Da moral na liberdade individual em John Locke

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2007
Autor(a) principal: Arndt, Eva Maria Gomes Soares
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual do Ceará
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://siduece.uece.br/siduece/trabalhoAcademicoPublico.jsf?id=47044
Resumo: O presente tem como objetivo analisar como Locke conjetura a moral ser capaz de demonstração. Constatou-se que para ele a moral é um fenômeno social, pois diz respeito as idéias de felicidade ou bem-estar social que cada povo adota para si. Buscou-se inicialmente conhecer como as idéias de liberdade, vontade, entendimento e prazer são articuladas pelo autor. Após estas considerações, procurou-se uma conexão entre os aspectos metafísicos da filosofia lockiana com as idéias de apropriação ampliada e a lei de natureza, cujo objetivo foi demonstrar que não encontra-se conexões entre estes dois princípios. Após estas considerações analisou-se sua proposição que a moral é tão capaz de demonstração como a matemática. Inferimos que por meio de seus conceitos de idéias complexas - de modos, substânciais e relações - a moral pode ser demonstrada. Considerando que para ele, as idéias de relações requer formularmos padrões ou modelos mediante o qual as coisas possam ser equiparadas; igualmente com a moral devemos estabelecer modelos ou padrões pelos quais possamos perceber quando uma ação individual e particular se excede ou se iguala ao requerido. Isto é, de que forma o factual está proporcional ao normativo. Para formulação destes modelos a mente não parte de nenhum objeto da natureza, mas, de si mesma, assim estes modelos criados pela mente só tem a si mesmos como arquétipos, neste caso não ocorre dúvida na demonstração, pois a palavra que os designa contém em si mesma tanto a essência real como a nominal. Assim sendo, os modos mistos, são menos propensos a dúvidas do que nossas idéias de substâncias em que a essência real e nominal não são mesmas. Palavras-chave: moral, social, demonstração, idéias de relação, idéias de modos mistos.
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