Ensaios de fadiga e seu efeito na adaptação entre pilares protéticos de implantes tipo hexágono externo e interno
| Ano de defesa: | 2014 |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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[s.n.]
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://biblioteca.slmandic.edu.br/TerminalWebRI/acervo/detalhe/67052 |
Resumo: | O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito da fadiga na adaptação entre pilares protéticos de implantes de plataforma de hexágono externo e interno, por meio de microscopia eletrônica de varredura e da avaliação qualitativa da interface. Foram avaliados 40 conjuntos de implante tipo HE e 40 conjuntos de implante tipo HI. Todos os pilares com cinta metálica utilizados foram sobrefundidos com liga de cromo-cobalto, acoplados aos respectivos implantes e divididos aleatoriamente em oito grupos (n = 10), de acordo com o implante e, posteriormente, submetidos a ensaios de fadiga (0, 1 x 106, 2 x 106, 5 x 106 ensaios) com carga axial. Finalizados os ensaios, as amostras de cada sistema foram embutidas em resina acrílica, seccionadas longitudinalmente e preparadas para avaliação da adaptação da interface implante-pilar medida em três pontos: na borda externa, a 100 e 200 µm desta, por meio de microscopia eletrônica de varredura, com aumentos entre 500 e 5.000 vezes. A avaliação qualitativa foi realizada por escores em tipos I, II, III e IV que significam ausência de discrepância no sentido horizontal e vertical, discrepância somente no sentido horizontal, discrepância somente no sentido vertical e discrepâncias horizontais e verticais simultaneamente entre o implante e o pilar protético, respectivamente. A análise de variância a dois critérios revelou interação significativa entre o tipo de plataforma e o número de ensaios de fadiga (p = 0,014). O teste de Tukey indicou que na ausência de ensaios de fadiga ou em simulação de 5 x 106 ciclos de mastigação, os implantes tipo HE e HI não diferiram significativamente entre si quanto à fenda na interface. Em 1 x 106 ou 2 x 106 ensaios de fadiga, as fendas na interface dos implantes HE foram significativamente menores em relação àquelas verificadas para os implantes de plataforma tipo HI. Considerando os implantes HE, o teste revelou que a realização de ensaios de fadiga, seja de 1 x 106, 2 x 106 ou 5 x 106 ciclos, repercutiu em fenda significativamente menor em relação à condição em que não se simulou a fadiga. Nos implantes de HI, não se observou diferença significativa entre os valores de fenda na interface quando foram comparadas às condições em que foram simulados 0, 1 x 106, 2 x 106 ciclos. Ao término de 5 x 106 ensaios, a fenda na interface foi significativamente menor em relação às demais condições. De acordo com a avaliação qualitativa da interface, foi observada predominância de desadaptação horizontal e vertical simultâneas em 65% dos implantes HE e 45% para HI. Após 5 x 106 ensaios de fadiga ocorreu predominância de ausência de desadaptação vertical e horizontal simultaneamente para 55% das amostras dos implantes HI e 55% de ausência de desadaptação vertical no grupo HE. Conclui-se que para os implantes tipo hexágono externo, foi observada melhora na adaptação a partir de 1 x 106 independentemente do número de ensaios de fadiga simulados. Para os implantes tipo hexágono interno houve melhora da adaptação após 5 x 106 ensaios mastigatórios de fadiga. De acordo com a classificação qualitativa da interface, dentro dos períodos de ensaios de fadiga estudados, quanto maior o número de ciclos maior o percentual de amostras com ausência de desadaptação vertical, em ambos os grupos de implantes. Palavras-chave: Osseointegração. Implante dentário. Fadiga. Projeto do implante dentário-pilar. |
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