Resistência à flexão do reparo da resina composta convencional ou bulk-fill com materiais restauradores de alta e baixa viscosidades

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2022
Autor(a) principal: Foscarini, Atimisa Vilas boas
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: [s.n.]
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://biblioteca.slmandic.edu.br/TerminalWebRI/acervo/detalhe/168798
Resumo: Dissertação (Mestrado em Dentística) - Centro de Pesquisas Odontológicas São Leopoldo Mandic.
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spelling Resistência à flexão do reparo da resina composta convencional ou bulk-fill com materiais restauradores de alta e baixa viscosidadesResinas CompostasResistência à flexãoViscosidadeArtigoDissertação (Mestrado em Dentística) - Centro de Pesquisas Odontológicas São Leopoldo Mandic.O reparo de uma restauração é um procedimento conservativo que se realiza quando se objetiva a máxima preservação da estrutura dental. Entretanto, faltam estudos sobre processo de reparo em restaurações com resinas compostas bulk-fill. O objetivo foi avaliar in vitro a resistência flexural de restaurações reparadas com compósitos de diferentes viscosidades, após 24 horas e após 6 meses da realização da restauração. Foram confeccionadas 120 amostras (25 mm x 2 mm x 2 mm, ISO 4049/2019) sendo 60 de uma resina nanoparticulada convencional (Filtek Z350XT, 3M ESPE) e 60 de uma resina nanoparticulada bulk-fill (Filtek One Bulk-Fill, 3M ESPE). As amostras foram fotopolimerizadas utilizando o diodo emissor de luz (LED) (Valo, Ultradent; South Jordan, UT, EUA) no modo Standard Power (1000 mw/cm²), durante o tempo de 20 segundos, em três pontos ao longo da superfície da barra. Após a remoção da matriz, foi feita uma fotoativação adicional na parte inferior da amostra. Após 24 horas de armazenamento em água destilada a 37?C, todas as amostras confeccionadas foram submetidas ao teste de flexão de 3 pontos, sendo que metade foi reparada imediatamente (24 h) e a outra metade após 6 meses de armazenamento em água destilada a 37?C. Os reparos foram realizados através da asperização da superfície com ponta diamantada #4138 (KG Sorensen; Cotia, SP, Brasil), aplicação do ácido fosfórico 35% (Ultra-Etch, Ultradent, Indaiatuba, SP, Brasil), do silano (RelyX Ceramic Primer, 3M ESPE, St. Paul, MN, EUA) e do adesivo universal (Single Bond Universal, 3M), com (n=15): resinas compostas de alta viscosidade (Filtek Z350XT, Filtek One Bulk-Fill) ou resinas compostas de baixa viscosidade (Filtek Z350XT Flow, Filtek Bulk-Fill Flow). O teste de flexão (MPa) foi realizado em máquina de ensaio universal com velocidade de 0,75 mm/min e com uma célula de carga de 50 kgf. O padrão de fratura também foi determinado. Os dados foram avaliados por modelos lineares generalizados, teste de Qui-quadrado e Exato de Fisher (?=0,05). Não houve diferença significativa entre as duas resinas quanto à resistência flexural inicial (p=0,42). Após 24 h ou 6 meses, os reparos realizados com as resinas compostas de baixa viscosidade (Z350 XT Flow e Bulk-Fill Flow) obtiveram maiores valores de MPa comparados aos de alta viscosidade (Z350 XT e Bulk-Fill One) (p=0,0006). Independentemente do material, quando realizado reparo houve diminuição significativa dos valores de MPa após 24 h e aumento após 6 meses (p<0,0001). No tempo imediato, para ambas as resinas de base, não houve associação significativa entre o material de reparo e o padrão de fratura. Quando foi realizado reparo após 6 meses na resina composta convencional, houve associação significativa entre o material de reparo e o padrão de fratura (p=0,022), sendo que a maioria das amostras teve fratura na interface adesiva e resina nova ou na interface adesiva e resina velha. Conclui-se que embora o material a ser reparado não influencie na resistência flexural do compósito, resinas compostas de baixa viscosidade promoveram maior resistência flexural do material reparado. Independentemente do material a ser restaurado ou utilizado no reparo, os reparos realizados neste estudo após 6 meses promoveram um aumento da resistência flexural ao longo do tempo.[s.n.]Vieira Junior, Waldemir FranciscoCentro de Pesquisas Odontológicas São Leopoldo MandicFoscarini, Atimisa Vilas boas2022info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesis45f. : il.https://biblioteca.slmandic.edu.br/TerminalWebRI/acervo/detalhe/168798porreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da Faculdade São Leopoldo Mandicinstname:Faculdade São Leopoldo Mandicinstacron:SLMANDICinfo:eu-repo/semantics/openAccess2023-12-18T09:20:15Zoai:prima.com.br:168798Biblioteca Digital de Teses e DissertaçõesPRIhttps://biblioteca.slmandic.edu.br/biblioteca/oai/oai.aspsamanta.capeletto@slmandic.edu.bropendoar:2023-12-18T09:20:15Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da Faculdade São Leopoldo Mandic - Faculdade São Leopoldo Mandicfalse
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