Hipermobilidade em jovens atletas de voleibol feminino : impacto Qo desempenho funcional e muscular

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Vieira, Maria Eduarda
Orientador(a): Rech, Anderson
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
eng
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: https://repositorio.ucs.br/11338/15353
Resumo: Introdução e justificativa: A biomecânica dos esportes de arremesso acima da cabeça envolve movimentos repetitivos de alta demanda articular e muscular, especialmente no complexo do ombro, o que leva a adaptações específicas no padrão de movimento, como alterações no equilíbrio de força muscular. Embora essas adaptações sejam condizentes com as exigências do esporte, quando excessivas ou mal controladas, podem estar associadas à perda funcional, dor e redução da força muscular. Em jovens atletas, a hipermobilidade articular pode estar relacionada com o desempenho físico, influenciando em suas capacidades de força e funcional, especialmente, na articulação do ombro. Objetivo: Comparar os níveis de força muscular e a capacidade funcional entre em jovens atletas de voleibol feminino com e sem hipermobilidade articular. Metodologia: Estudo observacional, analítico e com delineamento transversal, com amostra composta por 116 atletas do sexo feminino entre 10 e 17 anos. Para as avaliações foram utilizados os seguintes instrumentos: Questionário de caracterização da amostra, Closed Kinetic Chain Upper Extremity Stability Test (CKCUEST) e Seated Medicine Ball Throw Test (SMBT), escore de Beighton e avaliação de força dos rotadores internos e externos de ombro através de um dinamômetro isométrico. Foi utilizado estatística descritiva como média desvio-padrão, mediana e intervalo interquartil, a distribuição dos dados avaliada pelo teste de normalidade de Kolmogorov-Smirnov. As variáveis categóricas foram relatadas como frequências absolutas e relativas (%) e o teste post hoc de Bonferroni. Resultados: Os resultados do presente estudo indicaram que não houve diferenças significativas entre as variáveis. de hipermobilidade articular com o desempenho de força e funcional na articulação do ombro, com as médias ajustadas, controladas por idade, massa corporal e dor, renderam valores de p (p > 0,247); 0,511; 0.158). Conclusão: A hipermobilidade articular não apresentou influência significativa sobre a força isométrica dos rotadores internos e externos do ombro nem sobre o desempenho funcional dos membros superiores em atletas jovens de voleibol, sugerindo que, nessa faixa etária, outros fatores como experiência esportiva, controle motor e volume de treinamento podem exercer maior impacto sobre o desempenho do que a hipermobilidade isolada. [resumo fornecido pelo autor]
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spelling Vieira, Maria EduardaBaroni, Bruno ManfrediniBrodt, Guilherme AullerBursco, Clarissa MullerRech, Anderson2026-03-03T20:16:06Z2026-02-282025-12-09Vieira, Mariahttps://repositorio.ucs.br/11338/15353Introdução e justificativa: A biomecânica dos esportes de arremesso acima da cabeça envolve movimentos repetitivos de alta demanda articular e muscular, especialmente no complexo do ombro, o que leva a adaptações específicas no padrão de movimento, como alterações no equilíbrio de força muscular. Embora essas adaptações sejam condizentes com as exigências do esporte, quando excessivas ou mal controladas, podem estar associadas à perda funcional, dor e redução da força muscular. Em jovens atletas, a hipermobilidade articular pode estar relacionada com o desempenho físico, influenciando em suas capacidades de força e funcional, especialmente, na articulação do ombro. Objetivo: Comparar os níveis de força muscular e a capacidade funcional entre em jovens atletas de voleibol feminino com e sem hipermobilidade articular. Metodologia: Estudo observacional, analítico e com delineamento transversal, com amostra composta por 116 atletas do sexo feminino entre 10 e 17 anos. Para as avaliações foram utilizados os seguintes instrumentos: Questionário de caracterização da amostra, Closed Kinetic Chain Upper Extremity Stability Test (CKCUEST) e Seated Medicine Ball Throw Test (SMBT), escore de Beighton e avaliação de força dos rotadores internos e externos de ombro através de um dinamômetro isométrico. Foi utilizado estatística descritiva como média desvio-padrão, mediana e intervalo interquartil, a distribuição dos dados avaliada pelo teste de normalidade de Kolmogorov-Smirnov. As variáveis categóricas foram relatadas como frequências absolutas e relativas (%) e o teste post hoc de Bonferroni. Resultados: Os resultados do presente estudo indicaram que não houve diferenças significativas entre as variáveis. de hipermobilidade articular com o desempenho de força e funcional na articulação do ombro, com as médias ajustadas, controladas por idade, massa corporal e dor, renderam valores de p (p > 0,247); 0,511; 0.158). Conclusão: A hipermobilidade articular não apresentou influência significativa sobre a força isométrica dos rotadores internos e externos do ombro nem sobre o desempenho funcional dos membros superiores em atletas jovens de voleibol, sugerindo que, nessa faixa etária, outros fatores como experiência esportiva, controle motor e volume de treinamento podem exercer maior impacto sobre o desempenho do que a hipermobilidade isolada. [resumo fornecido pelo autor]Introduction and Justification:The biomechanics of overhead throwing sports have the potential to alter movement patterns and lead to compensatory processes resulting in functional loss, pain, and decreased muscle strength. In young athletes, joint hypermobility may be associated with physical performance, influencing strength and functional capacities, especially in the shoulder joint. Objective:To compare muscle strength levels and functional capacity between young female volleyball athletes with and without joint hypermobility. Methods:This is an observational, analytical, cross-sectional study with a sample of 116 female athletes aged 10 to 17 years. The following instruments were used for assessment: sample characterization questionnaire, Closed Kinetic Chain Upper Extremity Stability Test (CKCUEST), Seated Medicine Ball Throw Test (SMBT), Beighton score, and isometric dynamometry for strength evaluation. Descriptive statistics were expressed as mean and standard deviation, median, and interquartile range. Data distribution was verified using the Kolmogorov Smirnov normality test. Categorical variables were reported as absolute and relative frequencies (%), and Bonferroni post hoc tests were applied.Results: The results of this study indicated no significant differences between joint hypermobility and shoulder strength or functional performance. Adjusted means, controlled for age, body mass, and pain, showed high p-values (p > 0.247; 0.511; 0.158) across all comparisons.Conclusion: Joint hypermobility did not show a significant influence on the isometric strength of shoulder internal and external rotators nor on the functional performance of the upper limbs in young volleyball athletes. These findings suggest that, in this age group, other factors such as sport experience, motor control, and training volume may have a greater impact on performance than isolated hypermobility. [resumo fornecido pelo autor]Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPESporengArticulações - HipermobilidadeJogadores de voleibolDesempenho físico funcionaOmbrosJoints - HypermobilityVolleyball playersPhysical functional performanceShoulderHipermobilidade em jovens atletas de voleibol feminino : impacto Qo desempenho funcional e muscularinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisreponame:Repositório Institucional da UCSinstname:Universidade de Caxias do Sul (UCS)instacron:UCSinfo:eu-repo/semantics/openAccessUniversidade de Caxias do Sulhttps://lattes.cnpq.br/7036841190920365VIEIRA, M. E.Mestrado em Ciências da SaúdeCampus Universitário de Caxias do SulORIGINALDissertação_Maria Eduarda Vieira.pdfDissertação_Maria Eduarda Vieira.pdfapplication/pdf1636642https://repositorio.ucs.br/bitstreams/ff8a6e1e-096d-4ca7-a68a-467b57cc23b4/download4f4057bd3ee307f74bca71d1a0899070MD51trueAnonymousREADTEXTDissertação_Maria Eduarda Vieira.pdf.txtWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.TikaTextExtractionFilter on 2026-03-04T06:00:20Z (GMT).Extracted texttext/plain101278https://repositorio.ucs.br/bitstreams/38852bec-399e-49c0-8dcc-d26691c65be1/download8705c1bd66667ef7f14340017636dc92MD52falseAnonymousREADTHUMBNAILDissertação_Maria Eduarda Vieira.pdf.jpgWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.PDFBoxThumbnail on 2026-03-04T06:00:20Z (GMT).Generated Thumbnailimage/jpeg2733https://repositorio.ucs.br/bitstreams/e08546d0-323d-4cb0-be2a-b79a9a936b01/download5d8bf00ee88f4a820efde1722c95149eMD53falseAnonymousREAD11338/153532026-03-04 03:00:20.476open.accessoai:repositorio.ucs.br:11338/15353https://repositorio.ucs.brBiblioteca Digital de Monografiahttp://repositorio.ucs.br/oai/requestopendoar:2026-03-04T06:00:20Repositório Institucional da UCS - Universidade de Caxias do Sul (UCS)false
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