Caminhos da Modernidade em Choros 2 de Heitor Villa-Lobos - O modalismo villalobiano - sobreposição e surrealismo
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
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Não Informado pela instituição
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.udesc.br/handle/UDESC/24871 |
Resumo: | Nesta pesquisa, buscamos investigar e explorar, por meio de releituras musicais, a obra Choros n.º 2, de Heitor Villa-Lobos — uma peça miniaturista escrita em 1924 para flauta e clarinete em Lá, na qual identificamos um novo patamar de liberdade e experimentação em relação a obras anteriores do compositor. A partir da identificação de técnicas composicionais empregadas por Villa-Lobos, como a escala decatônica e a sobreposição de materiais, que resultam em texturas sonoras inovadoras, reconhecemos sua pertinência a um universo que designamos como “música surrealista”. Com base em uma análise sustentada por referenciais da teoria da música popular e do jazz, demonstraremos como Villa-Lobos antecipou muitos elementos que fundamentariam essas linguagens, criando um universo que podemos denominar “sutonal” — um conceito de tonalidade expandida em que praticamente quaisquer elementos podem coexistir. Considerando a hipótese de que o Choros n.º 2 representa um divisor de águas na trajetória de Villa-Lobos, foi realizada uma pesquisa sobre obras anteriores a 1924, a fim de demonstrar que esse processo de pensamento já o acompanhava desde o início da segunda década do século XX, consolidando-se plenamente nessa obra. Complementarmente, em uma abordagem apoiada nos princípios da pesquisa artística, analisaremos algumas releituras “surrealistas” do Choros n.º 2, realizadas pelo autor desta dissertação ao longo dos últimos 30 anos. Dessa forma, buscamos identificar padrões técnico-composicionais que exemplifiquem o que propomos como “surrealismo musical”, constituindo o método pessoal do autor para compor e produzir conhecimento. |
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Nesta pesquisa, buscamos investigar e explorar, por meio de releituras musicais, a obra Choros n.º 2, de Heitor Villa-Lobos — uma peça miniaturista escrita em 1924 para flauta e clarinete em Lá, na qual identificamos um novo patamar de liberdade e experimentação em relação a obras anteriores do compositor. A partir da identificação de técnicas composicionais empregadas por Villa-Lobos, como a escala decatônica e a sobreposição de materiais, que resultam em texturas sonoras inovadoras, reconhecemos sua pertinência a um universo que designamos como “música surrealista”. Com base em uma análise sustentada por referenciais da teoria da música popular e do jazz, demonstraremos como Villa-Lobos antecipou muitos elementos que fundamentariam essas linguagens, criando um universo que podemos denominar “sutonal” — um conceito de tonalidade expandida em que praticamente quaisquer elementos podem coexistir. Considerando a hipótese de que o Choros n.º 2 representa um divisor de águas na trajetória de Villa-Lobos, foi realizada uma pesquisa sobre obras anteriores a 1924, a fim de demonstrar que esse processo de pensamento já o acompanhava desde o início da segunda década do século XX, consolidando-se plenamente nessa obra. Complementarmente, em uma abordagem apoiada nos princípios da pesquisa artística, analisaremos algumas releituras “surrealistas” do Choros n.º 2, realizadas pelo autor desta dissertação ao longo dos últimos 30 anos. Dessa forma, buscamos identificar padrões técnico-composicionais que exemplifiquem o que propomos como “surrealismo musical”, constituindo o método pessoal do autor para compor e produzir conhecimento. |
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