Criopreservação do sêmen canino com um diluidor à base de água de coco na forma de pó (ACP - 106®): efeito do tempo de equilíbrio e da taxa de descongelação
| Ano de defesa: | 2007 |
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| Orientador(a): | |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Estadual do Ceará
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://siduece.uece.br/siduece/trabalhoAcademicoPublico.jsf?id=47290 |
Resumo: | <p class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;">Devido ao crescente interesse de criadores de cães em resguardar o potencial genético daqueles animais de alto valor zootécnico e afetivo, vários pesquisador tem se dedicado ao estudo de técnicas que viabilizem a conservação de sêmen por longos períodos sem comprometer, no entanto, a sua capacidade de fertilização.Dessa forma, esse trabalho foi dividido em dois experimentos que tiveram como objetivo geral aperfeiçoar o protocolo de congelação do sêmen canino utilizando-se um diluidor a base de água de coco em p</span><span style="font-family: Arial;">ó (ACP-106®) e mais especificamente, no 1º experimento testou-se diferentes taxas de descongelação e, no 2º verificou-se o efeito do tempo de equilíbrio a 4ºC após a glicerolização. Para tanto, 20 ejaculados de 15 cães foram processados, sendo 10 para cada experimento. A fração espermática foi diluída em ACP-106® contendo 20% de gema de ovo e submetida ao resfriamento a 15ºC/40min e 4ºC/30 min. Posteriormente, o ACP-106® acrescido de gema de ovo e glicerol foi adicionado ao sêmen diluído (glicerolização). </span><span style="font-family: Arial;">No experimento 1 , a primeira alíquota foi descongelada a 37ºC/1min, a segunda a 75ºC/8s e a terceira a 55ºC/5s. No experimento 2, após a glicerolização, a primeira alíquota não foi equilibrada(G0h), a segunda o foi por 1h (G1h) e a terceira por 2h(G2h) para só então serem congelados. Foram avaliados os seguintes parâmetros: volume, concentração, motilidade, vigor, pH , morfologia, integridade acrossomal e teste hipoossmótico e no caso do experimento 2 foi realizado a CASA.Pela análise dos resultados do sêmen a fresco, observou-se que em ambos os experimentos os parâmetros avaliados apresentavam-se dentro da normalidade para a espécie canina. Com relação ao experimento 1 a motilidade pós-descongelação demonstrou uma diferença entre as três taxas de descongelação, sendo que a taxa de descongelação</span><span style="font-family: Arial;"> de 55ºC/5s apresentou os melhores resultados por até 30min após a descongelação. Com relação ao vigor as taxas de descongelação 55ºC/5s e 37ºC/60s foram as que apresentam os melhores resultados. No tocante as alterações morfológicas, acrossomas intactos, membranas funcionais e pH não houve diferenças entre os tratamentos. Para o experimento 2, após a descongelação, a motilidade total progressiva e espermatozóides com velocidade média de G2h foram superiores ao G0h, enquanto que o G1h não diferiu nem de G0h, nem de G2h. Na VAP médio e espermatozóides com velocidade rápida, o G2h foi superior ao G0h com 30min após a descongelação. O VAP rápido, bem como as alterações morfológicas, acrossomas intactos e pH não diferiram entre os grupos. Na termoresistência, houve uma queda a partir dos 30min para a maioria dos parâmetros. No teste hipoosmótico, o G2h foi melhor que o G0h e G1h não diferiu de nenhum dos dois. Em vista disso conclui-se que a melhor taxa de descongelação é a de 55ºC/5s e que para a congelação do sêmen canino, utilizando-se ACP-106</span><span style="mso-spacerun:'yes';font-family:Arial;mso-fareast-font-family:SimSun;">®</span><span style="mso-spacerun:'yes';font-family:Arial;mso-fareast-font-family:SimSun;">, deve-se incluir um tempo de equilíbrio de 2h após a glicerolização a 4ºC. Palavras-chave: sêmen, cão, criopreservação, tempo de equilíbrio, descongelação, ACP-106</span><span style="font-family: Arial; font-size: 13.3333px;">®.</span></p> |
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Criopreservação do sêmen canino com um diluidor à base de água de coco na forma de pó (ACP - 106®): efeito do tempo de equilíbrio e da taxa de descongelaçãoCão Ciências veterinárias Criopreservação Sêmen Tempo de Equilibrio<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Arial;">Devido ao crescente interesse de criadores de cães em resguardar o potencial genético daqueles animais de alto valor zootécnico e afetivo, vários pesquisador tem se dedicado ao estudo de técnicas que viabilizem a conservação de sêmen por longos períodos sem comprometer, no entanto, a sua capacidade de fertilização.Dessa forma, esse trabalho foi dividido em dois experimentos que tiveram como objetivo geral aperfeiçoar o protocolo de congelação do sêmen canino utilizando-se um diluidor a base de água de coco em p</span><span style="font-family: Arial;">ó (ACP-106®) e mais especificamente, no 1º experimento testou-se diferentes taxas de descongelação e, no 2º verificou-se o efeito do tempo de equilíbrio a 4ºC após a glicerolização. Para tanto, 20 ejaculados de 15 cães foram processados, sendo 10 para cada experimento. A fração espermática foi diluída em ACP-106® contendo 20% de gema de ovo e submetida ao resfriamento a 15ºC/40min e 4ºC/30 min. Posteriormente, o ACP-106® acrescido de gema de ovo e glicerol foi adicionado ao sêmen diluído (glicerolização). </span><span style="font-family: Arial;">No experimento 1 , a primeira alíquota foi descongelada a 37ºC/1min, a segunda a 75ºC/8s e a terceira a 55ºC/5s. No experimento 2, após a glicerolização, a primeira alíquota não foi equilibrada(G0h), a segunda o foi por 1h (G1h) e a terceira por 2h(G2h) para só então serem congelados. Foram avaliados os seguintes parâmetros: volume, concentração, motilidade, vigor, pH , morfologia, integridade acrossomal e teste hipoossmótico e no caso do experimento 2 foi realizado a CASA.Pela análise dos resultados do sêmen a fresco, observou-se que em ambos os experimentos os parâmetros avaliados apresentavam-se dentro da normalidade para a espécie canina. Com relação ao experimento 1 a motilidade pós-descongelação demonstrou uma diferença entre as três taxas de descongelação, sendo que a taxa de descongelação</span><span style="font-family: Arial;"> de 55ºC/5s apresentou os melhores resultados por até 30min após a descongelação. Com relação ao vigor as taxas de descongelação 55ºC/5s e 37ºC/60s foram as que apresentam os melhores resultados. No tocante as alterações morfológicas, acrossomas intactos, membranas funcionais e pH não houve diferenças entre os tratamentos. Para o experimento 2, após a descongelação, a motilidade total progressiva e espermatozóides com velocidade média de G2h foram superiores ao G0h, enquanto que o G1h não diferiu nem de G0h, nem de G2h. Na VAP médio e espermatozóides com velocidade rápida, o G2h foi superior ao G0h com 30min após a descongelação. O VAP rápido, bem como as alterações morfológicas, acrossomas intactos e pH não diferiram entre os grupos. Na termoresistência, houve uma queda a partir dos 30min para a maioria dos parâmetros. No teste hipoosmótico, o G2h foi melhor que o G0h e G1h não diferiu de nenhum dos dois. Em vista disso conclui-se que a melhor taxa de descongelação é a de 55ºC/5s e que para a congelação do sêmen canino, utilizando-se ACP-106</span><span style="mso-spacerun:'yes';font-family:Arial;mso-fareast-font-family:SimSun;">®</span><span style="mso-spacerun:'yes';font-family:Arial;mso-fareast-font-family:SimSun;">, deve-se incluir um tempo de equilíbrio de 2h após a glicerolização a 4ºC. Palavras-chave: sêmen, cão, criopreservação, tempo de equilíbrio, descongelação, ACP-106</span><span style="font-family: Arial; font-size: 13.3333px;">®.</span></p>Ver documento original.Universidade Estadual do CearáLucia Daniel Machado da SilvaMadeira, Victor Leão Hitzschky2008-03-10T00:00:00Z2007info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://siduece.uece.br/siduece/trabalhoAcademicoPublico.jsf?id=47290info:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da UECEinstname:Universidade Estadual do Cearáinstacron:UECE2008-03-10T00:00:00Zoai:uece.br:47290Repositório InstitucionalPUBhttps://siduece.uece.br/siduece/api/oai/requestopendoar:2008-03-10T00:00Repositório Institucional da UECE - Universidade Estadual do Cearáfalse |
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