Fatores socioeconômicos, sociodemográficos e motivacionais relacionados à prática de exercícios físicos em academias

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2015
Autor(a) principal: Liz, Carla Maria de
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.udesc.br/handle/UDESC/23877
Resumo: A presente tese tem por objetivo investigar os fatores socioeconômicos, sociodemográficos e motivacionais de praticantes de exercícios físicos (EF) em academias. Para tal, foram realizados dois estudos de revisão teórica, dois de revisão sistemática da literatura e três estudos empíricos. A primeira análise teórica da literatura contextualiza o cenário socioeconômico brasileiro, apontando para a desigualdade social vigente e destacando fatores socioeconômicos, sociodemográficos e motivacionais que influenciam a prática de EF. A segunda análise teórica descreve como se dá a relação entre a mercadorização da saúde por meio da prática de EF nas academias e o papel do professor de Educação Física nesta relação. As revisões sistemáticas seguiram os critérios da Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta- Analyses. Na primeira é analisada a produção científica sobre a relação entre classe socioeconômica (CSE) e prática de EF em academias. Na segunda se analisou como a CSE pode influenciar a prática de EF em academias. Quanto aos estudos empíricos, estes são descritivos de campo transversais e comparativos. Participaram do estudo 328 praticantes de EF selecionados por conveniência em três academias de Florianópolis/SC, pertencentes a diferentes CSE, sendo 78 (23,8%) de classe baixa (CSEB), 174 (53%) classe média (CSEM) e 76 (23,2%) de classe alta (CSEA). Quatro instrumentos foram utilizados para coleta de dados, a contar: 1) Questionário de caracterização dos clientes de academias (Adaptado de Andrade (2001) e Liz e Andrade (2011)); 2) Questionário de classificação socioeconômica da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa (ABEP, 2015); 3) Questionário de Regulação de Comportamento no exercício físico / Behavioral Regulation in Exercise Questionnaire-2 (BREQ-2) (MARKLAND e TOBIN, 2004); 4) Exercise Motivation Inventory – (EMI-2) (adaptado, traduzido e validado por Guedes, Legnani e Legnani (2012)). Os dados foram tabulados no programa Statistic Package for Social Sciences – SPSS versão 20.0 e analisados por meio de estatística descritiva e inferencial não paramétrica. A análise bibliométrica e a revisão sistemática da literatura foram desenvolvidas a partir de 24 estudos selecionados. Estes demonstram a recenticidade de estudos que tratam sobre a relação entre a CSE e prática de EF em academias e a escassez de estudos desta natureza no Brasil. A revisão bibliométrica identificou maior número de publicações no Reino Unido, seguido dos Estados Unidos e que diversas áreas da saúde, especialmente a medicina, investigam e publicam sobre o tema. A partir da revisão sistemática foi verificado que são utilizados como método para identificar a CSE a renda, emprego, escolaridade, valor dos imóveis do bairro, raça, etnia e características econômicas dos bairros, além de instrumentos específicos para tal finalidade. A prática de EF em academias é influenciada pela CSE devido aos bairros mais favorecidos economicamente apresentarem mais academias do que os menos favorecidos e aos custos envolvidos na prática de EF. Os estudos empíricos permitiram verificar que o sexo, faixa etária, renda familiar e estado civil estão associados à CSE dos praticantes de EF em academias. Mais praticantes de EF com mais de 35 anos de idade, maior renda familiar e que vivem com um parceiro foi verificado na classe socioeconômica alta (CSEA). Mais mulheres da CSEA e mais homens da classe socioeconômica baixa (CSEB) praticam EF em academias. O tempo de prática e a quantidade de modalidades praticadas se associaram à CSE dos praticantes, sendo que os de CSEA apresentam maior tempo de prática e praticam mais modalidades do que os da CSEM ou CSEB. A CSEA apresenta elevado número de praticantes com motivações extrínsecas e intrínsecas altas, por outro lado, a CSEB e CSEM apresenta número elevado de praticantes com motivações mais internas do que externas altas, o que de acordo com a teoria da autodeterminação, favorece a maior adesão a prática de EF. Entretanto, destaca-se o elevado número de praticantes da CSEB com motivações internas e externas baixas. Estes resultados indicam que os praticantes da CSEB são menos motivados para a prática de EF do que os da CSEM ou CSEA. Conforme aumenta a CSE do praticante os motivos mais intrínsecos (condição física, controle do peso corporal, diversão/bem-estar, afiliação) passam a influenciar mais a prática de EF. Conclui-se que os fatores socioeconômicos, sociodemográficos e motivacionais influenciam a prática de EF em academias. Estudos com diferentes métodos e abordagens devem ser desenvolvidos buscando aprofundar o conhecimento, tendo como pressuposto que os fatores socioeconômicos, sociodemográficos e motivacionais são fundamentais para a compreensão do estilo de vida e das possibilidades de decisão para a prática de EF de diferentes grupos populacionais, especialmente no Brasil.
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As revisões sistemáticas seguiram os critérios da Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta- Analyses. Na primeira é analisada a produção científica sobre a relação entre classe socioeconômica (CSE) e prática de EF em academias. Na segunda se analisou como a CSE pode influenciar a prática de EF em academias. Quanto aos estudos empíricos, estes são descritivos de campo transversais e comparativos. Participaram do estudo 328 praticantes de EF selecionados por conveniência em três academias de Florianópolis/SC, pertencentes a diferentes CSE, sendo 78 (23,8%) de classe baixa (CSEB), 174 (53%) classe média (CSEM) e 76 (23,2%) de classe alta (CSEA). Quatro instrumentos foram utilizados para coleta de dados, a contar: 1) Questionário de caracterização dos clientes de academias (Adaptado de Andrade (2001) e Liz e Andrade (2011)); 2) Questionário de classificação socioeconômica da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa (ABEP, 2015); 3) Questionário de Regulação de Comportamento no exercício físico / Behavioral Regulation in Exercise Questionnaire-2 (BREQ-2) (MARKLAND e TOBIN, 2004); 4) Exercise Motivation Inventory – (EMI-2) (adaptado, traduzido e validado por Guedes, Legnani e Legnani (2012)). Os dados foram tabulados no programa Statistic Package for Social Sciences – SPSS versão 20.0 e analisados por meio de estatística descritiva e inferencial não paramétrica. A análise bibliométrica e a revisão sistemática da literatura foram desenvolvidas a partir de 24 estudos selecionados. Estes demonstram a recenticidade de estudos que tratam sobre a relação entre a CSE e prática de EF em academias e a escassez de estudos desta natureza no Brasil. A revisão bibliométrica identificou maior número de publicações no Reino Unido, seguido dos Estados Unidos e que diversas áreas da saúde, especialmente a medicina, investigam e publicam sobre o tema. A partir da revisão sistemática foi verificado que são utilizados como método para identificar a CSE a renda, emprego, escolaridade, valor dos imóveis do bairro, raça, etnia e características econômicas dos bairros, além de instrumentos específicos para tal finalidade. A prática de EF em academias é influenciada pela CSE devido aos bairros mais favorecidos economicamente apresentarem mais academias do que os menos favorecidos e aos custos envolvidos na prática de EF. Os estudos empíricos permitiram verificar que o sexo, faixa etária, renda familiar e estado civil estão associados à CSE dos praticantes de EF em academias. Mais praticantes de EF com mais de 35 anos de idade, maior renda familiar e que vivem com um parceiro foi verificado na classe socioeconômica alta (CSEA). Mais mulheres da CSEA e mais homens da classe socioeconômica baixa (CSEB) praticam EF em academias. O tempo de prática e a quantidade de modalidades praticadas se associaram à CSE dos praticantes, sendo que os de CSEA apresentam maior tempo de prática e praticam mais modalidades do que os da CSEM ou CSEB. A CSEA apresenta elevado número de praticantes com motivações extrínsecas e intrínsecas altas, por outro lado, a CSEB e CSEM apresenta número elevado de praticantes com motivações mais internas do que externas altas, o que de acordo com a teoria da autodeterminação, favorece a maior adesão a prática de EF. Entretanto, destaca-se o elevado número de praticantes da CSEB com motivações internas e externas baixas. Estes resultados indicam que os praticantes da CSEB são menos motivados para a prática de EF do que os da CSEM ou CSEA. Conforme aumenta a CSE do praticante os motivos mais intrínsecos (condição física, controle do peso corporal, diversão/bem-estar, afiliação) passam a influenciar mais a prática de EF. Conclui-se que os fatores socioeconômicos, sociodemográficos e motivacionais influenciam a prática de EF em academias. Estudos com diferentes métodos e abordagens devem ser desenvolvidos buscando aprofundar o conhecimento, tendo como pressuposto que os fatores socioeconômicos, sociodemográficos e motivacionais são fundamentais para a compreensão do estilo de vida e das possibilidades de decisão para a prática de EF de diferentes grupos populacionais, especialmente no Brasil.Andrade, AlexandroLiz, Carla Maria de2025-11-14T17:42:44Z2015info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesis210 f.application/pdfLIZ, Carla Maria de. <b>Fatores socioeconômicos, sociodemográficos e motivacionais relacionados à prática de exercícios físicos em academias</b>. 2025. 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