Negritude em cena: a presença negra nas peças 5 Minutos e Não Corre, Menino!
| Ano de defesa: | 2023 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
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Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.udesc.br/handle/UDESC/17862 |
Resumo: | A pesquisa pretende refletir sobre o paradoxo do corpo negro em cena, em sua relação com o público teatral. Ela parte do pressuposto que a imagem dos corpos negros no Brasil, e em alguns países de Latinoamérica, está naturalizada em um lugar sociopolítico, de submissão, de ameaça, de dor e de revolta, categorizada pela raça. Este lugar social se apresenta e é tensionado nos eventos teatrais, sejam eles dramaturgias de uma escrita negra ou dramaturgias de uma escrita não-negra com a presença do corpo negro na cena. Para tal, o estudo investiga duas peças: 5 Minutos, do coletivo Inclassificáveis e Não corre, menino!, da Cia. Nosso Olhar. As duas obras são interpretadas pelo mesmo ator, o mesmo corpo negro, autor desta investigação. Dois monólogos que relatam realidades sistematicamente apagadas da história do Brasil. Em 5 minutos, um homem que está preso há 50 anos relata suas lembranças sobre as ditaduras civis-militares em Latinoamérica, em especial, no Brasil e no Chile. Em Não corre, menino!, uma criança de 12 anos, negra e residente em uma periferia urbana, nos conta como teve sua vida tirada pela polícia, uma das facetas do neoliberalismo necropolítico. A pesquisa procura as reverberações da dramaturgia do corpo negro nas duas encenações, utilizando-se dos registros das conversas com o público nos debates pós-apresentação e das observações do autor durante e após a apresentação das peças. É o percurso do autor que orienta a estrutura sob a qual o texto se apresenta: da consciência de um ator negro em Latinoamérica, passando pela construção de um teatro emergencial, para situar-se local e historicamente como parte do Teatro Negro existente na Região metropolitana de Florianópolis, no sul do Brasil. Desta forma, a dissertação espera contribuir para o debate sobre as encruzilhadas dos teatros negros no que se tem chamado de teatro brasileiro. |
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