Reprodutibilidade e validade de um novo teste intermitente de alta intensidade na corrida
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
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Não Informado pela instituição
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| Departamento: |
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.udesc.br/handle/UDESC/25132 |
Resumo: | A avaliação do desempenho intermitente em esportes coletivos frequentemente utiliza protocolos com distâncias e pausas fixas. O Teste de Resistência em Alta Intensidade de Corrida (TRAIC) foi desenvolvido com uma estrutura inovadora, incorporando incrementos progressivos nas distâncias e ajustes no tempo de recuperação. Objetivo: Analisar a reprodutibilidade (teste-reteste) e a validade de construto do TRAIC, por meio de sua validade concorrente. Métodos: Vinte homens fisicamente ativos realizaram o TRAIC em duas sessões para análise de confiabilidade (ICC, CV, Bland-Altman). Os participantes também foram submetidos a um teste incremental em esteira (VO₂máx, limiares), um teste de sprint de 40 m e um teste de capacidade de sprints repetidos (CSR) para avaliação da validade concorrente (correlação de Pearson). Resultados: O TRAIC demonstrou alta confiabilidade teste-reteste para estágio final (ICC=0,97), tempo total (ICC=0,96) e FCmáx (ICC=0,87). A Velocidade de Pico (VP_TRAIC) correlacionou-se significativamente com a velocidade máxima no sprint de 40m (r=0,71), a velocidade de pico no incremental (r=0,62) e a velocidade máxima no CSR (r=0,59). Entretanto, a sensibilidade para detectar mudanças individuais foi limitada, pois a Mudança Mínima Detectável superou a Menor Mudança Relevante para as principais variáveis. A confiabilidade da desaceleração máxima foi baixa (ICC=0,46) e esta não se correlacionou com os testes de referência. Conclusão: O TRAIC é um protocolo confiável e válido para a avaliação integrada do desempenho intermitente de alta intensidade, apresentando-se como uma ferramenta prática e promissora para o contexto esportivo, embora sua aplicação para monitoramento longitudinal fino e o uso de métricas mecânicas específicas requeiram cautela. |
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