Efeito agudo do alongamento dinâmico e estático no salto vertical em atletas adolescentes de voleibol
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.udesc.br/handle/UDESC/22749 |
Resumo: | No cenário mundial, o voleibol é uma modalidade popular e se estabelece em alto nível de desempenho e por se tratar de uma modalidade sem contato entre os oponentes, é considerado um jogo que exige maior vigorosidade, movimentos rápidos e com inúmeros saltos em todas as direções. Para compreender melhor a mecânica do salto vertical e sua importância no voleibol, é fundamental analisar os movimentos que o compõem, bem como, estratégias que auxiliam seu desempenho. A literatura aponta que o alongamento dinâmico está relacionado a evolução da performance explosiva e o alongamento estático, quando realizado imediatamente antes da atividade física, pode diminuir a potência muscular. Este estudo tem como objetivo geral verificar o efeito agudo do alongamento dinâmico e estático no salto vertical, rigidez muscular e padrão de movimento em atletas adolescentes de voleibol. Portanto, foram desenvolvidos dois estudos, sendo o primeiro de característica teórica, com o objetivo de revisar, de forma sistemática, a literatura científica sobre os principais desfechos e intercorrências relacionados com salto vertical, alongamento estático e dinâmico e atletas de voleibol, através da identificação e seleção de artigos nas bases de dados Web of Science, Scopous, PubMed/MEDLINE, Literatura Latino-Americana do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), SPORTDiscus e Embase. Já, o segundo estudo se caracteriza como um estudo experimental cruzado, randomizado em dois braços de pesquisa, grupos A e B. Os participanetes da amostra foram 20 atletas da categoria de base do voleibol da cidade de Itajaí/SC, indivíduos maiores de 12 anos e menores de 18 anos. No grupo 1 foi realizado alongamento dinâmico e no grupo 2 alongamento estático, em que o desfecho principal foi a altura do salto vertical e a rigidez dinâmica do músculo reto femoral e semitendíneo. Como desfecho secundário, considerou-se a capacidade funcional e a qualidade do movimento. As variáveis quantitativas foram apresentadas por meio de médias e desvios-padrão. Para análise da normalidade dos dados foi aplicado o teste Shapiro-Wilk. Para análise pré-intervenção e pós-intervenção, em dois grupos não pareados, foi utilizado a ANOVA de medidas repetidas de dois fatores e seguidas de testes post hoc de Bonferroni. Foi adotado o nível de significância de 5% (p<0,05) em todos os testes. A aparente discrepância entre os resultados não significativos da ANOVA e as diferenças significativas encontradas nas comparações post-hoc pode ser atribuída às diferentes sensibilidades estatísticas dos testes aplicados, quando considerados em conjunto, sugerem que, não haja evidência estatística para efeitos principais, de interação ou da covariável idade. Estudos futuros, com maior número de participantes e métodos mais rigorosos, poderão aprofundar a compreensão dessas relações e, quem sabe, revelar novas variáveis que influenciem as respostas aos diferentes protocolos de alongamento. |
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PublicationBotti, Matheus Rossivirtual::17933Nascimento, Iramar Baptistella Do2025-08-20T18:27:27Z2024BOTTI, Matheus Rossi. <b>Efeito agudo do alongamento dinâmico e estático no salto vertical em atletas adolescentes de voleibol</b>. 2025. Dissertação (Programa de Pós-Graduação em Ciências do Movimento Humano) - Udesc, Florianópolis, 2024. Disponível em: https://repositorio.udesc.br/handle/UDESC/22749. Acesso em: insira aqui a data de acesso ao material. Ex: 18 fev. 2025.https://repositorio.udesc.br/handle/UDESC/22749No cenário mundial, o voleibol é uma modalidade popular e se estabelece em alto nível de desempenho e por se tratar de uma modalidade sem contato entre os oponentes, é considerado um jogo que exige maior vigorosidade, movimentos rápidos e com inúmeros saltos em todas as direções. Para compreender melhor a mecânica do salto vertical e sua importância no voleibol, é fundamental analisar os movimentos que o compõem, bem como, estratégias que auxiliam seu desempenho. A literatura aponta que o alongamento dinâmico está relacionado a evolução da performance explosiva e o alongamento estático, quando realizado imediatamente antes da atividade física, pode diminuir a potência muscular. Este estudo tem como objetivo geral verificar o efeito agudo do alongamento dinâmico e estático no salto vertical, rigidez muscular e padrão de movimento em atletas adolescentes de voleibol. Portanto, foram desenvolvidos dois estudos, sendo o primeiro de característica teórica, com o objetivo de revisar, de forma sistemática, a literatura científica sobre os principais desfechos e intercorrências relacionados com salto vertical, alongamento estático e dinâmico e atletas de voleibol, através da identificação e seleção de artigos nas bases de dados Web of Science, Scopous, PubMed/MEDLINE, Literatura Latino-Americana do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), SPORTDiscus e Embase. Já, o segundo estudo se caracteriza como um estudo experimental cruzado, randomizado em dois braços de pesquisa, grupos A e B. Os participanetes da amostra foram 20 atletas da categoria de base do voleibol da cidade de Itajaí/SC, indivíduos maiores de 12 anos e menores de 18 anos. No grupo 1 foi realizado alongamento dinâmico e no grupo 2 alongamento estático, em que o desfecho principal foi a altura do salto vertical e a rigidez dinâmica do músculo reto femoral e semitendíneo. Como desfecho secundário, considerou-se a capacidade funcional e a qualidade do movimento. As variáveis quantitativas foram apresentadas por meio de médias e desvios-padrão. Para análise da normalidade dos dados foi aplicado o teste Shapiro-Wilk. Para análise pré-intervenção e pós-intervenção, em dois grupos não pareados, foi utilizado a ANOVA de medidas repetidas de dois fatores e seguidas de testes post hoc de Bonferroni. Foi adotado o nível de significância de 5% (p<0,05) em todos os testes. A aparente discrepância entre os resultados não significativos da ANOVA e as diferenças significativas encontradas nas comparações post-hoc pode ser atribuída às diferentes sensibilidades estatísticas dos testes aplicados, quando considerados em conjunto, sugerem que, não haja evidência estatística para efeitos principais, de interação ou da covariável idade. Estudos futuros, com maior número de participantes e métodos mais rigorosos, poderão aprofundar a compreensão dessas relações e, quem sabe, revelar novas variáveis que influenciem as respostas aos diferentes protocolos de alongamento.109 f.Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessDesempenho esportivoAlongamentoVoleibolSalto verticalEfeito agudo do alongamento dinâmico e estático no salto vertical em atletas adolescentes de voleibolinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesis-1porreponame:Repositório Institucional da UDESCinstname:Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)instacron:UDESCFlorianópolisPrograma de Pós-Graduação em Ciências do Movimento HumanoCEFIDPrograma de Pós-Graduação em Ciências do Movimento HumanoAcesso restritoCiências da SaúdeOn the world stage, volleyball is a popular sport and has established itself at a high level of performance and because it is a sport without contact between opponents, it is considered a game that requires greater vigor, fast movements and numerous jumps in all directions. . To better understand the mechanics of the vertical jump and its importance in volleyball, it is essential to analyze the movements that make it up, as well as strategies that help its performance. The literature points out that dynamic stretching is related to the evolution of explosive performance and static stretching, when performed immediately before physical activity, can reduce muscle power. This study has the general objective of verifying the acute effect of dynamic and static stretching on vertical jump, muscle stiffness and movement pattern in adolescent volleyball athletes. Therefore, two studies were developed, the first being theoretical in nature, with the aim of systematically reviewing the scientific literature on the main outcomes and complications related to vertical jump, static and dynamic stretching and volleyball athletes, through the identification and selection of articles in the databases Web of Science, Scopous, PubMed/ MEDLINE, Latin American Caribbean Literature in Health Sciences (LILACS), SPORTDiscus and Embase. The second study is characterized as a crossover experimental study, randomized into two research arms, groups A and B. The sample participants were 20 athletes from the base volleyball category in the city of Itajaí/SC, individuals over 12 years old. and children under 18 years of age. In group 1, dynamic stretching was performed and in group 2, static stretching was performed, in which the main outcome was the height of the vertical jump and the dynamic stiffness of the rectus femoris and semitendinosus muscles. As a secondary outcome, functional capacity and quality of movement were considered. Quantitative variables were presented using means and standard deviations. To analyze data normality, the Shapiro-Wilk test was applied. For pre-intervention and post-intervention analysis, in two unpaired groups, the Two-way repeated measures ANOVA followed by Bonferroni post hoc tests. A significance level of 5% (p<0.05) was adopted in all tests. The apparent discrepancy between the non-significant results of the ANOVA and the significant differences found in the post-hoc comparisons can be attributed to the different statistical sensitivities of the tests applied, when considered together, suggest that there is no statistical evidence for main, interaction or of the age covariate. Future studies, with a greater number of participants and more rigorous methods, may deepen the understanding of these relationships and, who knows, reveal new variables that influence responses to different stretching protocols.aefc3880-cf6a-4e1e-86ec-8a196595cb80virtual::17933-1aefc3880-cf6a-4e1e-86ec-8a196595cb80virtual::17933-1ORIGINALMatheus_Rossi_Botti_dissertacao.pdfMatheus_Rossi_Botti_dissertacao.pdfapplication/pdf2843713https://acad.repositorio-institucional-prod9.server.udesc.br/bitstreams/91259b2a-0794-44e5-a5f6-ea1c6fd79dca/download588e2b78e3dc43af2d513384851a32c1MD51trueAdministratorREADLICENSElicense.txtWritten by org.dspace.content.LicenseUtilstext/plain; charset=utf-81601https://acad.repositorio-institucional-prod9.server.udesc.br/bitstreams/ec28c8cc-48ba-4601-b4c3-5fdb4c9e04fa/download7e7f8753bca4ca4a71293e48cccc5abfMD52falseAnonymousREADTEXTMatheus_Rossi_Botti_dissertacao.pdf.txtWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.TikaTextExtractionFilter on 2025-08-21T06:02:03Z (GMT).Extracted texttext/plain102601https://acad.repositorio-institucional-prod9.server.udesc.br/bitstreams/95784c32-a619-4e3b-970b-595bf4dd6c9a/download9c6c91a19d0703f329e73653a00a6fdbMD53falseAdministratorREADTHUMBNAILMatheus_Rossi_Botti_dissertacao.pdf.jpgWritten by FormatFilter org.dspace.app.mediafilter.PDFBoxThumbnail on 2025-08-21T06:02:03Z (GMT).Generated Thumbnailimage/jpeg2894https://acad.repositorio-institucional-prod9.server.udesc.br/bitstreams/1c76142b-cfe6-4781-999e-94aa3ea5def8/download091ccb655c7a87fbc71e3c621cedd001MD54falseAdministratorREADUDESC/227492025-08-21T06:02:03.817Zhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/br/Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 Brazilrestrictedoai:repositorio.udesc.br:UDESC/22749https://acad.repositorio-institucional-prod9.server.udesc.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttps://pergamumweb.udesc.br/biblioteca/index.phpPRIhttps://repositorio-api.udesc.br/server/oai/requestri@udesc.bropendoar:63912025-08-21T06:02:03Repositório Institucional da UDESC - Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)false |
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No cenário mundial, o voleibol é uma modalidade popular e se estabelece em alto nível de desempenho e por se tratar de uma modalidade sem contato entre os oponentes, é considerado um jogo que exige maior vigorosidade, movimentos rápidos e com inúmeros saltos em todas as direções. Para compreender melhor a mecânica do salto vertical e sua importância no voleibol, é fundamental analisar os movimentos que o compõem, bem como, estratégias que auxiliam seu desempenho. A literatura aponta que o alongamento dinâmico está relacionado a evolução da performance explosiva e o alongamento estático, quando realizado imediatamente antes da atividade física, pode diminuir a potência muscular. Este estudo tem como objetivo geral verificar o efeito agudo do alongamento dinâmico e estático no salto vertical, rigidez muscular e padrão de movimento em atletas adolescentes de voleibol. Portanto, foram desenvolvidos dois estudos, sendo o primeiro de característica teórica, com o objetivo de revisar, de forma sistemática, a literatura científica sobre os principais desfechos e intercorrências relacionados com salto vertical, alongamento estático e dinâmico e atletas de voleibol, através da identificação e seleção de artigos nas bases de dados Web of Science, Scopous, PubMed/MEDLINE, Literatura Latino-Americana do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), SPORTDiscus e Embase. Já, o segundo estudo se caracteriza como um estudo experimental cruzado, randomizado em dois braços de pesquisa, grupos A e B. Os participanetes da amostra foram 20 atletas da categoria de base do voleibol da cidade de Itajaí/SC, indivíduos maiores de 12 anos e menores de 18 anos. No grupo 1 foi realizado alongamento dinâmico e no grupo 2 alongamento estático, em que o desfecho principal foi a altura do salto vertical e a rigidez dinâmica do músculo reto femoral e semitendíneo. Como desfecho secundário, considerou-se a capacidade funcional e a qualidade do movimento. As variáveis quantitativas foram apresentadas por meio de médias e desvios-padrão. Para análise da normalidade dos dados foi aplicado o teste Shapiro-Wilk. Para análise pré-intervenção e pós-intervenção, em dois grupos não pareados, foi utilizado a ANOVA de medidas repetidas de dois fatores e seguidas de testes post hoc de Bonferroni. Foi adotado o nível de significância de 5% (p<0,05) em todos os testes. A aparente discrepância entre os resultados não significativos da ANOVA e as diferenças significativas encontradas nas comparações post-hoc pode ser atribuída às diferentes sensibilidades estatísticas dos testes aplicados, quando considerados em conjunto, sugerem que, não haja evidência estatística para efeitos principais, de interação ou da covariável idade. Estudos futuros, com maior número de participantes e métodos mais rigorosos, poderão aprofundar a compreensão dessas relações e, quem sabe, revelar novas variáveis que influenciem as respostas aos diferentes protocolos de alongamento. |
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