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Exercícicio físico, indicadores antropométricos, risco coronariano e qualidade de vida de policiais militares

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2014
Autor(a) principal: Silva, Franciele Cascaes da
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.udesc.br/handle/UDESC/24468
Resumo: Esta pesquisa teve como objetivos: 1) revisar sistematicamente através de estudos observacionais produções científicas sobre indicadores antropométricos de obesidade e qualidade de vida de policiais; 2) verificar as associações das características ocupacionais, antropométricas, de atividade física no lazer com o risco coronariano e qualidade de vida; e 3) comparar os efeitos da natação e caminhada sobre indicadores antropométricos de obesidade, nível de atividade física, risco coronariano e qualidade de vida relacionada às condições de saúde de policiais militares. Foram selecionados os policiais militares de um Batalhão da Polícia Militar da cidade de São José que respeitaram os critérios de inclusão e exclusão. Os programas de exercícios realizados foram a natação e a caminhada com duração de 60 minutos, três vezes por semana e com intensidade moderada, compreendendo um período de 24 semanas. O IMC e a de gordura corporal relativa foram os indicadores antropométricos mais utilizados pelos estudos incluídos na revisão, sendo a gordura corporal relativa um método mais preciso de triagem para obesidade em policiais. A maioria dos policiais dos estudos da revisão apresentou sobrepeso (IMC 25.2-29.3 Kg/m2), obesidade (gordura corporal ≥ 25%), aumento da perimetria da cintura (90.4-102 cm) e abdominal (18.9-90.5 cm), bem como maior risco de desenvolver doenças crônicas decorrente do tempo de serviço, turno de trabalho e progressão na carreira. Os policiais expostos a desastres possuem menor qualidade de vida e existem associações da baixa qualidade de vida com a presença de depressão, doença física e altos níveis de estresse, e que policiais com alta estatura corporal, solteiro e com alto nível de atividade física no lazer possuem melhor qualidade de vida. A relação cintura estatura foi considerada fator de risco para o componente físico, e o índice de conicidade; gordura corporal relativa, tempo de serviço em anos, minutos de trabalho por dia e nível de atividade física no lazer como fatores de risco para o risco coronariano. Ficou evidenciado que o exercício físico de natação promoveu melhores efeitos significativos em relação ao exercício físico de caminhada sobre os indicadores antropométricos de obesidade, risco coronariano e para o aumento dos níveis de atividade física no trabalho e atividades vigorosas. Sendo assim, sugere-se a criação de políticas de promoção da prática de exercícios físicos, atividades esportivas e de lazer na Polícia Militar e que um programa de exercício físico supervisionado para policiais é necessário para a melhora contínua e para a manutenção dos benefícios à saúde. Além disso, um programa regular de exercício físico pode promover bem-estar físico, mental, melhora na qualidade de vida, e, sobretudo na prevenção da obesidade relacionadas ao trabalho, estabilidade psicológica por meio da saúde mental, mudanças de hábitos, aumento da qualidade das relações interpessoais, e melhoria das condições de saúde que permitam que o efetivo policial possa se relacionar melhor entre si, com os seus familiares e consequentemente com a sociedade uma vez que a ocupação policial requer aptidão física, saúde mental e condições de saúde adequadas para desempenhar suas funções.
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