Política monetária e depósitos compulsórios em uma pequena economia aberta

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2016
Autor(a) principal: Haraguchi, Carlos Alberto Takashi
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Católica de Brasília
Escola de Gestão e Negócios
Brasil
UCB
Programa Strictu Sensu em Economia de Empresas
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://bdtd.ucb.br:8443/jspui/handle/tede/2078
Resumo: Este trabalho avalia os efeitos de choques sobre uma pequena economia aberta (PEA) utilizando um modelo dinâmico estocástico de equilíbrio geral (DSGE, em inglês) com fricções financeiras e uma política macroprudencial de exigência de depósitos compulsórios por parte da autoridade monetária. A partir dessa modelagem, foram analisados o papel do câmbio como canal de propagação de choques e alternativas de regras de Taylor e políticas de compulsórios que a autoridade monetária poderia implementar. As simulações indicaram que o câmbio tem um papel ativo na transmissão de choques de política monetária doméstica, de produtividade e de política monetária externa, mas a intensidade depende do grau de abertura da economia. A escolha entre as medidas de inflação doméstica (PPI) ou ao consumidor (CPI) para a regra de Taylor resultou num desempenho ligeiramente melhor para a PPI no que se refere à estabilidade. Em se tratando da inclusão da taxa real de câmbio na regra, as diferenças foram bem mais significativas indicando que, para atingir uma mesma meta de inflação, o choque necessário na taxa de juros e a consequente queda no produto seriam menores, além de uma convergência ao equilíbrio mais rápida. O custo, porém, foi uma trajetória mais volátil da taxa de inflação. A ausência de exigibilidade de depósitos compulsórios na autoridade monetária se mostrou mais indicada em situações de choques externos por provocar menor oscilação no produto e nos preços domésticos. Uma política de compulsórios, por outro lado, auxiliou a estabilizar o produto após um choque de política monetária interna.
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