Estrutura horizontal e distribuição espacial de espécies comerciais da Amazônia brasileira
| Ano de defesa: | 2022 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.udesc.br/handle/UDESC/16942 |
Resumo: | A Amazônia é sinônimo de riqueza em biodiversidade, com um ambiente repleto de espécies detentoras de características únicas e distintas de todas as demais regiões do mundo, que demandam cada vez mais de pesquisas que busquem o entendimento e simplificação de suas características estruturais. O trabalho foi subdividido em 3 capítulos, onde o primeiro aborda a avaliação do desempenho de diferentes dendrômetros ópticos digitais na estimativa de altura comercial, e o ajuste de modelos hipsométricos e volumétricos para estimar a produção madeireira em uma área de manejo florestal sustentável na Floresta Nacional do Tapajós. Foi coletada com auxílio de três dendrômetros (Trupulse 360º, Criterion RD-1000 e Vertex IV) a altura comercial de seis espécies de grande valor comercial, além de seus respectivos comprimentos logo após a derrubada, totalizando 300 indivíduos. Não houve diferença significativa entre a média dos comprimentos em relação as médias de altura obtidas pelos dendrômetros. O dendrômetro Trupulse 360º mostrou-se o mais preciso nas estimativas de altura por espécie, de forma individual. As medidas dendrométricas apresentaram alta variação, fator esse que refletiu diretamente na qualidade dos ajustes volumétricos e hipsométricos. O segundo capítulo tratou da determinação do comportamento individual de dez espécies de maior interesse comercial na área da Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns, mediante a utilização de seis Funções Densidade Probabilísticas (FDP) para classes de altura comercial e diâmetro, avaliando seu desempenho para cada espécie de forma individual. Para os ajustes, utilizou-se dados do censo da área de manejo, com 1.500 hectares e o total de 6.961 árvores. As distribuições Weibull 3P e Gama obtiveram os melhores ajustes para as classes de diâmetro, enquanto os modelos Weibull 2P e Gauss foram os que melhor explicaram as distribuições de altura comercial. Já o terceiro capítulo propôs a representação da estrutura horizontal e densidade populacional da Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns, além da distribuição espacial das dez espécies de maior valor comercial, analisando seu comportamento estrutural e observando tendências a aleatoriedade ou agrupamento em sua distribuição. A área apresentou diversidade moderada de espécies e a análise de densidade populacional indicou zonas preferenciais para o desenvolvimento das atividades exploratórias. O padrão espacial para a maioria das espécies foi do tipo agregado nas menores distâncias, passando a aleatório com o aumento desta, com exceção das espécies Holopyxydium jarana e Manilkara paraenses, que apresentaram o padrão do tipo regular. |
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A Amazônia é sinônimo de riqueza em biodiversidade, com um ambiente repleto de espécies detentoras de características únicas e distintas de todas as demais regiões do mundo, que demandam cada vez mais de pesquisas que busquem o entendimento e simplificação de suas características estruturais. O trabalho foi subdividido em 3 capítulos, onde o primeiro aborda a avaliação do desempenho de diferentes dendrômetros ópticos digitais na estimativa de altura comercial, e o ajuste de modelos hipsométricos e volumétricos para estimar a produção madeireira em uma área de manejo florestal sustentável na Floresta Nacional do Tapajós. Foi coletada com auxílio de três dendrômetros (Trupulse 360º, Criterion RD-1000 e Vertex IV) a altura comercial de seis espécies de grande valor comercial, além de seus respectivos comprimentos logo após a derrubada, totalizando 300 indivíduos. Não houve diferença significativa entre a média dos comprimentos em relação as médias de altura obtidas pelos dendrômetros. O dendrômetro Trupulse 360º mostrou-se o mais preciso nas estimativas de altura por espécie, de forma individual. As medidas dendrométricas apresentaram alta variação, fator esse que refletiu diretamente na qualidade dos ajustes volumétricos e hipsométricos. O segundo capítulo tratou da determinação do comportamento individual de dez espécies de maior interesse comercial na área da Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns, mediante a utilização de seis Funções Densidade Probabilísticas (FDP) para classes de altura comercial e diâmetro, avaliando seu desempenho para cada espécie de forma individual. Para os ajustes, utilizou-se dados do censo da área de manejo, com 1.500 hectares e o total de 6.961 árvores. As distribuições Weibull 3P e Gama obtiveram os melhores ajustes para as classes de diâmetro, enquanto os modelos Weibull 2P e Gauss foram os que melhor explicaram as distribuições de altura comercial. Já o terceiro capítulo propôs a representação da estrutura horizontal e densidade populacional da Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns, além da distribuição espacial das dez espécies de maior valor comercial, analisando seu comportamento estrutural e observando tendências a aleatoriedade ou agrupamento em sua distribuição. A área apresentou diversidade moderada de espécies e a análise de densidade populacional indicou zonas preferenciais para o desenvolvimento das atividades exploratórias. O padrão espacial para a maioria das espécies foi do tipo agregado nas menores distâncias, passando a aleatório com o aumento desta, com exceção das espécies Holopyxydium jarana e Manilkara paraenses, que apresentaram o padrão do tipo regular. |
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