A Princesa Industrial: a “Escola Técnica de Pelotas” e o direito à cidade
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Catolica de Pelotas
Centro de Ciencias Sociais e Tecnologicas Brasil UCPel Programa de Pos-Graduacao em Politica Social |
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://tede.ucpel.edu.br:8080/jspui/handle/jspui/1020 |
Resumo: | A presente pesquisa tem por objetivo analisar os processos de formação da cidade de Pelotas e do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio grandense (IFSul) campus Pelotas, bem como a percepção dos estudantes a respeito da tríade cidade, instituição e garantias quanto ao direito à cidade. A construção desta pesquisa ocorreu em três espaço-tempo distintos, fragmentários e, ainda assim, interconexos. Aplicam-se os atos performativos e inventivos do institucionalismo, assim como as noções de que não existe uma realidade dada e acabada, que estamos implicados no processo de pesquisa. Entende-se a pesquisa e a realidade, vistas como contingentes, provisórias e fragmentárias. Não há uma verdade única ou absoluta a ser perseguida. Se é preciso transformar para conhecer a realidade, o caminho, o hódos, não pode ser previamente determinado. O caminho da pesquisa, numa visão institucionalista, portanto, se constituiu no caminhar da própria investigação. No movimento que institucionaliza a cidade, visualizam-se estratégias de classes que são muitas vezes conflitantes. Observa-se, assim, um campo em disputa em torno de modelos societários. Nessas disputas, evidenciou-se o campus Pelotas e sua atuação sobre os processos de garantia ou negação do direito à cidade. Encarada como obra, a cidade permite fissuras na ordem estabelecida. Ao lado dos aspectos reprodutivos, conservadores, a produção e o desejo emergem na relação institucional quando em contato com a diferença. A escola, quando abre espaço para a diferença, abre espaço para o transdutivo, para essa propagação, molécula a molécula que faz com que os estados se misturem e alterem seu estado inicial. Então, apesar de ser, sim, um espaço de reprodução de estruturas coloniais, a escola se abre, em sua face contraditória, como um espaço de produção de novas racionalidades, de exercício do direito à cidade. |
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A Princesa Industrial: a “Escola Técnica de Pelotas” e o direito à cidadeInstituto Federal Sul-Riograndense; educação profissional; institucionalismo; Pelotas; direito à cidadeKeywords: Instituto Federal-Sul-Rio-Grandense;pProfessional education; institutionalism; Pelotas; right to the city.CIENCIAS SOCIAIS APLICADASA presente pesquisa tem por objetivo analisar os processos de formação da cidade de Pelotas e do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio grandense (IFSul) campus Pelotas, bem como a percepção dos estudantes a respeito da tríade cidade, instituição e garantias quanto ao direito à cidade. A construção desta pesquisa ocorreu em três espaço-tempo distintos, fragmentários e, ainda assim, interconexos. Aplicam-se os atos performativos e inventivos do institucionalismo, assim como as noções de que não existe uma realidade dada e acabada, que estamos implicados no processo de pesquisa. Entende-se a pesquisa e a realidade, vistas como contingentes, provisórias e fragmentárias. Não há uma verdade única ou absoluta a ser perseguida. Se é preciso transformar para conhecer a realidade, o caminho, o hódos, não pode ser previamente determinado. O caminho da pesquisa, numa visão institucionalista, portanto, se constituiu no caminhar da própria investigação. No movimento que institucionaliza a cidade, visualizam-se estratégias de classes que são muitas vezes conflitantes. Observa-se, assim, um campo em disputa em torno de modelos societários. Nessas disputas, evidenciou-se o campus Pelotas e sua atuação sobre os processos de garantia ou negação do direito à cidade. Encarada como obra, a cidade permite fissuras na ordem estabelecida. Ao lado dos aspectos reprodutivos, conservadores, a produção e o desejo emergem na relação institucional quando em contato com a diferença. A escola, quando abre espaço para a diferença, abre espaço para o transdutivo, para essa propagação, molécula a molécula que faz com que os estados se misturem e alterem seu estado inicial. Então, apesar de ser, sim, um espaço de reprodução de estruturas coloniais, a escola se abre, em sua face contraditória, como um espaço de produção de novas racionalidades, de exercício do direito à cidade.The present research aims to analyze the formation processes of the city of Pelotas and the Federal Institute of Education, Science and Technology Sul-rio-grandense (IFSul) Pelotas campus, as well as the students' perception regarding the triad city, institution and guarantees regarding the right to the city. The construction of this research took place in three distinct, fragmentary and yet interconnected space-times. The performative and inventive acts of institutionalism are applied, as well as the notions that there is no given and finished reality, that we are involved in the research process. Research and reality are understood as contingent, provisional and fragmentary. There is no single or absolute truth to be pursued. If it is necessary to transform to know reality, the path, the hódos, cannot be determined in advance. The path of research, from an institutionalist perspective, therefore, was constituted in the path of the investigation itself. In the movement that institutionalizes the city, class strategies are visualized that are often conflicting. Therefore, there is a field of dispute around corporate models. In these disputes, the Pelotas campus and its role in the processes of guaranteeing or denying the right to the city were highlighted. Seen as a work, the city allows cracks in the established order. Alongside the reproductive, conservative aspects, production and desire emerge in the institutional relationship when in contact with difference. The school, when it makes room for difference, makes room for the transductive, for this propagation, molecule by molecule that causes states to mix and change their initial state. So, despite being, yes, a space for the reproduction of colonial structures, the school opens up, in its contradictory face, as a space for the production of new rationalities, for exercising the right to the city.Universidade Catolica de PelotasCentro de Ciencias Sociais e TecnologicasBrasilUCPelPrograma de Pos-Graduacao em Politica SocialRibeiro, Cristine JaquesNunes, Tiago de GarciaRibeiro, Angela SoaresVargas, Jonas MoreiraFernandes, Karina Gomes MacedoAlquati, Paula Mello Oliveira2024-08-01T12:21:40Z2024-06-26info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfAlquati, Paula Mello Oliveira. A Princesa Industrial: a “Escola Técnica de Pelotas” e o direito à cidade. 2024. 234 f. Tese( Programa de Pos-Graduacao em Politica Social) - Universidade Catolica de Pelotas, Pelotas.http://tede.ucpel.edu.br:8080/jspui/handle/jspui/1020porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações do UCpelinstname:Universidade Católica de Pelotas (UCPEL)instacron:UCPEL2024-08-03T04:10:09Zoai:tede.ucpel.edu.br:jspui/1020Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www2.ufpel.edu.br/tede/http://tede.ucpel.edu.br:8080/oai/requestbiblioteca@ucpel.edu.br||cristiane.chim@ucpel.tche.bropendoar:2024-08-03T04:10:09Biblioteca Digital de Teses e Dissertações do UCpel - Universidade Católica de Pelotas (UCPEL)false |
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