Enfermagem no transplante renal : comparação da demanda de cuidado por meio de duas escalas

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2018
Autor(a) principal: Kochhann, Daiana Saute
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Escola de Medicina
Brasil
PUCRS
Programa de Pós-Graduação em Medicina e Ciências da Saúde
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/9080
Resumo: Introdução: O transplante renal representa a melhor opção de tratamento para insuficiência renal crônica, já que é mais efetivo na reabilitação do paciente portador desta patologia. Apesar da diversidade de instrumentos e de uma legislação que recomenda o número mínimo de funcionários, não há um instrumento específico para a avalição do paciente submetido ao transplante renal. Objetivo: Comparar o número de horas da demanda de cuidados de enfermagem ao paciente no pós-operatório de transplante renal, por meio dos instrumentos de Sistema de Classificação de Pacientes (SCP) e o Escore de Atividades de Enfermagem (NAS). Método: Estudo de Coorte Prospectivo. A população foi composta pelos pacientes submetidos ao transplante renal com doador falecido no Hospital São Lucas da PUCRS; eles foram avaliados pelo SCP e o NAS, de 6 a 24 horas no pós-operatório imediato, nos dias subsequentes até a alta da UTI Cirúrgica e no 15º dia pós-operatório ou no dia da alta (o que tenha ocorrido primeiro). Resultados: Avaliaram-se inicialmente 75 pacientes, dois foram excluídos do estudo, a média do SCP na primeira avaliação foi de 31,6, sendo definido como tipo de cuidado intermediário, já no NAS a média foi de 86,5%, que se caracteriza como cuidado intensivo. Na última avaliação a pontuação encontrada no SCP foi de 15,5 (tipo de cuidado mínimo) e no NAS a mediana foi de 50,1% (tipo de cuidado semi intensivo). Não houve diferença significativa quando comparadas as pontuações obtidas na alta da UTI cirúrgica e na alta hospitalar. Conclusão: Os achados deste estudo sugerem que há diferença entre o número de horas da demanda de cuidados ao transplantado renal no pós-operatório quando comparados os instrumentos SCP e NAS e isso repercute também no tipo de cuidado.
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