Análise da função manual na síndrome do túnel do carpo

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2010
Autor(a) principal: Mattos, Daniela Junckes da Silva
Orientador(a): Domenech, Susana Cristina
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.udesc.br/handle/UDESC/25945
Resumo: Este estudo investigou efeito da Síndrome do Túnel do Carpo (STC) na função manual. Foram analisados os parâmetros da força de preensão e suas associações com as características da STC, bem como o controle da força de preensão de indivíduos com STC em tarefas funcionais e o efeito causado pela fadiga e peso do objeto. Foram avaliadas 13 mulheres com STC (GE) e 13 sem STC (GC) com idade de 43,54 ± 7,70 e 43,23 ± 7,89 anos, respectivamente. O GE foi classificado quando à gravidade dos sintomas e estado funcional (Questionário de Boston para STC), o limiar de sensibilidade tátil e a destreza manual (Teste de Moberg). Foi realizado teste de força de preensão voluntária máxima em um dinamômetro. Os parâmetros da força de preensão analisados foram: força de preensão máxima (Fmax), tempo para atingir a força de preensão máxima (TFmax), taxa de desenvolvimento da força de preensão (TDF) e área sob a curva força-tempo (AFmax). Para análise do controle da força de preensão os indivíduos manipularam um objeto (instrumentado com sensor de força e acelerômetro triaxial) em duas tarefas funcionais: i) “beber” - levar o objeto até próximo à boca e ii) “transição” - realizar 11 levantamentos seqüenciais do objeto e reposicioná-lo sobre a mesa após 5 s, sendo que seu peso era aumentado nas repetições 6-8; foram comparadas as tentativas sem peso adicional do objeto (média 1-5, OBJP1) e o segundo levantamento com peso adicional (OBJP2). Os parâmetros analisados foram: pico da velocidade (Pvel), diferença temporal (DT), pico da força de preensão (PFP), média de força de preensão na aceleração (Fac) e desaceleração (Fdc) do movimento e margem de segurança (MS). Os indivíduos realizaram as tarefas funcionais antes de um protocolo de fadiga (FAD1) e com os músculos da preensão fadigados (FAD2). Os parâmetros da força de preensão foram diferentes entre grupos. GE mostrou menores valores de Fmax, TDF e AFmax e maior TFmax do que o GC. Foram encontradas associações moderadas e altas entre o TFmax e características do GE e moderada entre destreza manual e os parâmetros da força de preensão. Os parâmetros Pvel e DT não foram alterados pela STC, fadiga e peso do objeto. Antes do protocolo de fadiga, o GE aplicou maior PFP do que o GC (tarefa beber); ao levantar o objeto com peso adicional, ambos os grupos aumentaram o PFP e a MS (tarefa transição). Com os músculos fadigados, houve decréscimo da Fdc para GE (tarefa beber) e do PFP e da MS (tarefa transição) para ambos os grupos; o GE não mostrou diferença do PFP entre OBJP1 e OBJP2. A análise dos parâmetros da preensão apresentou-se útil para detectar prejuízo da função muscular na STC. Foi identificado que o TFmax pode ser o melhor parâmetro para indicar este comprometimento. Além disso, sugere-se que a sensibilidade é importante para evitar forças de preensão excessivas em tarefas funcionais e que a manipulação de objetos com músculos da preensão fadigados pode aumentar a probabilidade de deslizes acidentais, especialmente em indivíduos com STC.
id UDESC-2_599dac3f46e4e3277e8e1aaffba494b4
oai_identifier_str oai:repositorio.udesc.br:UDESC/25945
network_acronym_str UDESC-2
network_name_str Repositório Institucional da UDESC
repository_id_str
spelling PublicationMattos, Daniela Junckes da Silvavirtual::21216Domenech, Susana Cristina2026-05-12T21:10:08Z2010MATTOS, Daniela Junckes da Silva. <b>Análise da função manual na síndrome do túnel do carpo</b>. 2026. Dissertação (Programa de Pós-Graduação em Ciências do Movimento Humano) - Udesc, Florianópolis, 2010. Disponível em: https://repositorio.udesc.br/handle/UDESC/25945. Acesso em: insira aqui a data de acesso ao material. Ex: 18 fev. 2025.https://repositorio.udesc.br/handle/UDESC/25945Este estudo investigou efeito da Síndrome do Túnel do Carpo (STC) na função manual. Foram analisados os parâmetros da força de preensão e suas associações com as características da STC, bem como o controle da força de preensão de indivíduos com STC em tarefas funcionais e o efeito causado pela fadiga e peso do objeto. Foram avaliadas 13 mulheres com STC (GE) e 13 sem STC (GC) com idade de 43,54 ± 7,70 e 43,23 ± 7,89 anos, respectivamente. O GE foi classificado quando à gravidade dos sintomas e estado funcional (Questionário de Boston para STC), o limiar de sensibilidade tátil e a destreza manual (Teste de Moberg). Foi realizado teste de força de preensão voluntária máxima em um dinamômetro. Os parâmetros da força de preensão analisados foram: força de preensão máxima (Fmax), tempo para atingir a força de preensão máxima (TFmax), taxa de desenvolvimento da força de preensão (TDF) e área sob a curva força-tempo (AFmax). Para análise do controle da força de preensão os indivíduos manipularam um objeto (instrumentado com sensor de força e acelerômetro triaxial) em duas tarefas funcionais: i) “beber” - levar o objeto até próximo à boca e ii) “transição” - realizar 11 levantamentos seqüenciais do objeto e reposicioná-lo sobre a mesa após 5 s, sendo que seu peso era aumentado nas repetições 6-8; foram comparadas as tentativas sem peso adicional do objeto (média 1-5, OBJP1) e o segundo levantamento com peso adicional (OBJP2). Os parâmetros analisados foram: pico da velocidade (Pvel), diferença temporal (DT), pico da força de preensão (PFP), média de força de preensão na aceleração (Fac) e desaceleração (Fdc) do movimento e margem de segurança (MS). Os indivíduos realizaram as tarefas funcionais antes de um protocolo de fadiga (FAD1) e com os músculos da preensão fadigados (FAD2). Os parâmetros da força de preensão foram diferentes entre grupos. GE mostrou menores valores de Fmax, TDF e AFmax e maior TFmax do que o GC. Foram encontradas associações moderadas e altas entre o TFmax e características do GE e moderada entre destreza manual e os parâmetros da força de preensão. Os parâmetros Pvel e DT não foram alterados pela STC, fadiga e peso do objeto. Antes do protocolo de fadiga, o GE aplicou maior PFP do que o GC (tarefa beber); ao levantar o objeto com peso adicional, ambos os grupos aumentaram o PFP e a MS (tarefa transição). Com os músculos fadigados, houve decréscimo da Fdc para GE (tarefa beber) e do PFP e da MS (tarefa transição) para ambos os grupos; o GE não mostrou diferença do PFP entre OBJP1 e OBJP2. A análise dos parâmetros da preensão apresentou-se útil para detectar prejuízo da função muscular na STC. Foi identificado que o TFmax pode ser o melhor parâmetro para indicar este comprometimento. Além disso, sugere-se que a sensibilidade é importante para evitar forças de preensão excessivas em tarefas funcionais e que a manipulação de objetos com músculos da preensão fadigados pode aumentar a probabilidade de deslizes acidentais, especialmente em indivíduos com STC.153 f.Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessSíndrome do túnel do carpoForça de preensão manualAnálise da função manual na síndrome do túnel do carpoinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesis-1porreponame:Repositório Institucional da UDESCinstname:Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)instacron:UDESCFlorianópolisPrograma de Pós-Graduação em Ciências do Movimento HumanoCEFIDPrograma de Pós-Graduação em Ciências do Movimento HumanoAcesso abertoCiências da SaúdeThis study investigated the effect of Carpal Tunnel Syndrome (CTS) on hand function. It was analyzed the parameters of the grip force and their associations with the characteristics of CTS; and also, the control of the grip force in individuals with CTS during functional tasks and the effect of muscle fatigue and the object‟s weight. It was evaluated 13 women with CTS (GE) and 13 without STC (GC) aged 43.54 ± 7.70 and 43.23 ± 7.89, respectively. The GE was assessed by the symptoms severity and functional status (Boston Questionnaire for CTS), the threshold of tactile sensibility and the manual dexterity (Moberg test). The maximal voluntary grip force was evaluated using a dynamometer. The parameters of the grip force analyzed were: maximal grip force (Fmax), time do reach the maximal grip force (TFmax), force rate (TDF) and area under the curve force-time (AFmax). To analyze the grip force control, the subjects performed two functional tasks while an object (instrumented with force sensor and triaxial accelerometer) was manipulated: i) “drinking” – to bring the object close to the mouth and ii) "transition" - to lift the object 11 times sequentially and to leave it on the table after 5 s; in the trials 6-8, the object‟s weight was increased; therefore, the trials without object‟s additional load (average of 1-5, OBJP1) and the second lift with object‟s additional load (OBP2) were compared. The parameters analyzed were: peak of the velocity (Pvel), time lag (DT), peak of the grip force (PFP), mean of the grip force in movement‟s acceleration (Fac) and deceleration (Fdc) and safety margin (MS). The subjects performed the functional tasks before the fatigue protocol (FAD1) and with the muscles fatigued (FAD2). At group‟s comparison, the GE showed lower values of Fmax, TDF and AFmax and higher TFmax. There were high and moderate associations between TFmax and the characteristics of the GE and a moderate association between manual dexterity and the parameters of the grip force. The temporal parameters (Pvel and DT) were not affected by the CTS, fatigue and object‟s weight. Before the fatigue protocol, the GE applied higher PFP than the GC (drinking task); furthermore, both groups increased the PFP and the MS (transition task) while lifting the object with additional load. When the subjects performed the tasks with fatigued muscles, it was found a decreased of Fdc for the GE (drinking task) and also of PFP and MS for both groups (transition task); there was no difference on PFP between OBJP1 and OBJP2 for the GE. The analysis of the parameters of the grip force was useful to detect the muscle function impairments in CTS. It was identified that the TFmax might be the best parameter to indicate these changes. Moreover, it is suggested that the sensibility of the fingertips is important to avoid the excessive grip forces in functional tasks and that the manipulation of the objects with muscles of prehension fatigued may increase the likelihood of accidental slips, especially in individuals with CTS.b3d6cde3-5232-4d0f-b3bc-708bee80ddd4virtual::21216-1b3d6cde3-5232-4d0f-b3bc-708bee80ddd4virtual::21216-1ORIGINALDISSERTAÇÃO_FINAL_DANIELA.pdfDISSERTAÇÃO_FINAL_DANIELA.pdfapplication/pdf2561025https://repositorio.udesc.br/bitstreams/f6ddda33-0bcf-4660-8b5c-15f75c7889e8/download3e5b436c96aa3086373ab78840745907MD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtWritten by org.dspace.content.LicenseUtilstext/plain; charset=utf-81601https://repositorio.udesc.br/bitstreams/e06ad1b5-7262-4964-b934-d060b8fa8d6d/download7e7f8753bca4ca4a71293e48cccc5abfMD52falseAnonymousREADTEXTDISSERTAÇÃO_FINAL_DANIELA.pdf.txtWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.TikaTextExtractionFilter on 2026-05-13T06:02:47Z (GMT).Extracted texttext/plain103231https://repositorio.udesc.br/bitstreams/f592cd9f-a1a2-4ddc-bcbe-b469a8fb7638/download5a3c9a3ddc1c9525999432685e4cd10fMD53falseAnonymousREADTHUMBNAILDISSERTAÇÃO_FINAL_DANIELA.pdf.jpgWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.PDFBoxThumbnail on 2026-05-13T06:02:47Z (GMT).Generated Thumbnailimage/jpeg2383https://repositorio.udesc.br/bitstreams/3d10c677-303c-4a5f-a9ac-898b9fcd75dd/download037a94cd7fe3b2603de5f6794dfff948MD54falseAnonymousREADUDESC/259452026-05-13T06:02:47.962874Zhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/br/Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 Brazilopen.accessoai:repositorio.udesc.br:UDESC/25945https://repositorio.udesc.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttps://pergamumweb.udesc.br/biblioteca/index.phpPRIhttps://repositorio-api.udesc.br/server/oai/requestri@udesc.bropendoar:63912026-05-13T06:02:47Repositório Institucional da UDESC - Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)falseSMOhIHVtIMO6bHRpbW8gcGFzc286IGNvbmNvcmRhciBjb20gbyBUZXJtbyBkZSBBdXRvcml6YcOnw6NvLgoKU2VsZWNpb25lICJFdSBjb25jb3JkbyBjb20gbyBUZXJtbyBkZSBBdXRvcml6YcOnw6NvIiBlIGNsaXF1ZSBlbSAiRmluYWxpemFyIHN1Ym1pc3PDo28iLgoKQW8gZGVwb3NpdGFyIGVzdGEgb2JyYSBubyBSZXBvc2l0w7NyaW8gSW5zdGl0dWNpb25hbCBkYSBVbml2ZXJzaWRhZGUgZG8gRXN0YWRvIGRlIFNhbnRhIENhdGFyaW5hIChVZGVzYyksIGRlY2xhcm8gcXVlIGVzdG91IGNpZW50ZSBlIGRlIGFjb3JkbyBjb20gYXMgc2VndWludGVzIGFmaXJtYXRpdmFzOgpJIC0gRGVjbGFybyBxdWUgc291IGRldGVudG9yIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBkZXN0YSBvYnJhLCBzZW5kbyBkZSBtaW5oYSByZXNwb25zYWJpbGlkYWRlIHF1YWlzcXVlciBtZWRpZGFzIGp1ZGljaWFpcyBvdSBleHRyYWp1ZGljaWFpcyBjb25jZXJuZW50ZXMgYW8gc2V1IGNvbnRlw7pkby4gCklJIC0gRW0gY2FzbyBkZSBhdXRvcmlhIGNvbXBhcnRpbGhhZGEsIGRlY2xhcm8gcXVlIHBvc3N1byBhdXRvcml6YcOnw6NvIGRvcyBkZW1haXMgZGV0ZW50b3JlcyBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgcGFyYSBjb25jZWRlciBhIHByZXNlbnRlIGxpY2Vuw6dhLiAKSUlJLSBBdXRvcml6byBhIFVkZXNjIGEgaW5jbHVpciBlc3RhIG9icmEgbm8gc2V1IFJlcG9zaXTDs3JpbyBJbnN0aXR1Y2lvbmFsIGUgZGlzdHJpYnXDrS1sYSBlbSBmb3JtYXRvIGRpZ2l0YWwgbmEgaW50ZXJuZXQsIGNvbmZvcm1lIGxpY2Vuw6dhIHDDumJsaWNhIENyZWF0aXZlIENvbW1vbnMgYXRyaWJ1w61kYcK4IGEgdMOtdHVsbyBkZSBkaXZ1bGdhw6fDo28gZGEgcHJvZHXDp8OjbyBjaWVudMOtZmljYSBicmFzaWxlaXJhLCBhIHBhcnRpciBkZXN0YSBkYXRhLgpJViDigJMgRXN0b3UgY2llbnRlIHF1ZSBwYXJhIFRyYWJhbGhvcyBkZSBDb25jbHVzw6NvIGRlIEN1cnNvIChUQ0MpLCBhIGxpY2Vuw6dhIHDDumJsaWNhIGF0cmlidcOtZGEgw6kgPGEgaHJlZj0iaHR0cDovL2NyZWF0aXZlY29tbW9ucy5vcmcvbGljZW5zZXMvYnktbmMtc2EvNC4wL2JyLyIgdGFyZ2V0PSJfYmxhbmsiPkNyZWF0aXZlIENvbW1vbnMgQXRyaWJ1acOnw6NvLU7Do29Db21lcmNpYWwtQ29tcGFydGlsaGFJZ3VhbCA0LjAgSW50ZXJuYWNpb25hbDwvYT4uIFBhcmEgb3MgZGVtYWlzIGl0ZW5zLCBhIGxpY2Vuw6dhIGF0cmlidcOtZGEgc2Vyw6EgYXF1ZWxhIGRlZmluaWRhIHBlbG8gYXV0b3Igbm8gYXRvIGRvIGRlcMOzc2l0by4KVkkgLSBBIFVkZXNjIMOpIHByZXZpYW1lbnRlIGF1dG9yaXphZGEgcGVsbyBkZXBvc2l0YW50ZSBhIHJlYWxpemFyIGEgb2N1bHRhw6fDo28sIGEgbXVkYW7Dp2EgZG8gbG9jYWwgZGUgYXJtYXplbmFtZW50byBlIGEgZXhjbHVzw6NvIGRvcyBpdGVucyBhcm1hemVuYWRvcyBubyByZXBvc2l0w7NyaW8uClZJSSAtIExpIGUgZXN0b3UgZGUgYWNvcmRvIGNvbSBhcyByZWdyYXMgcHJldmlzdGFzIG5hIEluc3RydcOnw6NvIE5vcm1hdGl2YSBxdWUgcmVndWxhbWVudGEgbyBmdW5jaW9uYW1lbnRvIGRvIFJlcG9zaXTDs3JpbyBJbnN0aXR1Y2lvbmFsIGRhIFVkZXNjLgo=
dc.title.none.fl_str_mv Análise da função manual na síndrome do túnel do carpo
title Análise da função manual na síndrome do túnel do carpo
spellingShingle Análise da função manual na síndrome do túnel do carpo
Mattos, Daniela Junckes da Silva
Síndrome do túnel do carpo
Força de preensão manual
title_short Análise da função manual na síndrome do túnel do carpo
title_full Análise da função manual na síndrome do túnel do carpo
title_fullStr Análise da função manual na síndrome do túnel do carpo
title_full_unstemmed Análise da função manual na síndrome do túnel do carpo
title_sort Análise da função manual na síndrome do túnel do carpo
author Mattos, Daniela Junckes da Silva
author_facet Mattos, Daniela Junckes da Silva
author_role author
dc.contributor.author.fl_str_mv Mattos, Daniela Junckes da Silva
dc.contributor.advisor1ID.fl_str_mv virtual::21216
dc.contributor.advisor1.fl_str_mv Domenech, Susana Cristina
contributor_str_mv Domenech, Susana Cristina
dc.subject.por.fl_str_mv Síndrome do túnel do carpo
Força de preensão manual
topic Síndrome do túnel do carpo
Força de preensão manual
description Este estudo investigou efeito da Síndrome do Túnel do Carpo (STC) na função manual. Foram analisados os parâmetros da força de preensão e suas associações com as características da STC, bem como o controle da força de preensão de indivíduos com STC em tarefas funcionais e o efeito causado pela fadiga e peso do objeto. Foram avaliadas 13 mulheres com STC (GE) e 13 sem STC (GC) com idade de 43,54 ± 7,70 e 43,23 ± 7,89 anos, respectivamente. O GE foi classificado quando à gravidade dos sintomas e estado funcional (Questionário de Boston para STC), o limiar de sensibilidade tátil e a destreza manual (Teste de Moberg). Foi realizado teste de força de preensão voluntária máxima em um dinamômetro. Os parâmetros da força de preensão analisados foram: força de preensão máxima (Fmax), tempo para atingir a força de preensão máxima (TFmax), taxa de desenvolvimento da força de preensão (TDF) e área sob a curva força-tempo (AFmax). Para análise do controle da força de preensão os indivíduos manipularam um objeto (instrumentado com sensor de força e acelerômetro triaxial) em duas tarefas funcionais: i) “beber” - levar o objeto até próximo à boca e ii) “transição” - realizar 11 levantamentos seqüenciais do objeto e reposicioná-lo sobre a mesa após 5 s, sendo que seu peso era aumentado nas repetições 6-8; foram comparadas as tentativas sem peso adicional do objeto (média 1-5, OBJP1) e o segundo levantamento com peso adicional (OBJP2). Os parâmetros analisados foram: pico da velocidade (Pvel), diferença temporal (DT), pico da força de preensão (PFP), média de força de preensão na aceleração (Fac) e desaceleração (Fdc) do movimento e margem de segurança (MS). Os indivíduos realizaram as tarefas funcionais antes de um protocolo de fadiga (FAD1) e com os músculos da preensão fadigados (FAD2). Os parâmetros da força de preensão foram diferentes entre grupos. GE mostrou menores valores de Fmax, TDF e AFmax e maior TFmax do que o GC. Foram encontradas associações moderadas e altas entre o TFmax e características do GE e moderada entre destreza manual e os parâmetros da força de preensão. Os parâmetros Pvel e DT não foram alterados pela STC, fadiga e peso do objeto. Antes do protocolo de fadiga, o GE aplicou maior PFP do que o GC (tarefa beber); ao levantar o objeto com peso adicional, ambos os grupos aumentaram o PFP e a MS (tarefa transição). Com os músculos fadigados, houve decréscimo da Fdc para GE (tarefa beber) e do PFP e da MS (tarefa transição) para ambos os grupos; o GE não mostrou diferença do PFP entre OBJP1 e OBJP2. A análise dos parâmetros da preensão apresentou-se útil para detectar prejuízo da função muscular na STC. Foi identificado que o TFmax pode ser o melhor parâmetro para indicar este comprometimento. Além disso, sugere-se que a sensibilidade é importante para evitar forças de preensão excessivas em tarefas funcionais e que a manipulação de objetos com músculos da preensão fadigados pode aumentar a probabilidade de deslizes acidentais, especialmente em indivíduos com STC.
publishDate 2010
dc.date.issued.fl_str_mv 2010
dc.date.accessioned.fl_str_mv 2026-05-12T21:10:08Z
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/masterThesis
format masterThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.citation.fl_str_mv MATTOS, Daniela Junckes da Silva. <b>Análise da função manual na síndrome do túnel do carpo</b>. 2026. Dissertação (Programa de Pós-Graduação em Ciências do Movimento Humano) - Udesc, Florianópolis, 2010. Disponível em: https://repositorio.udesc.br/handle/UDESC/25945. Acesso em: insira aqui a data de acesso ao material. Ex: 18 fev. 2025.
dc.identifier.uri.fl_str_mv https://repositorio.udesc.br/handle/UDESC/25945
identifier_str_mv MATTOS, Daniela Junckes da Silva. <b>Análise da função manual na síndrome do túnel do carpo</b>. 2026. Dissertação (Programa de Pós-Graduação em Ciências do Movimento Humano) - Udesc, Florianópolis, 2010. Disponível em: https://repositorio.udesc.br/handle/UDESC/25945. Acesso em: insira aqui a data de acesso ao material. Ex: 18 fev. 2025.
url https://repositorio.udesc.br/handle/UDESC/25945
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.relation.confidence.fl_str_mv -1
dc.rights.driver.fl_str_mv Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 Brazil
http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/br/
info:eu-repo/semantics/openAccess
rights_invalid_str_mv Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 Brazil
http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/br/
eu_rights_str_mv openAccess
dc.format.none.fl_str_mv 153 f.
dc.source.none.fl_str_mv reponame:Repositório Institucional da UDESC
instname:Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)
instacron:UDESC
instname_str Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)
instacron_str UDESC
institution UDESC
reponame_str Repositório Institucional da UDESC
collection Repositório Institucional da UDESC
bitstream.url.fl_str_mv https://repositorio.udesc.br/bitstreams/f6ddda33-0bcf-4660-8b5c-15f75c7889e8/download
https://repositorio.udesc.br/bitstreams/e06ad1b5-7262-4964-b934-d060b8fa8d6d/download
https://repositorio.udesc.br/bitstreams/f592cd9f-a1a2-4ddc-bcbe-b469a8fb7638/download
https://repositorio.udesc.br/bitstreams/3d10c677-303c-4a5f-a9ac-898b9fcd75dd/download
bitstream.checksum.fl_str_mv 3e5b436c96aa3086373ab78840745907
7e7f8753bca4ca4a71293e48cccc5abf
5a3c9a3ddc1c9525999432685e4cd10f
037a94cd7fe3b2603de5f6794dfff948
bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv MD5
MD5
MD5
MD5
repository.name.fl_str_mv Repositório Institucional da UDESC - Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)
repository.mail.fl_str_mv ri@udesc.br
_version_ 1879672131821764608