Avaliação da influência de células mononucleares de medula óssea no reparo ósseo de ratos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2011
Autor(a) principal: Fritscher, Guilherme Genehr
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Faculdade de Medicina
BR
PUCRS
Programa de Pós-Graduação em Medicina e Ciências da Saúde
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/1638
Resumo: Os defeitos ósseos podem ser considerados críticos ou não, de acordo com sua capacidade de reparo normal pelo organismo evitando sequelas ósseas. O tempo decorrido para ocorrer esse reparo acabará trazendo alguma sequela temporária para o paciente. Esse estudo teve como objetivo avaliar e comparar a influência de células mesenquimais indiferenciadas, cultivadas sob membranas de colágeno, no reparo de defeitos ósseos em fêmur de ratos. Dos 14 animais utilizados na pesquisa, dois foram doadores de medula óssea e doze compuseram a amostra. Os animais foram submetidos a quatro danos teciduais no fêmur direito: Grupo 1, com células mesenquimais indiferenciadas diluídas em soro fisiológico e recobertas por membrana de colágeno; Grupo 2, com células mesenquimais indiferenciadas diluídas em gel de hidroxipropilmetilcelulose (HPMC); Grupo 3, com células mesenquimais indiferenciadas diluídas em gel de HPMC e recobertas com membrana de colágeno; e Grupo 4, controle: reparo espontâneo. Quatro animais foram eutanasiados nos períodos de 7, 18 e 30 dias pós-operatórios e avaliados por meio de histologia com hematoxilina e eosina em micorscopia de luz e demicroscopia eletrônica de varredura. Todos os grupos estudados tiveram reparoda cavidade óssea formada, muito embora somente o grupo controle tenha apresentado formação de cortical óssea na sua porção externa em 30 dias. O presente estudo sugere que o uso de células mesenquimais indiferenciadas não contribui para acelerar o processo de reparo ósseo em defeitos não críticos. O uso desses biomateriais pode inclusive atrasar o processo de reparo ósseo, uma vez que o organismo terá que reabsorver esse biomaterial, ao mesmo tempo que deverá estar formando novo osso
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