupos controle. Após os períodos simulados de escovação de 6 meses, 1 ano e 2 anos, observou-se uma surperfície mais uniforme para as resinas compostas nanoparticuladas em relação à microhíbrida. Para a microdureza Vickers, 5 amostras para cada resina composta foram confeccionadas (n=5). As médias (VHN) foram: Z250 74,44; Z350 73,87; XT 78,28. Após análise de variância, observou-se que não houve diferença significante entre elas. Baseado nos resultados, concluiu-se que as resinas compostas nanoparticuladas (Z350, Supreme XT) obtiveram comportamento similar à microhíbrida (Z250) quanto à microdureza Vickers, porém, se apresentaram menos rugosas após a abrasão por escovação.
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