Avaliação dos métodos de normalização do sinal eletromiográfico dos músculos trapézio e serrátil anterior

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2017
Autor(a) principal: Cid, Marina Machado
Orientador(a): Oliveira, Ana Beatriz de lattes
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Carlos
Câmpus São Carlos
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia - PPGFt
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://repositorio.ufscar.br/handle/20.500.14289/9098
Resumo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
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spelling Cid, Marina MachadoOliveira, Ana Beatriz dehttp://lattes.cnpq.br/1049547759186556Padovez, Roberta de Fátima Carreira Moreirahttp://lattes.cnpq.br/8540935203896510http://lattes.cnpq.br/049576750032583859330fda-1c25-4574-83a4-56a1a496293c2017-09-20T20:05:33Z2017-09-20T20:05:33Z2017-02-24CID, Marina Machado. Avaliação dos métodos de normalização do sinal eletromiográfico dos músculos trapézio e serrátil anterior. 2017. Dissertação (Mestrado em Fisioterapia) – Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2017. Disponível em: https://repositorio.ufscar.br/handle/20.500.14289/9098.https://repositorio.ufscar.br/handle/20.500.14289/9098Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)FAPESP: 2013/23098-6FAPESP: 2016/22386-6A diferença de sexo no padrão de atividade muscular tem sido recentemente apontada como um importante fator de risco associado à maior prevalência de distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho entre as mulheres. As diferenças relatadas na literatura apontam que mulheres apresentam maior ativação e menor repouso muscular que homens. Nesse contexto, a avaliação do padrão de atividade muscular considerando a diferença de sexo se faz necessária. A eletromiografia de superfície (surface electromyography - sEMG) é um importante método não-invasivo capaz de fornecer informações diretas do nível e padrão de ativação muscular. Para amenizar interferências intrínsecas e extrínsecas, a normalização da sEMG é um procedimento recomendado. Contudo, ainda não há um consenso em relação ao método de normalização da sEMG mais adequado, uma vez que muitos estudos utilizam a contração voluntária máxima (CVM), outros indicam a utilização da contração voluntária submáxima (CVS) para cada músculo avaliado individualmente, enquanto alguns autores realizam a normalização através de contrações de referência que envolvem registro de todos os músculos de interesse simultaneamente. O tipo de normalização do sinal eletromiográfico pode ser um fator importante ao considerar a diferença de sexo, uma vez que estudos realizados anteriormente identificaram diferenças no padrão de atividade muscular de homens e mulheres a partir o sinal eletromiográfico normalizado, sendo que essas diferenças não ocorreram na análise do sinal bruto. A normalização da sEMG é também desafiadora ao serem considerados sujeitos com e sem sintomas musculoesqueléticos. A dor pode comprometer a realização da CVM, método mais comumente utilizado para normalização e recomendado para sujeitos saudáveis. Nesse contexto, essa dissertação contempla dois estudos, com o intuito de contribuir para a padronização dos procedimentos de normalização da sEMG, considerando mulheres saudáveis e com dor na região de pescoço e ombro (Estudo 1), bem como na avaliação da diferença de sexos (Estudo 2). O Estudo 1 teve como objetivo avaliar a confiabilidade intradia e interdias das contrações voluntárias máximas e submáximas para as quatro porções do músculo trapézio, realizadas para normalização do sinal eletromiográfico, em mulheres saudáveis e com dor na região de pescoço e ombro. Em geral, as CVS apresentaram maior confiabilidade para quase todas as porções do músculo trapézio em ambas as populações avaliadas. O Estudo 2 teve como objetivo investigar se as diferenças de sexo variam de acordo com o método aplicado para normalização do sinal eletromiográfico registrado durante uma tarefa repetitiva, considerando os músculos trapézio e serrátil anterior. Para isso, foram aplicados 4 métodos de normalização da sEMG a partir de diferentes tipos de contrações musculares: CVM, CVS1kg e CVSPC (carga determinada de acordo com o peso corporal de cada indivíduo) e CVS25% (carga correspondente à 25% da CVM). Em geral, as diferenças de sexo foram identificadas no sinal eletromiográfico normalizado a partir da CVS25%, sendo que as mulheres apresentaram maior nível de ativação muscular durante a realização da tarefa em relação aos homens. Ainda, não houve diferença entre homens e mulheres na atividade elétrica registrada durante a CVM para todos os músculos. No entanto, os homens produziram, no mínimo, 50% a mais de força e apresentaram maior eficiência neuromuscular do que as mulheres. Os estudos permitem concluir que as contrações submáximas são recomendadas para procedimentos de normalização do sinal eletromiográfico do músculo trapézio na avaliação de mulheres saudáveis e com dor na região de pescoço e ombro; e que ao considerar a avaliação da diferença de sexo no padrão de atividade muscular, o método de normalização da sEMG deve ser baseado na CVM, uma vez que apenas esse foi capaz de evidenciar a diferença de sexo durante a realização de uma tarefa repetitiva.porUniversidade Federal de São CarlosCâmpus São CarlosPrograma de Pós-Graduação em Fisioterapia - PPGFtUFSCarErgonomiaEletromiografia de superfícieConfiabilidadeLER/DORTCIENCIAS DA SAUDE::FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONALAvaliação dos métodos de normalização do sinal eletromiográfico dos músculos trapézio e serrátil anteriorinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisOnline600600abcad86a-2e7f-4b8e-931b-5764becc5fafinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFSCARinstname:Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR)instacron:UFSCARORIGINALDissMMC.pdfDissMMC.pdfapplication/pdf1499838https://repositorio.ufscar.br/bitstreams/3b12065e-5654-49c3-87a1-c41a39633fe4/downloadce22bce427c458efc6c187c210f75317MD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81957https://repositorio.ufscar.br/bitstreams/b1367e0d-a56a-4b2d-a0b1-d96fbabe6647/downloadae0398b6f8b235e40ad82cba6c50031dMD52falseAnonymousREADTEXTDissMMC.pdf.txtDissMMC.pdf.txtExtracted texttext/plain109165https://repositorio.ufscar.br/bitstreams/de0ca78e-a2d9-42db-addf-bb6b4f6f15da/download1b6dfd1928e2b777feba662839899534MD55falseAnonymousREADTHUMBNAILDissMMC.pdf.jpgDissMMC.pdf.jpgIM Thumbnailimage/jpeg6887https://repositorio.ufscar.br/bitstreams/092019b9-e438-423c-878c-3c5d8dd580ae/downloadfaa523973dcfcd1b8043fcdbcc5aea3dMD56falseAnonymousREAD20.500.14289/90982025-02-05 17:39:50.646Acesso abertoopen.accessoai:repositorio.ufscar.br:20.500.14289/9098https://repositorio.ufscar.brRepositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufscar.br/oai/requestrepositorio.sibi@ufscar.bropendoar:43222025-02-05T20:39:50Repositório Institucional da UFSCAR - Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR)falseTElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkNvbSBhIGFwcmVzZW50YcOnw6NvIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCB2b2PDqiAobyBhdXRvciAoZXMpIG91IG8gdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IpIGNvbmNlZGUgw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlCkZlZGVyYWwgZGUgU8OjbyBDYXJsb3MgbyBkaXJlaXRvIG7Do28tZXhjbHVzaXZvIGRlIHJlcHJvZHV6aXIsICB0cmFkdXppciAoY29uZm9ybWUgZGVmaW5pZG8gYWJhaXhvKSwgZS9vdQpkaXN0cmlidWlyIGEgc3VhIHRlc2Ugb3UgZGlzc2VydGHDp8OjbyAoaW5jbHVpbmRvIG8gcmVzdW1vKSBwb3IgdG9kbyBvIG11bmRvIG5vIGZvcm1hdG8gaW1wcmVzc28gZSBlbGV0csO0bmljbyBlCmVtIHF1YWxxdWVyIG1laW8sIGluY2x1aW5kbyBvcyBmb3JtYXRvcyDDoXVkaW8gb3UgdsOtZGVvLgoKVm9jw6ogY29uY29yZGEgcXVlIGEgVUZTQ2FyIHBvZGUsIHNlbSBhbHRlcmFyIG8gY29udGXDumRvLCB0cmFuc3BvciBhIHN1YSB0ZXNlIG91IGRpc3NlcnRhw6fDo28KcGFyYSBxdWFscXVlciBtZWlvIG91IGZvcm1hdG8gcGFyYSBmaW5zIGRlIHByZXNlcnZhw6fDo28uCgpWb2PDqiB0YW1iw6ltIGNvbmNvcmRhIHF1ZSBhIFVGU0NhciBwb2RlIG1hbnRlciBtYWlzIGRlIHVtYSBjw7NwaWEgYSBzdWEgdGVzZSBvdQpkaXNzZXJ0YcOnw6NvIHBhcmEgZmlucyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBiYWNrLXVwIGUgcHJlc2VydmHDp8Ojby4KClZvY8OqIGRlY2xhcmEgcXVlIGEgc3VhIHRlc2Ugb3UgZGlzc2VydGHDp8OjbyDDqSBvcmlnaW5hbCBlIHF1ZSB2b2PDqiB0ZW0gbyBwb2RlciBkZSBjb25jZWRlciBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcwpuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4gVm9jw6ogdGFtYsOpbSBkZWNsYXJhIHF1ZSBvIGRlcMOzc2l0byBkYSBzdWEgdGVzZSBvdSBkaXNzZXJ0YcOnw6NvIG7Do28sIHF1ZSBzZWphIGRlIHNldQpjb25oZWNpbWVudG8sIGluZnJpbmdlIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRlIG5pbmd1w6ltLgoKQ2FzbyBhIHN1YSB0ZXNlIG91IGRpc3NlcnRhw6fDo28gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIHZvY8OqIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6oKZGVjbGFyYSBxdWUgb2J0ZXZlIGEgcGVybWlzc8OjbyBpcnJlc3RyaXRhIGRvIGRldGVudG9yIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBwYXJhIGNvbmNlZGVyIMOgIFVGU0NhcgpvcyBkaXJlaXRvcyBhcHJlc2VudGFkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGUgcXVlIGVzc2UgbWF0ZXJpYWwgZGUgcHJvcHJpZWRhZGUgZGUgdGVyY2Vpcm9zIGVzdMOhIGNsYXJhbWVudGUKaWRlbnRpZmljYWRvIGUgcmVjb25oZWNpZG8gbm8gdGV4dG8gb3Ugbm8gY29udGXDumRvIGRhIHRlc2Ugb3UgZGlzc2VydGHDp8OjbyBvcmEgZGVwb3NpdGFkYS4KCkNBU08gQSBURVNFIE9VIERJU1NFUlRBw4fDg08gT1JBIERFUE9TSVRBREEgVEVOSEEgU0lETyBSRVNVTFRBRE8gREUgVU0gUEFUUk9Dw41OSU8gT1UKQVBPSU8gREUgVU1BIEFHw4pOQ0lBIERFIEZPTUVOVE8gT1UgT1VUUk8gT1JHQU5JU01PIFFVRSBOw4NPIFNFSkEgQSBVRlNDYXIsClZPQ8OKIERFQ0xBUkEgUVVFIFJFU1BFSVRPVSBUT0RPUyBFIFFVQUlTUVVFUiBESVJFSVRPUyBERSBSRVZJU8ODTyBDT01PClRBTULDiU0gQVMgREVNQUlTIE9CUklHQcOHw5VFUyBFWElHSURBUyBQT1IgQ09OVFJBVE8gT1UgQUNPUkRPLgoKQSBVRlNDYXIgc2UgY29tcHJvbWV0ZSBhIGlkZW50aWZpY2FyIGNsYXJhbWVudGUgbyBzZXUgbm9tZSAocykgb3UgbyhzKSBub21lKHMpIGRvKHMpCmRldGVudG9yKGVzKSBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZGEgdGVzZSBvdSBkaXNzZXJ0YcOnw6NvLCBlIG7Do28gZmFyw6EgcXVhbHF1ZXIgYWx0ZXJhw6fDo28sIGFsw6ltIGRhcXVlbGFzCmNvbmNlZGlkYXMgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EuCg==
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