O mundo segundo o mito: o perspectivismo ameríndio e a virada ontológica

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2023
Autor(a) principal: Campelo, Wendel de Holanda Pereira
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade do Estado do Amazonas
Brasil
UEA
Programa de Pós-Graduação em Ciências Humanas
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://ri.uea.edu.br/handle/riuea/1829
Resumo: This work seeks to contribute to the debate on the so-called ontological turn in philosophy and anthropology, particularly with regard to reality or with the world in itself, instead of an approach that only favours categories such as language, cognition, culture, etc. From this perspective, the focus of this work is the mythical thought of the Amerindian peoples, and discusses some problems raised in the work A inconstância da alma selvagem (2002) and Metafísicas Canibais (2018) by Viveiros de Castro, in dialogue with authors such as Danowski (2014) and Meillassoux (2008). Specifically, this research seeks to offer an ecology of knowledge between materialist ontology, associated with science in hegemonic terms, and Amerindian perspectivism, linked to the mythology of indigenous peoples. In this way, it was argued that Amerindian thought is promising as an ontology and an epistemology capable of meeting the requirements of a post-abyssal and cosmopolitical thought.
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spelling O mundo segundo o mito: o perspectivismo ameríndio e a virada ontológicaThe world according to myth: Amerindian perspectivism and the ontological turnVirada ontológicaOntological turnPerspectivismo ameríndioAmerindian perspectivismMultinaturalismoMultinaturalismCosmopolíticaCosmopoliticsMitologia amazônicaAmazonian mythologyCiências HumanasCulturaThis work seeks to contribute to the debate on the so-called ontological turn in philosophy and anthropology, particularly with regard to reality or with the world in itself, instead of an approach that only favours categories such as language, cognition, culture, etc. From this perspective, the focus of this work is the mythical thought of the Amerindian peoples, and discusses some problems raised in the work A inconstância da alma selvagem (2002) and Metafísicas Canibais (2018) by Viveiros de Castro, in dialogue with authors such as Danowski (2014) and Meillassoux (2008). Specifically, this research seeks to offer an ecology of knowledge between materialist ontology, associated with science in hegemonic terms, and Amerindian perspectivism, linked to the mythology of indigenous peoples. In this way, it was argued that Amerindian thought is promising as an ontology and an epistemology capable of meeting the requirements of a post-abyssal and cosmopolitical thought.Este trabalho busca contribuir com o debate a respeito da chamada virada ontológica na filosofia e na antropologia, particularmente no que diz respeito à questão da realidade ou do mundo em si mesmo, ao invés de uma abordagem que simplesmente privilegia, no interior dessas áreas, categorias como linguagem, cognição, cultura etc. Neste sentido, o foco deste trabalho foi o pensamento mítico dos povos ameríndios, de modo que discutimos alguns problemas suscitados na obra A inconstância da alma selvagem (2002) e Metafísica canibais (2018) de Viveiros de Castro, em interlocução com autores como Danowski (2014) e Meillassoux (2008). Precisamente, esta pesquisa busca oferecer uma ecologia de saberes entre a ontologia materialista, associada à ciência em termos hegemônicos, e o perspectivismo ameríndio, vinculado à mitologia dos povos indígenas. Deste modo, argumenta-se que o pensamento ameríndio é promissor enquanto uma ontologia e uma epistemologia capaz de atender as exigências de um pensamento pós-abissal e cosmopolítico.Universidade do Estado do AmazonasBrasilUEAPrograma de Pós-Graduação em Ciências HumanasPinto, Ernesto Renan Melo de FreirasPinto, Ernesto Renan Melo de FreirasNeto, Agenor Cavalcanti de VasconcelosMedrado, Alice ParrelaCampelo, Wendel de Holanda Pereira2023-07-20T19:00:55Z2024-09-05T12:24:40Z2023-07-062023-07-20T19:00:55Z2023-03-31info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfCAMPELO, Wendel de Holanda Pereira. O mundo segundo o mito: o perspectivismo ameríndio e a virada ontológica. 2023. Dissertação. (Mestrado em Ciências Humanas). Universidade do Estado do Amazonas, Manaus, 2023.https://ri.uea.edu.br/handle/riuea/1829porALMEIDA, Mauro. Anarquismo ontológico e Verdade no Antropoceno. Revista Ilha, v. 23, n. 1, p. 10-29, 2021. ALMEIDA, Mauro. Caipora e outros conflitos ontológicos. Revista de Antropologia da UFSCAR, v. 5, n. 1, p. 7-28, 2013. ALMEIDA, Mauro. Guerras Culturais e Relativismo Cultural. Revista Brasileira de Ciências Sociais, [s.l.], v. 14, n. 41, p. 5-14, outubro, 1999. AZEVEDO, Dagoberto Lima. Agenciamento do mundo pelos Kumuã Ye'Pamahsã: o conjunto dos bahsese na organização do espaço Di'ta Nᵾhkᵾ. EDUA: Manaus, 2018. BARRETO, João Paulo Lima. Bahserikowi-Centro de Medicina Indígena da Amazônia: concepções e práticas de saúde. Amazônica-Revista de Antropologia, v. 9, n. 2, p. 594-612, 2018. BARRETO, João Paulo Lima et al Complementaridade e transformação Yepamahsã. 2021. BARRETO, João Paulo Lima. Kumuã na kahtiroti-ukuse: uma “teoria” sobre o corpo e o conhecimento-prático dos especialistas indígenas do Alto Rio Negro. EDUA: Manaus, 2021. BARRETO, João Paulo Lima. O mundo em mim: uma teoria indígena e os cuidados sobre o corpo no Alto Rio Negro. Editora mil folhas: Brasília, 2022. BARRETO, João Paulo Lima. Waimahsã: peixes e humanos. EDUA: Manaus, 2018. BARRETO, João Paulo Lima et al. Omerõ: constituição e circulação de conhecimentos Yepamahsã (Tukano). EDUA, Editora da Universidade Federal do Amazonas, 2018. BERKELEY, G. Obras filosóficas. Trad. Jaimir Conte. São Paulo: Editora da Unesp, 2010. CLASTRES, Pierre. A sociedade contra o Estado: pesquisas de antropologia política. Rio de Janeiro: F. Alves, 1978. FAUSTO, Carlos. Donos demais: maestria e domínio na Amazônia. Mana [online]. 2008, v. 14, n. 2, pp. 329-366. MARCONDES, Danilo. Iniciação à História da Filosofia: dos pré-socráticos a Wittgenstein. 8ª ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar editor, 2004. DANOWSKI, Deborah & VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. Há mundo por vir? Ensaio sobre os medos e os fins. São Paulo: ISA, Cultura & Barbárie, 2014. DELEUZE, G. & G., F. O que é filosofia? 2 ed. São Paulo: Editora 34, 1993. DELEUZE, G. & G., F. Introdução ao Rizoma. Mil Platôs Capitalismo e Esquizofrenia 2. Vol. 1. São Paulo: 2° edição 2011. DESCARTES, René. Meditações. In: Os Pensadores. Tradução de J. Guinsburg e Bento Prado Junior. São Paulo: Abril Cultural, 1983. DESCOLA, Philippe. Ecologia e cosmologia. Etnoconservação: novos rumos para a proteção da natureza nos trópicos. São Paulo: Hucitec, p. 149-164, 2000. GLOWCZEWSKI, Barbara. Indigenising anthropology with Guattari and Deleuze. Edinburgh University Press, 2019. FERNANDES, Jaime Moura (diákara). GAAPI Elemento fundamental de acesso aos conhecimentos sobre esse mundo e outros mundos. Dissertação de mestrado. Manaus: PPGAS-UFAM, 2018. FEYRABEND, Paul. Contra o Método. Tradução: Octanny S. da Mota e Leonidas Hegenberg. Rio de Janeiro, F. Alves, 1977. FOUCAULT, Michel. Em Defesa da Sociedade. Curso no Collège de France, 1975-1976. São Paulo: Martins Fontes, 2005. FOUCAULT, Michel. Microfísica do poder. Rio de Janeiro: Graal, p. 41-46, 2003. HOLBRAAD, Martin; PEDERSEN, Morten Axel. The ontological turn: an anthropological exposition. Cambridge University Press, 2017. HORTON, Robin. African Traditional Thought and Western Science. Part I. From Tradition to Science. Journal of the International African Institute, Vol. 37, No. 1, pp.50-71, 1967. HORTON, Robin. Patterns of thought in Africa and the West: Essays on magic, religion and science. Cambridge University Press, 1997. HUME, David. Investigações sobre o entendimento humano e sobre os princípios da moral. Trad. José Oscar de Almeida Marques. São Paulo: Editora UNESP, 2004. HUME, David. Tratado da natureza Humana. Trad. Déborah Danowski. São Paulo: Imprensa Oficial/Editora Unesp, 2001. INGOLD, Tim. Humanidade e animalidade. Revista Brasileira de Ciências Sociais, v. 28, n. 10, p. 39-53, 1995. KANT, Immanuel. A paz perpétua: um projeto filosófico. Editora Vozes, 2020. KANT, Immanuel. Crítica da Razão Pura. Crítica da razão pura. Trad. Fernando Costa Mattos. Petrópolis: Editora Vozes, 2015. KANT, Immanuel. (1988). Prolegômenos a Toda a Metafísica Futura. Trad. Artur Morão. Lisboa: Edições 70. KOPENAWA, Davi; ALBERT, Bruce. A queda do céu: palavras de um xamã yanomami. Editora Companhia das Letras, 2019. KOPENAWA, Davi; ALBERT, Bruce. O espírito da floresta. Companhia das Letras, 2023. KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Editora: Companhia das Letras, 2019. KRIPKE, Saul A. Naming and necessity. Harvard University Press, 1980. PÃRÕKUMU, Umusî. Antes o mundo não existia. São Gabriel da Cachoeira, FOIRN, 1995. PÃRÕKUMU, Umusí; KEHÍRI, Toramu. Antes o mundo não existia: Mitologia Desana-Kehiripõrã. Rio de Janeiro: Dantes, 2019. LATOUR, B. Jamais fomos modernos. Rio de Janeiro: Ed. 34, 1994. LÉVI-STRAUSS, Claude. O pensamento selvagem. Campinas, SP: Papirus, 1989. LEIBNIZ, G. F. A monadologia. Discurso de metafísica e outros textos. In: Os Pensadores. Trad. Marilena Chauí. São Paulo: Abril Cultural, 1979. LIMA, Tânia Stolze. 1995. A Parte do Cauim. Etnografia Juruna. Tese de Doutoramento, PPGAS/Museu Nacional/UFRJ. LIMA, Tânia Stolze. 1996. “O Dois e seu Múltiplo: Reflexões sobre o Perspectivismo em uma Cosmologia Tupi”. Mana, 2(2), pp.21-47. LOCKE, J. Ensaio sobre o entendimento humano. Trad. Pedro Paulo Garrido Pimenta. São Paulo: Marins Fontes, 2012. MAIA, Gabriel Sodré. Bahsamori: o tempo, as estações e as etiquetas sociais dos Yepamahsã (Tukano). EDUA: Manaus, 2016. MEILLASSOUX, Quentin. Après la finitude: essai sur la nécéssité de la contingence. Paris, 2006. MEILLASSOUX, Quentin. After finitude: an essay on the necessity of contingency. London: Continuum, 2008. MEILLASSOUX, Quentin. Iteração, reiteração, repetição - Uma análise especulativa do signo desprovido de sentido. Tradução Ciro Lubliner; Revista Ecopós, Dossiê Realismo Especulativo, – v. 21, n. 2, 2018. PERINI-SANTOS, Ernesto. Desinformação, negacionismo e a pandemia. Filosofia Unisinos, v. 23, 2022. PLATÃO. A República. Trad. Carlos Alberto Nunes. 3 ed. Belém: EDUFPA, 2000. REZENDE, Justino Sarmento. A festa das frutas: uma abordagem antropológica das cerimônias rituais entre os Ʉtãpinopona (Tuyuka) do Alto Rio Negro. Tese de doutorado. Manaus: UFAM, 2021. RONEY, Thiago. O Drone de Yebá Buró: um poema cosmopolítico. Organização: Tenório Telles - Manaus: Editora Valer, 2022. SALGADO, Liliane Lizardo et al. Mutawarisá: benzimento entre os baré de São Gabriel da cachoeira-Alto Rio Negro. Dissertação de mestrado. PPGAS-UFAM: Manaus, 2017. SANTOS, Boaventura de Sousa. Para além do pensamento abissal: das linhas globais a uma ecologia de saberes. Novos estud. - CEBRAP, São Paulo, n. 79, p. 71-94, nov. 2007. STENGERS, Isabelle. A invenção das ciências modernas. Tradução de Max Altman. São Paulo: Editora 34, 2002. STENGERS, Isabelle. A proposição cosmopolítica. Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, Brasil, n. 69, p. 442-464, abr. 2018 VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. Claude Lévi-Strauss, fundador do pós-estruturalismo. Tempo Brasileiro, Rio de Janeiro, v.175, p. 05-31, 2008. VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. A Inconstância da Alma Selvagem e Outros Ensaios de Antropologia. São Paulo: Cosac & Naify, 1ª ed., 2002. VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. A Inconstância da Alma Selvagem e Outros Ensaios de Antropologia. São Paulo: UBU, 3ª ed., 2020. VIVEIROS DE CASTRO, EDUARDO. “Variações do corpo selvagem”. Youtube, 2015. Disponível em:<https://www.youtube.com/watch?v=neWz33m6dgI >. Acesso em 29/04/2023. VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. Metafísicas Canibais: elementos para uma antropologia estrutural. Presses Universitaires de France, 1ª ed., 2009. VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. 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