Técnicas de inventário florestal aplicadas em ambiente gis em duas florestas de concessão florestal no bioma Amazônia

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2021
Autor(a) principal: Ziembowicz, Matheus
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/33523/0013000006b30
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.udesc.br/handle/UDESC/15168
Resumo: O objetivo deste estudo foi avaliar diferentes aspectos qualitativos e quantitativos a partir de um banco de dados georreferenciado de censo florestal em áreas destinadas a concessão florestal no Bioma Amazônia. As áreas de estudo foram em unidades de produção anual (UPA) das Florestas Nacionais (Flonas) de Altamira/PA e Jamari/RO, a partir de dados de censo florestal (i.e. inventário 100%). Os dados foram cedidos pelo Serviço Florestal Brasileiro (SFB). As áreas selecionadas para o estudo são as Flonas Altamira e Jamari perfazendo em ordem 9,521.2 ha e 17,304.9 ha, respectivamente. O censo consistiu em árvores com um diâmetro à altura do peito (DAP) = 25 cm. Além do DAP, outros parâmetros foram mensurados, a exemplo da identificação botânica, altura comercial, volume comercial, coordenadas X e Y, área basal, e qualidade de fuste e seu propósito. Foram identificadas 117 espécies na Flona Altamira e 273 espécies na Flona Jamari. Esta última apresentou 15 espécies não identificadas. As espécies predominantes na Flona Altamira foram: Astronium lecointei Ducke; Apuleia leiocarpa (Vogel) J.F. Macbr.; Handroanthus impetiginosus (Mart. ex DC.) Mattos; Handroanthus serratifolius (Vahl) S.Grose; Handroanthus sp.; Hymenaea courbaril L.; Parkia gigantocarpa Ducke; Parkia sp.; Protium stevensonii (Standl.) Daly e Manilkara elata (Allemão ex Miq.) Monach. Já as espécies mais predominantes na Flona Jamari foram: Astronium lecointei Ducke; Bertholletia excelsa Bonpl.; Cariniana micrantha Ducke; Clarisia racemosa Ruiz & Pav.; Copaifera multijuga Hayne; Dinizia excelsa Ducke; Peltogyne lecointei Ducke; Peltogyne paniculata Benth.; Pouteria guianensis Aubl. e Protium robustum (Swart) D.M.Porter. O presente trabalho foi dividido em cinco capítulos, sendo o primeiro apenas composto por uma revisão de literatura. O capítulo II analisou todas as espécies presentes no censo florestal das duas áreas, onde teve como objetivo verificar a composição florística destes dados utilizando índices ecológicos de diversidade (Jentsch; Pielou; Shannon-Wiener e Simpson) e Similaridade (Jaccard e Sorensen). Estes índices foram mensurados em software R, e por fim realizou-se o teste-t de Hutcheson através dos valores de Shannon-Wiener. Os resultados demonstram altos valores de diversidade florística nas UPA’s estudadas. O teste-t de Hutcheson apresentou apenas cinco áreas com semelhança de diversidade de Shannon-Wiener, sendo neste caso apenas na Flona Jamari, e os demais resultados apresentaram distinção. O capítulo III analisou a simulação de APP através dos módulos fiscais, utilizando neste caso o artigo 61-A do Código Florestal Brasileiro. A área de estudo neste caso foi a Unidade de Manejo Florestal (UMF) III. O intuito deste estudo foi simular faixas de APP utilizando algumas ferramentas em ambiente Geographic Information System (GIS) para a geração da rede hídrica e aferir a diversidade florística de espécies arbóreas caso a área fosse compreendida por pequenas, médias ou grandes propriedades rurais. Assim, utilizou índices ecológicos de similaridade (Bray-Curtis; Jaccard; Morisita-Horn e Sorensen) para as APP criadas em GIS e a correlação de Pearson. Os resultados de similaridade demonstraram valores de alta e baixa similaridade no comparativo das zonas de APP a 5m, 8m, 15m, 30m e 50m. Já os resultados da correlação de Pearson foram considerados fortes. O capítulo IV analisou a estrutura horizontal e diamétrica das duas Flonas estudadas. A estrutura horizontal mensurou (frequência, dominância, valor de importância e valor de cobertura) para todas as espécies presentes em cada censo florestal. E a estrutura diamétrica foi aferida para as espécies dominantes em cada área e para as espécies com maior valor comercial. Os resultados demonstraram quais espécies possuem maior frequência, dominância e maiores valores de cobertura e importância dentro das suas respectivas comunidades florestais. E os resultados da estrutura diamétrica, utilizando aderência de Kolmogorov-Smirnov a 99% de probabilidade, mostraram gráficos unimodais para todas as espécies e o modelo mais representativo foi a Weibull 3p. E o capítulo V conduzido na UMF III da Flona Jamari realizou simulação de amostragem, através do processo de amostragem aleatória simples, utilizando o método de área fixa com parcelas de 20m x 250 para as três intensidades amostrais (1%, 2% e 5%) através dos dados do censo florestal. Os resultados indicaram que a intensidade de 1% obteve valores mais satisfatórios, mas a intensidade de 5% apresentou valores mais condizentes. Os resultados das estimativas para cada intensidade acabaram superestimando os valores do censo florestal, principalmente por ter sido utilizado como área, o limite das UPA’s, que em muitos casos tinham clareiras e banhados. O estudo num modo geral, mostrou que os dados do censo florestal possuem alta diversidade florística para estas duas áreas de concessão florestal e que estão de acordo com as premissas estabelecidas pela legislações vigente para o manejo florestal sustentável.
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Além do DAP, outros parâmetros foram mensurados, a exemplo da identificação botânica, altura comercial, volume comercial, coordenadas X e Y, área basal, e qualidade de fuste e seu propósito. Foram identificadas 117 espécies na Flona Altamira e 273 espécies na Flona Jamari. Esta última apresentou 15 espécies não identificadas. As espécies predominantes na Flona Altamira foram: Astronium lecointei Ducke; Apuleia leiocarpa (Vogel) J.F. Macbr.; Handroanthus impetiginosus (Mart. ex DC.) Mattos; Handroanthus serratifolius (Vahl) S.Grose; Handroanthus sp.; Hymenaea courbaril L.; Parkia gigantocarpa Ducke; Parkia sp.; Protium stevensonii (Standl.) Daly e Manilkara elata (Allemão ex Miq.) Monach. 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O teste-t de Hutcheson apresentou apenas cinco áreas com semelhança de diversidade de Shannon-Wiener, sendo neste caso apenas na Flona Jamari, e os demais resultados apresentaram distinção. O capítulo III analisou a simulação de APP através dos módulos fiscais, utilizando neste caso o artigo 61-A do Código Florestal Brasileiro. A área de estudo neste caso foi a Unidade de Manejo Florestal (UMF) III. O intuito deste estudo foi simular faixas de APP utilizando algumas ferramentas em ambiente Geographic Information System (GIS) para a geração da rede hídrica e aferir a diversidade florística de espécies arbóreas caso a área fosse compreendida por pequenas, médias ou grandes propriedades rurais. Assim, utilizou índices ecológicos de similaridade (Bray-Curtis; Jaccard; Morisita-Horn e Sorensen) para as APP criadas em GIS e a correlação de Pearson. Os resultados de similaridade demonstraram valores de alta e baixa similaridade no comparativo das zonas de APP a 5m, 8m, 15m, 30m e 50m. Já os resultados da correlação de Pearson foram considerados fortes. O capítulo IV analisou a estrutura horizontal e diamétrica das duas Flonas estudadas. A estrutura horizontal mensurou (frequência, dominância, valor de importância e valor de cobertura) para todas as espécies presentes em cada censo florestal. E a estrutura diamétrica foi aferida para as espécies dominantes em cada área e para as espécies com maior valor comercial. Os resultados demonstraram quais espécies possuem maior frequência, dominância e maiores valores de cobertura e importância dentro das suas respectivas comunidades florestais. E os resultados da estrutura diamétrica, utilizando aderência de Kolmogorov-Smirnov a 99% de probabilidade, mostraram gráficos unimodais para todas as espécies e o modelo mais representativo foi a Weibull 3p. E o capítulo V conduzido na UMF III da Flona Jamari realizou simulação de amostragem, através do processo de amostragem aleatória simples, utilizando o método de área fixa com parcelas de 20m x 250 para as três intensidades amostrais (1%, 2% e 5%) através dos dados do censo florestal. Os resultados indicaram que a intensidade de 1% obteve valores mais satisfatórios, mas a intensidade de 5% apresentou valores mais condizentes. Os resultados das estimativas para cada intensidade acabaram superestimando os valores do censo florestal, principalmente por ter sido utilizado como área, o limite das UPA’s, que em muitos casos tinham clareiras e banhados. O estudo num modo geral, mostrou que os dados do censo florestal possuem alta diversidade florística para estas duas áreas de concessão florestal e que estão de acordo com as premissas estabelecidas pela legislações vigente para o manejo florestal sustentável.Liesenberg, VeraldoZiembowicz, Matheus2025-01-24T18:57:46Z2021info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesis225 f.application/pdfZIEMBOWICZ, Matheus. <b>Técnicas de inventário florestal aplicadas em ambiente gis em duas florestas de concessão florestal no bioma Amazônia</b>. 2025. Dissertação (Curso de Engenharia Florestal) - Udesc, 2021. Disponível em: https://repositorio.udesc.br/handle/UDESC/15168. Acesso em: insira aqui a data de acesso ao material. 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Esta última apresentou 15 espécies não identificadas. As espécies predominantes na Flona Altamira foram: Astronium lecointei Ducke; Apuleia leiocarpa (Vogel) J.F. Macbr.; Handroanthus impetiginosus (Mart. ex DC.) Mattos; Handroanthus serratifolius (Vahl) S.Grose; Handroanthus sp.; Hymenaea courbaril L.; Parkia gigantocarpa Ducke; Parkia sp.; Protium stevensonii (Standl.) Daly e Manilkara elata (Allemão ex Miq.) Monach. Já as espécies mais predominantes na Flona Jamari foram: Astronium lecointei Ducke; Bertholletia excelsa Bonpl.; Cariniana micrantha Ducke; Clarisia racemosa Ruiz & Pav.; Copaifera multijuga Hayne; Dinizia excelsa Ducke; Peltogyne lecointei Ducke; Peltogyne paniculata Benth.; Pouteria guianensis Aubl. e Protium robustum (Swart) D.M.Porter. O presente trabalho foi dividido em cinco capítulos, sendo o primeiro apenas composto por uma revisão de literatura. O capítulo II analisou todas as espécies presentes no censo florestal das duas áreas, onde teve como objetivo verificar a composição florística destes dados utilizando índices ecológicos de diversidade (Jentsch; Pielou; Shannon-Wiener e Simpson) e Similaridade (Jaccard e Sorensen). Estes índices foram mensurados em software R, e por fim realizou-se o teste-t de Hutcheson através dos valores de Shannon-Wiener. Os resultados demonstram altos valores de diversidade florística nas UPA’s estudadas. O teste-t de Hutcheson apresentou apenas cinco áreas com semelhança de diversidade de Shannon-Wiener, sendo neste caso apenas na Flona Jamari, e os demais resultados apresentaram distinção. O capítulo III analisou a simulação de APP através dos módulos fiscais, utilizando neste caso o artigo 61-A do Código Florestal Brasileiro. A área de estudo neste caso foi a Unidade de Manejo Florestal (UMF) III. O intuito deste estudo foi simular faixas de APP utilizando algumas ferramentas em ambiente Geographic Information System (GIS) para a geração da rede hídrica e aferir a diversidade florística de espécies arbóreas caso a área fosse compreendida por pequenas, médias ou grandes propriedades rurais. Assim, utilizou índices ecológicos de similaridade (Bray-Curtis; Jaccard; Morisita-Horn e Sorensen) para as APP criadas em GIS e a correlação de Pearson. Os resultados de similaridade demonstraram valores de alta e baixa similaridade no comparativo das zonas de APP a 5m, 8m, 15m, 30m e 50m. Já os resultados da correlação de Pearson foram considerados fortes. O capítulo IV analisou a estrutura horizontal e diamétrica das duas Flonas estudadas. A estrutura horizontal mensurou (frequência, dominância, valor de importância e valor de cobertura) para todas as espécies presentes em cada censo florestal. 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Os resultados das estimativas para cada intensidade acabaram superestimando os valores do censo florestal, principalmente por ter sido utilizado como área, o limite das UPA’s, que em muitos casos tinham clareiras e banhados. O estudo num modo geral, mostrou que os dados do censo florestal possuem alta diversidade florística para estas duas áreas de concessão florestal e que estão de acordo com as premissas estabelecidas pela legislações vigente para o manejo florestal sustentável.
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