Carlota Joaquina, "Sua majestade interessantíssima" : uma releitura de Chrysanthème

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2026
Autor(a) principal: PROCHNER, Thatiane
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://biblioteca.sophia.com.br/terminalri/9566/acervo/detalhe/160388
Resumo: (Mestrado em Letras) - Programa de Pós Graduação em Letras, Universidade Estadual do Centro-Oeste
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spelling Carlota Joaquina, "Sua majestade interessantíssima" : uma releitura de ChrysanthèmeCARLOTA JOAQUINAPERSONAGEMA INFANTA CARLOTA JOAQUINAMULHER-OBJETO - MULHER-SUJEITOCRÍTICA FEMINISTA(Mestrado em Letras) - Programa de Pós Graduação em Letras, Universidade Estadual do Centro-OesteCarlota Joaquina é uma personagem histórica singular e de grande veiculação na história, na literatura e em outras mídias. Porém, nem sempre sua imagem figura de forma positiva. A maior parte dos discursos que propagam uma imagem deturpada – e, em grande medida, ultrajante – da rainha aparece em textos escritos por homens e, quando escritos por mulheres, ressoam ecos de sexismo. Na esfera historiográfica, no entanto, há uma revisão bastante consistente da história dessa personagem, permitindo um alargamento do olhar em torno de sua atuação política, fortemente ofuscada por aspectos íntimos de sua vida, utilizados como argumentos diante de seu potencial político e intelectual. Todavia, a produção literária, nosso foco para esta pesquisa, ainda se pauta em elementos dessa intimidade, a fim de favorecer a imagem degenerada, salvo exceções (as quais, obviamente, nos interessam sobremaneira). À vista disso, frente a várias formas de representação da personagem, buscamos, na literatura, uma obra que promova um diálogo frutífero entre o que se repercutiu a respeito da infanta, o que se contrapõe e o que se explica diante desses discursos, levando-se em conta os contextos históricos, bem como a condição feminina e a situação da mulher em nossa sociedade ao longo dos anos. Assim, após proceder a um levantamento de obras que ilustram esse mencionado perfil corrompido, pretendemos a leitura e a análise interpretativa do romance A infanta Carlota Joaquina, publicado em 1937, por Cecília de Vasconcelos – a Chrysanthème. Romance que, em linhas gerais, a partir da observação da injúria, defende a Rainha Carlota e justifica seus atos, comparando-a ao esposo e trazendo a reflexão da inversão de papéis, tendo em vista uma mulher que está inserida em uma sociedade patriarcal. Nossa tese, portanto, fundamenta-se na seguinte questão: "Qual Carlota Joaquina é representada no romance de Chrysanthème?". Para respondê-la, dividimos a discussão em três seções, as quais primeiramente identificam obras (prioritariamente do universo literário) que representam a personagem, para, em seguida, delimitar o corpus – o romance de Chrysanthème – e analisá-lo em seu contexto histórico e de produção. A seguir, propusemos revisitar a personagem representada pela autora e os recortes para a sua construção (Candido, 1968), a partir de uma estruturação do romance em cinco partes básicas, as quais intitulamos Carlota Menina, Carlota Esposa, Carlota Mãe, Carlota Política e Carlota Mulher. Nossa hipótese se concretiza na identificação de uma personagem que passa de mulher-objeto à mulher-sujeito (Zolin, 2009) diante dos atravessamentos sociais aos quais ela é submetida desde a tenra idade. A linguagem literária produzida por Chrysanthème e os aspectos selecionados por ela para representar a personagem Carlota Joaquina dão o norte para os encaminhamentos da pesquisa. O respaldo para nossa argumentação toma por base os estudos de Perrot (2005, 2019), Azevedo (2003, 2007), Pereira (1999), Cassotti (2009, 2017), Rezzutti (2018), Pinto (2006), hooks (2023), dentre outros(as) autores(as). Nossa pesquisa intenta o resgate de uma autora da primeira metade do século XX, cuja produção literária e cronística permaneceu silenciada durante muitos anos. Em particular, o romance que ora analisamos promove o duplo olhar crítico para autora e obra, por meio de uma personagem histórica a qual representa não apenas uma individualidade, mas uma coletividade feminina igualmente por muito tempo silenciada e/ou oprimida.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESAcesso AbertoCarlota Joaquina is a singular historical figure widely circulated in history, literature, and other media. However, her image is not always portrayed positively. Most of the discourses that propagate a distorted – and, to a large extent, outrageous – image of the queen appears in texts written by men, and when written by women, they resonate with echoes of sexism. In the historiographical sphere, however, there is a fairly consistent revision of this character's history, allowing for a broader perspective on her political activities, which are heavily overshadowed by inner aspects of her life, used as arguments for her political and intellectual potential. However, literary production, our focus for this research, still relies on elements of this intimacy to promote a degenerate image, with a few exceptions (which, of course, interest us greatly). In view of this, given the various forms of representation of the character, we seek, in literature, a work that promotes a fruitful dialogue between the repercussions related to the Infanta, the oppositions and what is explained about these discourses, taking into account the historical contexts, as well as the female condition and the situation of women in our society over the years. Thus, after surveying works that illustrate this aforementioned corrupted profile, we intend to read and interpret the novel A Infanta Carlota Joaquina, published in 1937 by Cecília de Vasconcelos – Chrysanthème. This novel, broadly speaking, based on the observation of the insult, defends Queen Carlota and justifies her actions, comparing her to her husband and reflecting on the reversal of roles, considering a woman inserted in a patriarchal society. Our thesis, therefore, is based on the following question: "Which Carlota Joaquina is represented in Chrysanthème’s novel?". To answer it, we divided the discussion into three chapters, which first identify works (primarily from the literary universe) that represent the character, to then delimit the corpus – Chrysanthème’s novel – and analyze it in its historical and production context. Next, the proposal is to revisit the character represented by the author and the excerpts for its construction (Candido, 1968), based on a structuring of the novel in five basic parts, which we titled Carlota Girl, Carlota Wife, Carlota Mother, Carlota Politician and Carlota Woman. Our hypothesis is based on the identification of a character who transitions from woman-object to woman-subject (Zolin, 2009) through the social transitions to which she is subjected from a young age. The literary language produced by Chrysanthème and the aspects she selects to represent the character Carlota Joaquina guide the research. Our argument is supported by studies by Perrot (2005, 2019), Azevedo (2003, 2007), Pereira (1999), Cassotti (2009, 2017), Rezzutti (2018), Pinto (2006), hooks (2023), among others. Our research aims to revive an author from the first half of the 20th century, whose literary and chronicling production remained silenced for many years. In particular, the novel we are analyzing now promotes a double critical look at the author and the work, through a historical character who represents not only an individuality, but a female collective that has also been silenced and/or oppressed for a long time. ENG Carlota Joaquina es una figura histórica singular, ampliamente difundida en la historia, la literatura y otros medios de comunicación. Sin embargo, su imagen no siempre se presenta de forma positiva. La mayoría de los discursos que propagan una imagen distorsionada – y en gran medida, escandalosa – de la reina aparecen en textos escritos por hombres, y cuando son escritos por mujeres, resuenan con ecos de sexismo. En el ámbito historiográfico, sin embargo, existe una revisión bastante consistente de la historia de este personaje, lo que permite una perspectiva más amplia de sus actividades políticas, las cuales se ven eclipsadas por aspectos íntimos de su vida, utilizados como argumentos para su potencial político e intelectual. No obstante, la producción literaria, nuestro foco en esta investigación, aún se apoya en elementos de esta intimidad para promover una imagen degenerada, con algunas excepciones (que, por supuesto, nos interesan especialmente). En vista de ello, dadas las diversas formas de representación del personaje, buscamos, en la literatura, un trabajo que promueva un diálogo fecundo entre lo que repercutió en la Infanta y lo que se opone y se explica a la luz de estos discursos, teniendo en cuenta los contextos históricos, así como la condición femenina y la situación de la mujer en nuestra sociedad a lo largo de los años. Así pues, tras examinar obras que ilustran este perfil corrupto, nos proponemos leer e interpretar la novela A Infanta Carlota Joaquina, publicada en 1937 por Cecília de Vasconcelos, Chrysanthème. Esta novela, a grandes rasgos, basada en la observación del insulto, defiende a la Reina Carlota y justifica sus acciones, comparándola con su marido y reflexionando sobre la inversión de roles al considerar a una mujer inserta en una sociedad patriarcal. Nuestra tesis, por lo tanto, se basa en la siguiente pregunta: "¿Qué Carlota Joaquina está representada en la novela de Chrysanthème?". Para responderla, dividimos la discusión en tres capítulos, en los cuales primero identificamos obras (primordialmente del universo literario) que representan al personaje, para luego delimitar el corpus – la novela de Chrysanthème – y analizarla en su contexto histórico y de producción. A continuación, la propuesta es revisitar el personaje representado por la autora y los fragmentos para su construcción (Candido, 1968), a partir de una estructuración de la novela en cinco partes básicas, que titulamos Carlota Ninã, Carlota Esposa, Carlota Madre, Carlota Política y Carlota Mujer. Nuestra hipótesis se basa en la identificación de un personaje que transita de mujer-objeto a mujer-sujeto (Zolin, 2009) a través de las transiciones sociales a las que se ve sometida desde una edad temprana. El lenguaje literario de Chrysanthème y los aspectos que selecciona para representar al personaje de Carlota Joaquina guían la investigación. Nuestro argumento se sustenta en estudios de Perrot (2005, 2019), Azevedo (2003, 2007), Pereira (1999), Cassotti (2009, 2017), Rezzutti (2018), Pinto (2006), hooks (2023), entre otros. Nuestra investigación busca rescatar a una autora de la primera mitad del siglo XX, cuya producción literaria y cronística permaneció silenciada durante muchos años. En particular, la novela que ahora analizamos propone una doble mirada crítica hacia la autora y la obra, a través de un personaje histórico que representa no sólo una individualidad, sino un colectivo femenino también silenciado y/o oprimido durante mucho tiempo. SPA Carlota Joaquina est une figure historique singulière, largement diffusée dans l’histoire, la littérature et d’autres médias. Cependant, son image n’est pas toujours présentée de manière positive. La plupart des discours qui véhiculent une image déformée – et, dans une large mesure, scandaleuse – de la reine apparaissent dans des textes écrits par des hommes, et lorsqu’ils sont écrits par des femmes, ils résonnent avec des accents sexistes. Dans la sphère historiographique, en revanche, on observe une révision assez constante de l’histoire de ce personnage, permettant une perspective plus large sur ses activités politiques, largement éclipsées par des aspects intimes de sa vie, utilisés comme arguments pour son potentiel politique et intellectuel. Cependant, la production littéraire, sur laquelle porte cette recherche, s’appuie encore sur des éléments de cette intimité pour promouvoir une image dégénérée, à quelques exceptions près (qui, bien sûr, nous intéressent vivement). Face à cela, compte tenu des différentes formes de représentation du personnage, nous recherchons, dans la littérature, une œuvre qui favorise un dialogue fructueux entre ce qui a eu des répercussions sur l’Infante et ce qui s’oppose et ce qui s’explique à la lumière de ces discours, en tenant compte des contextes historiques, ainsi que de la condition féminine et de la situation des femmes dans notre société au fil des ans. Ainsi, après avoir passé en revue les œuvres illustrant ce profil corrompu, nous proposons de lire et d’interpréter le roman A infanta Carlota Joaquina, publié en 1937 par Cecília de Vasconcelos – Chrysanthème. Ce roman, basé sur l’observation de l’insulte, défend la Reine Carlota et justifie ses actes, la comparant à son mari et réfléchissant sur l’inversion des rôles, considérant une femme insérée dans une société patriarcale. Notre thèse repose donc sur la question suivante: «Quelle Carlota Joaquina est représentée dans le roman de Chrysanthème?». Pour y répondre, nous avons divisé la discussion en trois chapitres, qui identifient d’abord les œuvres (principalement de l’univers littéraire) qui représentent le personnage, pour ensuite délimiter le corpus – le roman de Chrysanthème – et l’analyser dans son contexte historique et de production. Ensuite, la proposition consiste à revisiter le personnage représenté par l’auteur et les aspects pour sa construction (Candido, 1968), sur la base d’une structuration du roman en cinq parties de base, que nous avons intitulées Carlota Fille, Carlota Épouse, Carlota Mère, Carlota Politique et Carlota Femme. Notre hypothèse repose sur l’identification d’un personnage qui passe de femme-objet à femme-sujet (Zolin, 2009) à travers les transitions sociales auxquelles elle est soumise dès son plus jeune âge. Le langage littéraire produit par Chrysanthème et les aspects qu’elle choisit pour représenter le personnage de Carlota Joaquina guident la recherche. Notre argumentation est étayée par des études de Perrot (2005, 2019), Azevedo (2003, 2007), Pereira (1999), Cassotti (2009, 2017), Rezzutti (2018), Pinto (2006), hooks (2023), entre autres. Notre recherche vise à faire revivre une auteure de la première moitié du XXe siècle, dont la production littéraire et chronique est restée longtemps silencieuse. En particulier, le roman que nous analysons maintenant promeut un double regard critique sur l’auteur et sur l’œuvre, à travers un personnage historique qui représente non seulement une individualité, mais un collectif féminin qui a également été réduit au silence et/ou opprimé pendant longtemps. FRAUnicentro - Departamento de LetrasSILVA, Edson SantosBARBIERI, ClaudiaSILVA, Marisa CorrêaVALDATI, NilcéiaTEIXEIRA, Níncia Cecília Ribas BorgesPROCHNER, Thatiane2026info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdf421 f.https://biblioteca.sophia.com.br/terminalri/9566/acervo/detalhe/160388https://biblioteca.sophia.com.br/terminalri/9566/acervo/detalhe/160388Cover: https://biblioteca.sophia.com.br/terminalri/9566/capa/capa?codigo=160388porreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações do UNICENTROinstname:Universidade Estadual do Centro-Oeste (UNICENTRO)instacron:UNICENTROinfo:eu-repo/semantics/openAccess2026-04-07T11:26:32Zoai::160388Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://tede.unicentro.br:8080/jspui/PUBhttp://tede.unicentro.br/tde_oai/oai3.phprepositorio@unicentro.br||fabianoqueiroz@yahoo.com.bropendoar:2026-04-07T11:26:32Biblioteca Digital de Teses e Dissertações do UNICENTRO - Universidade Estadual do Centro-Oeste (UNICENTRO)false
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