Desempenho morfofisiológico da soja ao excesso hídrico em diferentes estádios fenológicos e do potencial do uso de bioinsuos na mitigação do estresse
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
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| Departamento: |
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.udesc.br/handle/UDESC/25038 |
Resumo: | A elevada umidade do solo altera o desenvolvimento e o rendimento da soja, sendo que cultivares apresentam respostas contrastantes ao encharcamento. Nesse contexto, o uso de bioinsumos tem sido proposto como estratégia complementar para atenuar os efeitos da hipóxia radicular. Dessa forma, objetivou-se avaliar a resposta da soja em diferentes estádios fenológicos e sob aplicação de bioinsumos, a fim de identificar estádios mais sensíveis ao alagamento temporário e verificar o potencial dos microrganismos na mitigação do estresse hídrico. O estudo foi conduzido em casa de vegetação no CAV/UDESC, em Lages-SC, em dois experimentos distintos. O primeiro avaliou a cultivar Zeus em nove estádios fenológicos sob dois níveis de umidade (80% e 95% da capacidade de campo) em delineamento fatorial 9×2. O segundo comparou as cultivares Zeus e Lança submetidas ao alagamento por cinco dias, com e sem aplicação de cinco bioinsumos comerciais, em delineamento fatorial 2×7. Variáveis morfofisiológicas e produtivas foram mensuradas ao longo do ciclo. Os resultados do primeiro experimento revelaram que a tolerância ao encharcamento depende fortemente do estádio fenológico, sendo que 95% da capacidade de campo não comprometeu fases iniciais, mas favoreceu características fisiológicas e produtivas nos estádios R1 e R5, aumentando o número de vagens e grãos por planta. No segundo experimento, a cultivar Lança apresentou maior emissão foliar e formação de vagens, enquanto Zeus demonstrou melhor desempenho reprodutivo em peso de grãos, especialmente com Biomagno®. Embora nem todos os bioinsumos tenham promovido diferenças estatísticas, alguns consórcios contendo Bacillus spp. indicaram potencial de mitigação parcial do estresse. Conclui-se que a sensibilidade da soja ao alagamento é dependente do estádio fenológico e que o componente genético exerce maior influência sobre a tolerância, ao passo que os bioinsumos apresentam papel complementar promissor, mas ainda carecem de validação em condições de campo. |
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Desempenho morfofisiológico da soja ao excesso hídrico em diferentes estádios fenológicos e do potencial do uso de bioinsuos na mitigação do estresseMorphophysiological Performance of Soybean Under Excess Water in Different Phenological Stages and the Potential of Using Bioinputs in Stress MitigationBioestimulantesGlycine maxEncharcamentoAdaptaçãoA elevada umidade do solo altera o desenvolvimento e o rendimento da soja, sendo que cultivares apresentam respostas contrastantes ao encharcamento. Nesse contexto, o uso de bioinsumos tem sido proposto como estratégia complementar para atenuar os efeitos da hipóxia radicular. Dessa forma, objetivou-se avaliar a resposta da soja em diferentes estádios fenológicos e sob aplicação de bioinsumos, a fim de identificar estádios mais sensíveis ao alagamento temporário e verificar o potencial dos microrganismos na mitigação do estresse hídrico. O estudo foi conduzido em casa de vegetação no CAV/UDESC, em Lages-SC, em dois experimentos distintos. O primeiro avaliou a cultivar Zeus em nove estádios fenológicos sob dois níveis de umidade (80% e 95% da capacidade de campo) em delineamento fatorial 9×2. O segundo comparou as cultivares Zeus e Lança submetidas ao alagamento por cinco dias, com e sem aplicação de cinco bioinsumos comerciais, em delineamento fatorial 2×7. Variáveis morfofisiológicas e produtivas foram mensuradas ao longo do ciclo. Os resultados do primeiro experimento revelaram que a tolerância ao encharcamento depende fortemente do estádio fenológico, sendo que 95% da capacidade de campo não comprometeu fases iniciais, mas favoreceu características fisiológicas e produtivas nos estádios R1 e R5, aumentando o número de vagens e grãos por planta. No segundo experimento, a cultivar Lança apresentou maior emissão foliar e formação de vagens, enquanto Zeus demonstrou melhor desempenho reprodutivo em peso de grãos, especialmente com Biomagno®. Embora nem todos os bioinsumos tenham promovido diferenças estatísticas, alguns consórcios contendo Bacillus spp. indicaram potencial de mitigação parcial do estresse. Conclui-se que a sensibilidade da soja ao alagamento é dependente do estádio fenológico e que o componente genético exerce maior influência sobre a tolerância, ao passo que os bioinsumos apresentam papel complementar promissor, mas ainda carecem de validação em condições de campo.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)Souza, Clovis Arruda DeLuz, Steffani da2026-02-03T17:09:58Z2025info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesis94application/pdfLUZ, Steffani da. <b>Desempenho morfofisiológico da soja ao excesso hídrico em diferentes estádios fenológicos e do potencial do uso de bioinsuos na mitigação do estresse</b>. 2026. Dissertação (Programa de Pós-Graduação em Produção Vegetal) - Udesc, Lages- SC, 2025. Disponível em: https://repositorio.udesc.br/handle/UDESC/25038. Acesso em: insira aqui a data de acesso ao material. Ex: 18 fev. 2025.https://repositorio.udesc.br/handle/UDESC/25038Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da UDESCinstname:Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)instacron:UDESC2026-02-07T06:03:59Zoai:repositorio.udesc.br:UDESC/25038Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttps://pergamumweb.udesc.br/biblioteca/index.phpPRIhttps://repositorio-api.udesc.br/server/oai/requestri@udesc.bropendoar:63912026-02-07T06:03:59Repositório Institucional da UDESC - Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)false |
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A elevada umidade do solo altera o desenvolvimento e o rendimento da soja, sendo que cultivares apresentam respostas contrastantes ao encharcamento. Nesse contexto, o uso de bioinsumos tem sido proposto como estratégia complementar para atenuar os efeitos da hipóxia radicular. Dessa forma, objetivou-se avaliar a resposta da soja em diferentes estádios fenológicos e sob aplicação de bioinsumos, a fim de identificar estádios mais sensíveis ao alagamento temporário e verificar o potencial dos microrganismos na mitigação do estresse hídrico. O estudo foi conduzido em casa de vegetação no CAV/UDESC, em Lages-SC, em dois experimentos distintos. O primeiro avaliou a cultivar Zeus em nove estádios fenológicos sob dois níveis de umidade (80% e 95% da capacidade de campo) em delineamento fatorial 9×2. O segundo comparou as cultivares Zeus e Lança submetidas ao alagamento por cinco dias, com e sem aplicação de cinco bioinsumos comerciais, em delineamento fatorial 2×7. Variáveis morfofisiológicas e produtivas foram mensuradas ao longo do ciclo. Os resultados do primeiro experimento revelaram que a tolerância ao encharcamento depende fortemente do estádio fenológico, sendo que 95% da capacidade de campo não comprometeu fases iniciais, mas favoreceu características fisiológicas e produtivas nos estádios R1 e R5, aumentando o número de vagens e grãos por planta. No segundo experimento, a cultivar Lança apresentou maior emissão foliar e formação de vagens, enquanto Zeus demonstrou melhor desempenho reprodutivo em peso de grãos, especialmente com Biomagno®. Embora nem todos os bioinsumos tenham promovido diferenças estatísticas, alguns consórcios contendo Bacillus spp. indicaram potencial de mitigação parcial do estresse. Conclui-se que a sensibilidade da soja ao alagamento é dependente do estádio fenológico e que o componente genético exerce maior influência sobre a tolerância, ao passo que os bioinsumos apresentam papel complementar promissor, mas ainda carecem de validação em condições de campo. |
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LUZ, Steffani da. <b>Desempenho morfofisiológico da soja ao excesso hídrico em diferentes estádios fenológicos e do potencial do uso de bioinsuos na mitigação do estresse</b>. 2026. Dissertação (Programa de Pós-Graduação em Produção Vegetal) - Udesc, Lages- SC, 2025. Disponível em: https://repositorio.udesc.br/handle/UDESC/25038. Acesso em: insira aqui a data de acesso ao material. Ex: 18 fev. 2025. https://repositorio.udesc.br/handle/UDESC/25038 |
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