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Estudo de nanomembranas de PVA produzidas por dispositivo de eletrofiação portátil com potenciais aplicações in situ

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2023
Autor(a) principal: Santos, André Luiz dos
Outros Autores: 1990-
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/33523/001300000pck0
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.udesc.br/handle/UDESC/18209
Resumo: Dispositivos de eletrofiação portáteis apresentam algumas vantagens, como menor custo, melhor transportabilidade, facilidade de operação e flexibilidade no tamanho, formato e superfície de deposição, principalmente para aplicações in situ, como curativos, liberação de fármacos e cosméticos. Para estas aplicações na área da saúde, no intuito de evitar comprometer a cicatrização de feridas ou apresentar toxicidade a células, a eletrofiação de soluções poliméricas com solventes orgânicos tóxicos pode ser evitada com o uso de polímeros solúveis em água, colaborando para uma eletrofiação mais verde, ainda que apenas uma pequena gama de polímeros seja hidrossolúvel. Neste trabalho foram produzidas nanomembranas a partir de soluções aquosas de poli(álcool vinílico) (PVA), variando em valores de viscosidade (21,6 a 1131,5 mPa.s) sob a ação de diferentes campos elétricos na faixa de 1 a 1,6 kV/cm, através de um protótipo de dispositivo de eletrofiação portátil desenvolvido (labmade) e de um equipamento de eletrofiação convencional de bancada, a título de comparação e validação do dispositivo portátil. Adicionalmente foi estudada a viabilidade de adição de resveratrol (RSV) (ativo farmacológico) quando da adição de 0,25% m/m nas soluções aquosas de PVA e eletrofiado pelo dispositivo portátil. As soluções foram analisadas por viscosimetria rotacional e condutimetria, enquanto a morfologia das nanomembranas eletrofiadas foram avaliadas por microscopia eletrônica de varredura com emissão de campo (FEG-SEM) e de transmissão (TEM). Os materiais também foram avaliados por difratometria de raios-X (DRX), espectroscopia de infravermelho por transformada de Fourier (FTIR), termogravimetria (TG) e calorimetria diferencial de varredura (DSC). Os resultados mostraram que o dispositivo portátil possibilitou a eletrofiação de membranas compostas por fibras, sem defeitos e com diâmetro médio na escala nanométrica de 142,1 a 181,9 nm, largura de deposição 3,4 a 7,4 cm a partir de soluções com viscosidades entre 117,6 e 688,8 mPa.s sendo estes resultados similares aos obtidos com o dispositivo de bancada comercial. Os resultados de DRX, FTIR, TG e DSC mostraram que as propriedades da nanomembrana eletrofiada não apresenta diferença significativa com relação ao PVA no estado de pó
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