“Quem fala que não leva o trabalho pra casa ‘tá’ mentindo”: o processo de subjetivação das/os policiais penais
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de São Carlos
Câmpus São Carlos |
| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Sociologia - PPGS
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Palavras-chave em Inglês: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | https://hdl.handle.net/20.500.14289/22302 |
Resumo: | This thesis seeks to understand how the process of subjectivation of male and female prison officers occurs based on their work in correctional institutions, using the concept of “prisonization” developed by Clemmer as a theoretical basis. In addition, the work seeks to uncover whether there are differences in the perceptions of women and men. In other words, the aim is to articulate gender and the construction of a prisonized subjectivity. For that purpose, a mixed-methods methodology was employed. From a qualitative perspective, 57 interviews were conducted with prison officers based in the Metropolitan Region of Belo Horizonte, where 22 were women and 35 were men. From a quantitative perspective, 91 structured questionnaires were answered, 53 by male prison officer and 38 by female prison officer. The analyses indicated that custodial techniques are transformed into a self-techniques, in which the officers guide their conduct both inside and outside the prison. A prisonized subjectivity is the construction and adoption of the prison culture that is supported by distrust, fear, violence, hostility, hyper-vigilance, valorization of the performances of masculinity. |
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Araújo, Isabela Cristina Alves deSinhoretto, Jacquelinehttp://lattes.cnpq.br/7743699562476490Ribeiro, Ludmila Mendonça Lopeshttp://lattes.cnpq.br/3513195789991271https://lattes.cnpq.br/1251611779076821https://orcid.org/0000-0002-2526-4825https://orcid.org/0000-0002-8718-779Xhttps://orcid.org/0000-0003-4304-22542025-07-11T13:33:28Z2024-09-26ARAÚJO, Isabela Cristina Alves de. “Quem fala que não leva o trabalho pra casa ‘tá’ mentindo”: o processo de subjetivação das/os policiais penais. 2024. Tese (Doutorado em Sociologia) – Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2024. Disponível em: https://repositorio.ufscar.br/handle/20.500.14289/22302.https://hdl.handle.net/20.500.14289/22302This thesis seeks to understand how the process of subjectivation of male and female prison officers occurs based on their work in correctional institutions, using the concept of “prisonization” developed by Clemmer as a theoretical basis. In addition, the work seeks to uncover whether there are differences in the perceptions of women and men. In other words, the aim is to articulate gender and the construction of a prisonized subjectivity. For that purpose, a mixed-methods methodology was employed. From a qualitative perspective, 57 interviews were conducted with prison officers based in the Metropolitan Region of Belo Horizonte, where 22 were women and 35 were men. From a quantitative perspective, 91 structured questionnaires were answered, 53 by male prison officer and 38 by female prison officer. The analyses indicated that custodial techniques are transformed into a self-techniques, in which the officers guide their conduct both inside and outside the prison. A prisonized subjectivity is the construction and adoption of the prison culture that is supported by distrust, fear, violence, hostility, hyper-vigilance, valorization of the performances of masculinity.Este trabalho tem como objetivo compreender como se dá o processo de subjetivação que policiais penais mulheres e homens experenciam ao trabalhar em instituições prisionais, a partir da concepção de prisionização desenvolvida por Clemmer (1950). Além disso, procura desvelar se existem diferenças nas percepções de mulheres e homens. Ou seja, busca-se articular o gênero e a construção de uma subjetividade prisionizada. Para tanto, no sentido empírico, foi empregada uma metodologia mista. Na perspectiva qualitativa, foram analisadas 57 entrevistas realizadas com agentes prisionais lotados na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), sendo 22 mulheres e 35 homens. Já na perspectiva quantitativa, 91 questionários estruturados foram respondidos – 38 por mulheres e 53 por homens. As análises indicaram que as técnicas custodiais se transformam em técnicas de si, em que as/os policiais orientam a condução de suas condutas, tanto dentro quanto fora das unidades prisionais. Uma subjetividade prisionizada é, assim, a construção e adoção da cultura prisional que se ancora na desconfiança, no medo, na violência, na hostilidade, na hipervigilância e na valorização das performances da masculinidade.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)88887.489497/2020-00porUniversidade Federal de São CarlosCâmpus São CarlosPrograma de Pós-Graduação em Sociologia - PPGSUFSCarAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessPrisonizationPrison officerPenitentiary systemMilitarizationGenderCIENCIAS HUMANAS::SOCIOLOGIAPrisionizaçãoPolícia penalSistema prisionalMilitarizaçãoGênero“Quem fala que não leva o trabalho pra casa ‘tá’ mentindo”: o processo de subjetivação das/os policiais penais“Anyone who says they don’t bring work home is not telling the truth”: the subjectivation of penal officersinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisreponame:Repositório Institucional da UFSCARinstname:Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR)instacron:UFSCARORIGINALQuem fala que não leva o trabalho pra casa tá mentindo.pdfQuem fala que não leva o trabalho pra casa tá mentindo.pdfapplication/pdf3669155https://repositorio.ufscar.br/bitstreams/db00943f-b803-4b33-8d32-e1dbb6337773/download2a577cd9534b9d558f4407be0d340bafMD51trueAnonymousREADCC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; charset=utf-8906https://repositorio.ufscar.br/bitstreams/6c92a144-e3c0-4f67-991b-48503ad57ca9/downloadfba754f0467e45ac3862bc2533fb2736MD52falseAnonymousREADTEXTQuem fala que não leva o trabalho pra casa tá mentindo.pdf.txtQuem fala que não leva o trabalho pra casa tá mentindo.pdf.txtExtracted texttext/plain103629https://repositorio.ufscar.br/bitstreams/9ea5df36-6ce1-4f36-bde1-f35c4b52f805/download7b8fd2eb7a1840c9a882b34ad5ea842eMD53falseAnonymousREADTHUMBNAILQuem fala que não leva o trabalho pra casa tá mentindo.pdf.jpgQuem fala que não leva o trabalho pra casa tá mentindo.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg4121https://repositorio.ufscar.br/bitstreams/87f4fb9e-bede-4000-8ae9-03da97ceef65/download0888bb3f14dd5628339dfcdc2203f6f4MD54falseAnonymousREAD20.500.14289/223022025-07-12T03:00:48.957220Zhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilopen.accessoai:repositorio.ufscar.br:20.500.14289/22302https://repositorio.ufscar.brRepositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufscar.br/oai/requestrepositorio.sibi@ufscar.bropendoar:43222025-07-12T03:00:48Repositório Institucional da UFSCAR - Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR)false |
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