Comparação de métodos de aprendizado de máquina na predição de acidemia fetal
| Ano de defesa: | 2023 |
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| Palavras-chave em Inglês: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ucs.br/11338/12784 |
Resumo: | Introdução: A acidemia fetal, caracterizada por um pH da artéria umbilical inferior a 7,1, é a principal causa de asfixia intraparto. O pH da artéria umbilical indica comorbidades durante o parto, bem como no desenvolvimento da criança. Verifica-se a necessidade de métodos não invasivos para acessar esse parâmetro para auxiliar na tomada de decisão. Objetivo: Comparar modelos de aprendizado de máquina para prever acidemia fetal em um hospital universitário no sul do Brasil. Método: O estudo revisou registros de 567 pacientes com gravidez única cujos partos aconteceram no HGCS entre 2011 e 2016. Realizou-se uma análise estatística e os seguintes algoritmos de aprendizado de máquina foram desenvolvidos no Python: Extra Trees Classifier, Random Forest Classifier, Support Vector Machine, Nonlinear SVM with RBF Kernel, Artificial Neural Networks, Gradient Boosting Machine e Logistic Regression. Também se utilizou a função GridSearchCV para encontrar os melhores parâmetros de cada modelo para otimização. Resultados: O Grupo I apresenta 397 recém-nascidos com pH da artéria umbilical superior a 7,1 enquanto o Grupo II contém 170 recém-nascidos com pH da artéria umbilical igual ou inferior a 7,1. A análise estatística indicou diferença significativa entre o Grupo I e o Grupo II nas seguintes variáveis: paridade, natimorto prévio, idade gestacional, diabetes, apresentação fetal, tipo de parto e escores de Apgar no primeiro e quinto minuto. O modelo com a maior AUROC depois da otimização foi Artificial Neural Networks (0.82), seguido por Logistic Regression (0.81), Support Vector Machine (0.80), Gradient Boosting Machine (0.78), Random Forest Classifier (0.78), Extra Trees Classifier (0.76), and Nonlinear Support Vector Machine with RBF Kernel (0.71). Os modelos Artificial Neural Networks e Logistic Regression tiveram uma excelente precisão (0.78 vs 0.79), recall (0.95 vs 0.95), F1-score (0.86 vs 0.87), e acurácia (0.79 vs 0.80). Conclusão: Modelos de aprendizado de máquina podem ser utilizados para auxiliar profissionais de saúde na tomada de decisão. Dentre os algoritmos propostos, as Redes Neurais Artificiais e a Regressão Logística apresentaram o melhor desempenho na identificação de ambos os grupos para prever a acidemia fetal; Embora ambos esses modelos tenham a melhor acurácia, recomendamos o uso da Regressão Logística visto que exige menos capacidade computacional. Este estudo representa um método não invasivo para identificar o pH da artéria umbilical. [resumo fornecido pelo autor] |
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Tomé, FernandaCosta, Sergio Hofmeister de Almeida MartinsLins, Rodrigo SchrageSelistre, Luciano da SilvaCorso, Leandro Luís2023-11-16T13:27:06Z2023-11-16T13:27:06Z2023-11-152023-07-26https://repositorio.ucs.br/11338/12784Introdução: A acidemia fetal, caracterizada por um pH da artéria umbilical inferior a 7,1, é a principal causa de asfixia intraparto. O pH da artéria umbilical indica comorbidades durante o parto, bem como no desenvolvimento da criança. Verifica-se a necessidade de métodos não invasivos para acessar esse parâmetro para auxiliar na tomada de decisão. Objetivo: Comparar modelos de aprendizado de máquina para prever acidemia fetal em um hospital universitário no sul do Brasil. Método: O estudo revisou registros de 567 pacientes com gravidez única cujos partos aconteceram no HGCS entre 2011 e 2016. Realizou-se uma análise estatística e os seguintes algoritmos de aprendizado de máquina foram desenvolvidos no Python: Extra Trees Classifier, Random Forest Classifier, Support Vector Machine, Nonlinear SVM with RBF Kernel, Artificial Neural Networks, Gradient Boosting Machine e Logistic Regression. Também se utilizou a função GridSearchCV para encontrar os melhores parâmetros de cada modelo para otimização. Resultados: O Grupo I apresenta 397 recém-nascidos com pH da artéria umbilical superior a 7,1 enquanto o Grupo II contém 170 recém-nascidos com pH da artéria umbilical igual ou inferior a 7,1. A análise estatística indicou diferença significativa entre o Grupo I e o Grupo II nas seguintes variáveis: paridade, natimorto prévio, idade gestacional, diabetes, apresentação fetal, tipo de parto e escores de Apgar no primeiro e quinto minuto. O modelo com a maior AUROC depois da otimização foi Artificial Neural Networks (0.82), seguido por Logistic Regression (0.81), Support Vector Machine (0.80), Gradient Boosting Machine (0.78), Random Forest Classifier (0.78), Extra Trees Classifier (0.76), and Nonlinear Support Vector Machine with RBF Kernel (0.71). Os modelos Artificial Neural Networks e Logistic Regression tiveram uma excelente precisão (0.78 vs 0.79), recall (0.95 vs 0.95), F1-score (0.86 vs 0.87), e acurácia (0.79 vs 0.80). Conclusão: Modelos de aprendizado de máquina podem ser utilizados para auxiliar profissionais de saúde na tomada de decisão. Dentre os algoritmos propostos, as Redes Neurais Artificiais e a Regressão Logística apresentaram o melhor desempenho na identificação de ambos os grupos para prever a acidemia fetal; Embora ambos esses modelos tenham a melhor acurácia, recomendamos o uso da Regressão Logística visto que exige menos capacidade computacional. Este estudo representa um método não invasivo para identificar o pH da artéria umbilical. [resumo fornecido pelo autor]Background: Fetal acidemia, characterized by an umbilical artery pH lower than 7.1, is the main cause of intrapartum asphyxia. The umbilical artery pH indicates comorbidities during the delivery as well as in the child's development. There is a need for non-invasive methods to access this parameter to help with decision-making. Objective: To compare machine learning models to predict fetal acidemia in a university hospital in southern Brazil. Study design: The study reviewed records from 567 patients with single pregnancies who gave birth in the Hospital Geral de Caxias do Sul between 2011 and 2016. Statistical analysis was performed, and the following machine learning algorithms were developed using Python: Extra Trees Classifier, Random Forest Classifier, Support Vector Machine, Nonlinear Support Vector Machine with RBF Kernel, Artificial Neural Networks, Gradient Boosting Machine, and Logistic Regression. We also used the GridSearchCV function to find the best parameters of each model for optimization. Results: Group I presents 397 newborns with an umbilical artery pH higher than 7.1 while Group II contains 170 newborns with an umbilical artery pH lower than 7.1. The statistical analysis indicated a significant difference between Group I and Group II in the following variables: parity, previous stillbirth, gestational age, diabetes, fetal presentation, type of delivery, and Apgar in the first and fifth minute. The model with the highest AUROC after optimization was Artificial Neural Networks (0.82), followed by the Logistic Regression (0.81), Support Vector Machine (0.80), Gradient Boosting Machine (0.78), Random Forest Classifier (0.78), Extra Trees Classifier (0.76), and Nonlinear Support Vector Machine with RBF Kernel (0.71). The Artificial Neural Networks and Logistic Regression models had outstanding precision (0.78 vs 0.79), recall (0.95 vs 0.95), F1-score (0.86 vs 0.87), and accuracy (0.79 vs 0.80). Conclusion: Machine learning models can be used to assist healthcare professionals in decision-making. Among the algorithms proposed, the Artificial Neural Networks and Logistic Regression presented the best performance in identifying both groups to predict fetal acidemia; Even though those models have the best accuracy, we recommend using Logistic Regression because it requires less computational capability. This study represents a non-invasive method to identify the umbilical artery pH. [resumo fornecido pelo autor]engporRecém-nascidos - DoençasCordão umbilicalAsfixiaNewborn infants - DiseasesUmbilical cordAsphyxiaComparação de métodos de aprendizado de máquina na predição de acidemia fetalinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisreponame:Repositório Institucional da UCSinstname:Universidade de Caxias do Sul (UCS)instacron:UCSinfo:eu-repo/semantics/openAccessUniversidade de Caxias do Sulhttps://lattes.cnpq.br/8825556868943661Fernanda ToméMestrado Acadêmico em Ciências da SaúdeMadi, José MauroCampus Universitário de Caxias do SulORIGINALDissertação Fernanda Tome.pdfDissertação Fernanda Tome.pdfapplication/pdf1920417https://repositorio.ucs.br/xmlui/bitstream/11338/12784/1/Disserta%c3%a7%c3%a3o%20Fernanda%20Tome.pdf7ae6752ea0984aafaa9ba69d0138fe2aMD51Dissertação Fernanda Tome.pdfDissertação Fernanda Tome.pdfapplication/pdf369569https://repositorio.ucs.br/xmlui/bitstream/11338/12784/2/Disserta%c3%a7%c3%a3o%20Fernanda%20Tome.pdffa4ea928fd319485ec059843fe646a89MD52TEXTDissertação Fernanda Tome.pdf.txtDissertação Fernanda Tome.pdf.txtExtracted texttext/plain75048https://repositorio.ucs.br/xmlui/bitstream/11338/12784/3/Disserta%c3%a7%c3%a3o%20Fernanda%20Tome.pdf.txt249111ce0a266a951e07a81b22d223a5MD53THUMBNAILDissertação Fernanda Tome.pdf.jpgDissertação Fernanda Tome.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1160https://repositorio.ucs.br/xmlui/bitstream/11338/12784/4/Disserta%c3%a7%c3%a3o%20Fernanda%20Tome.pdf.jpg79d228310710dde4267e7b068cb4bb6dMD5411338/127842024-06-10 13:49:04.344oai:repositorio.ucs.br:11338/12784Repositório de Publicaçõeshttp://repositorio.ucs.br/oai/requestopendoar:2024-06-10T13:49:04Repositório Institucional da UCS - Universidade de Caxias do Sul (UCS)false |
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