Respostas da variabilidade da frequência cardíaca frente a duas modalidades de exercícios extenuantes: influência do dano muscular e da carga de treinamento
| Ano de defesa: | 2023 |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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Não Informado pela instituição
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.udesc.br/handle/UDESC/18299 |
Resumo: | A variabilidade da frequência cardíaca (VFC) reflete a dinâmica no balanço do sistema nervoso autônomo (SNA), sendo capaz de refletir o estresse gerado no organismo. Dentre outras funções, especula-se que a VFC seja capaz de demonstrar o surgimento de dano muscular induzido pelo exercício (DMIE) além de sugerir-se o seu uso como ferramenta de controle da carga de treino (CT). Tendo em vista que o SNA participa ativamente no processo inflamatório e de reparação tecidual, sugere-se que seu monitoramento possa ser capaz de indicar a presença de DMIE, todavia, até o momento as evidências não são conclusivas. Em outra perspectiva, a CT é quantificada por uma combinação entre intensidade e volume de treino. Estudos demonstraram que diferentes protocolos de treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT) equalizados pela CT externa (CET), porém com diferentes CT interna (CIT), resultam em respostas fisiológicas distintas. Todavia, são incertos ainda os efeitos que protocolos de HIIT com tais características tem sobre a VFC. Assim, a presente tese foi dividida em dois estudos com as seguintes caracterizações: Estudo 1: teve por objetivo verificar os efeitos agudos de um protocolo de DMIE sobre a VFC. Foram recrutados 16 homens adultos, ativos fisicamente, para fazer parte do estudo. Durante um período de duas semanas eles visitaram o laboratório de pesquisa em 12 ocasiões. Durante a primeira semana foram feitas as medições basais da VFC, salto com contramovimento (SCM) e escala visual analógica. Na segunda semana foi realizado um protocolo de DMIE (i.e., 5 séries de 25 drop-jumps) e as avaliações pós DMIE (i.e., 0-h, 24-h, 48-h e 72-h). Uma ANOVA de uma via foi utilizada para comparar as mudanças nas variáveis ao longo do período de intervenção. O nível de significância estatística foi fixado em p < 0,05. Foram detectadas diminuições na altura do SCM do momento 0-h (-12% [95%IC; -16% até -7,8%]) até o momento 48-h (-9% [-13,8% até -3,9%]), bem como aumentos na percepção de dor no momento 24-h (1,8%; [3,1% até 0,5%]) e 48-h (2,8%; [4,4% até 1,3%]), sugerindo a presença de DMIE. Para as medidas de VFC (e.g., Ln RMSSD, Ln HF, Ln LF e Ln TP) foram detectadas diminuições significativas apenas no momento 0-h. Assim, podemos concluir que a VFC não foi efetiva em detectar o DMIE, visto que após 24-h seus valores já haviam retornado a níveis basais, enquanto outros marcadores permaneceram alterados até 48-h após o protocolo de DMIE. Estudo 2: teve como objetivo comparar as respostas da VFC após a realização de dois protocolos de HIIT, em ciclo ergômetro, equalizados pela CET, porém com CIT diferentes. Para isso, foram recrutados 15 homens saudáveis que completaram ambos os protocolos de treino, separados por um período de Wash-out. Cada protocolo de treino teve 4 semanas de duração, sendo a primeira e a última semanas de avaliações, separadas por duas semanas de treino (i.e., 6 sessões). Durante as semanas de avaliação foram realizadas as aferições da VFC e o teste incremental máximo, para determinação da potência aeróbia máxima (Pmáx) e consumo máximo de oxigênio (V? O2máx). Os protocolos de treino consistiram em a) cinco esforços de 2 minutos com 1 minuto de intervalo entre esforços (T-2:1) e, b) 10 esforços de 1 minuto com 30 segundos de intervalo entre esforços (T-1:30). A CIT foi calculada a partir do impulso de treinamento (TRIMP), método baseado nas zonas de transição fisiológica. As comparações dos valores de VFC, TRIMP, Pmáx e V? O2máx entre os protocolos de treino e ao longo das sessões foram realizadas por meio de uma ANOVA de duas vias. Foram observados valores de TRIMP maiores para o protocolo T-2:1 (9,5% [95% IC; 6,5% até 12,5%]). Ainda, foram observadas melhoras no desempenho em ambos os protocolos (Pmáx [F = 8,897; P = 0,0148], V? O2máx [F = 7,139; P = 0,002]). Todavia, não foram encontradas alterações significativas em nenhuma das variáveis de VFC avaliadas. Pode-se concluir que duas semanas de HIIT foram suficientes para gerar melhoras no sistema cardiopulmonar sem causar distúrbios no balanço do SNA |
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Respostas da variabilidade da frequência cardíaca frente a duas modalidades de exercícios extenuantes: influência do dano muscular e da carga de treinamentoBatimento cardíacoExercícios físicos - Aspectos fisiológicosCoraçãoA variabilidade da frequência cardíaca (VFC) reflete a dinâmica no balanço do sistema nervoso autônomo (SNA), sendo capaz de refletir o estresse gerado no organismo. Dentre outras funções, especula-se que a VFC seja capaz de demonstrar o surgimento de dano muscular induzido pelo exercício (DMIE) além de sugerir-se o seu uso como ferramenta de controle da carga de treino (CT). Tendo em vista que o SNA participa ativamente no processo inflamatório e de reparação tecidual, sugere-se que seu monitoramento possa ser capaz de indicar a presença de DMIE, todavia, até o momento as evidências não são conclusivas. Em outra perspectiva, a CT é quantificada por uma combinação entre intensidade e volume de treino. Estudos demonstraram que diferentes protocolos de treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT) equalizados pela CT externa (CET), porém com diferentes CT interna (CIT), resultam em respostas fisiológicas distintas. Todavia, são incertos ainda os efeitos que protocolos de HIIT com tais características tem sobre a VFC. Assim, a presente tese foi dividida em dois estudos com as seguintes caracterizações: Estudo 1: teve por objetivo verificar os efeitos agudos de um protocolo de DMIE sobre a VFC. Foram recrutados 16 homens adultos, ativos fisicamente, para fazer parte do estudo. Durante um período de duas semanas eles visitaram o laboratório de pesquisa em 12 ocasiões. Durante a primeira semana foram feitas as medições basais da VFC, salto com contramovimento (SCM) e escala visual analógica. Na segunda semana foi realizado um protocolo de DMIE (i.e., 5 séries de 25 drop-jumps) e as avaliações pós DMIE (i.e., 0-h, 24-h, 48-h e 72-h). Uma ANOVA de uma via foi utilizada para comparar as mudanças nas variáveis ao longo do período de intervenção. O nível de significância estatística foi fixado em p < 0,05. Foram detectadas diminuições na altura do SCM do momento 0-h (-12% [95%IC; -16% até -7,8%]) até o momento 48-h (-9% [-13,8% até -3,9%]), bem como aumentos na percepção de dor no momento 24-h (1,8%; [3,1% até 0,5%]) e 48-h (2,8%; [4,4% até 1,3%]), sugerindo a presença de DMIE. Para as medidas de VFC (e.g., Ln RMSSD, Ln HF, Ln LF e Ln TP) foram detectadas diminuições significativas apenas no momento 0-h. Assim, podemos concluir que a VFC não foi efetiva em detectar o DMIE, visto que após 24-h seus valores já haviam retornado a níveis basais, enquanto outros marcadores permaneceram alterados até 48-h após o protocolo de DMIE. Estudo 2: teve como objetivo comparar as respostas da VFC após a realização de dois protocolos de HIIT, em ciclo ergômetro, equalizados pela CET, porém com CIT diferentes. Para isso, foram recrutados 15 homens saudáveis que completaram ambos os protocolos de treino, separados por um período de Wash-out. Cada protocolo de treino teve 4 semanas de duração, sendo a primeira e a última semanas de avaliações, separadas por duas semanas de treino (i.e., 6 sessões). Durante as semanas de avaliação foram realizadas as aferições da VFC e o teste incremental máximo, para determinação da potência aeróbia máxima (Pmáx) e consumo máximo de oxigênio (V? O2máx). Os protocolos de treino consistiram em a) cinco esforços de 2 minutos com 1 minuto de intervalo entre esforços (T-2:1) e, b) 10 esforços de 1 minuto com 30 segundos de intervalo entre esforços (T-1:30). A CIT foi calculada a partir do impulso de treinamento (TRIMP), método baseado nas zonas de transição fisiológica. As comparações dos valores de VFC, TRIMP, Pmáx e V? O2máx entre os protocolos de treino e ao longo das sessões foram realizadas por meio de uma ANOVA de duas vias. Foram observados valores de TRIMP maiores para o protocolo T-2:1 (9,5% [95% IC; 6,5% até 12,5%]). Ainda, foram observadas melhoras no desempenho em ambos os protocolos (Pmáx [F = 8,897; P = 0,0148], V? O2máx [F = 7,139; P = 0,002]). Todavia, não foram encontradas alterações significativas em nenhuma das variáveis de VFC avaliadas. Pode-se concluir que duas semanas de HIIT foram suficientes para gerar melhoras no sistema cardiopulmonar sem causar distúrbios no balanço do SNACosta, Vitor PereiraTramontin, Artur Ferreira2025-01-24T19:33:33Z2023info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesis1 recurso online (65p.)application/pdfTRAMONTIN, Artur Ferreira. <b>Respostas da variabilidade da frequência cardíaca frente a duas modalidades de exercícios extenuantes</b>: influência do dano muscular e da carga de treinamento. 2025. Tese (Programa de Pós-Graduação em Ciências do Movimento Humano) - Udesc, 2023. Disponível em: https://repositorio.udesc.br/handle/UDESC/18299. Acesso em: insira aqui a data de acesso ao material. Ex: 18 fev. 2025.https://repositorio.udesc.br/handle/UDESC/18299Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da Udescinstname:Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)instacron:UDESC2025-03-27T18:27:00Zoai:repositorio.udesc.br:UDESC/18299Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttps://pergamumweb.udesc.br/biblioteca/index.phpPRIhttps://repositorio-api.udesc.br/server/oai/requestri@udesc.bropendoar:63912025-03-27T18:27Repositório Institucional da Udesc - Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)false |
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