Estudo da correlação entre a corrente de “shunt” e a feometria do ponto de solda em função do espeçamento, em chapa de aço de baixo teor de carbono e espessura de 0,8 mm.

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2010
Autor(a) principal: Pinheiro, Heitor Jose de Godoy
Orientador(a): Barra, Sergio Rodrigues
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Faculdade de Tecnologia SENAI CIMATEC
Programa de Pós-Graduação: Gestão e Tecnologia Industrial
Departamento: Não Informado pela instituição
País: brasil
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://repositoriosenaiba.fieb.org.br/handle/fieb/783
Resumo: O processo de soldagem a ponto por resistência elétrica ainda hoje é o principal processo de união de chapas metálicas na indústria automobilística, devido a sua simplicidade, o baixo custo de produção, a alta taxa de produtividade e a não utilização de metal de adição durante a formação do ponto de solda na montagem das carrocerias. A corrente de “shunt” ou corrente derivada, é um fenômeno que ocorre no processo de soldagem por resistência, quando parte da corrente de soldagem é desviada (derivada) do ponto de solda, em formação, em decorrência do surgimento de um circuito elétrico adjacente. Este efeito pode ocorrer em diversas circunstâncias, principalmente quando são executados pontos de solda consecutivos e sequências, denominada de soldagem em série, mantendo-se uma distância reduzida entre estes. Nesta condição, a redução da corrente útil induzida pela corrente desviada poderá ocasionar problemas de qualidade na formação da zona fundida e, como consequência, a necessidade da imposição de valores de corrente fora da faixa de projeto. Assim, esta dissertação estuda um método para determinar o valor da corrente de “shunt” a partir da correlação entre a resistência dinâmica e a geometria da zona fundida, para da diferentes valores da distância entre os pontos de solda. No estudo, foram realizadas soldagens em corpos de prova confeccionas com chapas de aço carbono (0,13% C) com 0,8 mm de espessura, coleta dos valores instantâneos da corrente e da tensão soldagem e a determinação da resistência dinâmica, nos enrolamentos primário e secundário do transformador, para diferentes distâncias entre os pontos de solda. Como resultado, o trabalho demonstrar a possibilidade de se estimar a corrente de “shunt” em função da distância projetada para pontos de solda adjacentes e, adicionalmente, que a resistência dinâmica (medição dos valores de corrente e tensão de soldagem) pode ser medida tanto no secundário quanto no primário do transformador, evidenciando a robustez do método para esta aplicação industrial.
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