Hipertrofia Muscular no Treinamento de Forca: Influencia da Proteina da Dieta

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2003
Autor(a) principal: Barbosa, Emilio Cesar e Silva
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://siduece.uece.br/siduece/trabalhoAcademicoPublico.jsf?id=29226
Resumo: O presente estudo teve como objetivo revisar os aspectos fisiologicos, metabolicos e de bioenergetica do treinamento de força para hipertrofia muscular, buscando elucidar a implicaçao das proteinas e dos aminoacidos no treinamento de força (dieta(s) apropriada(s); recomendaçoes nutricionais que mantenham o Balanço nitrogenado positivo ou em equilibrio; e o uso de suplementaçao proteica). A pesquisa trata-se de uma revisao bibliografica onde se constatou que a hipertrofia e um fenomeno ligado a aspectos, tais como: nutriçao, genetica, metabolismo, treinamento entre outros e que o ganho liquido de massa muscular, tambem pode se dar por possiveis processos Hiperplasticos (aumento do n° de fibras musculares), devido a atuaçao de celulas satelites e muito provavelmente pela expressao genica da Miostatina. Relacionando-se os fatores metabolicos e nutricionais, viu-se que uma dieta balanceada perfaz o equilibrio de nutrientes a hipertrofia, apesar do discreto aumento na oxidaçao de aminoacidos. Em vegetarianos restrito pode havercarencias de nutrientes (vitaminas, minerais e adequadas), menor digestibilidade e biodisponibilidade de aminoacidos, possivelmente, pela sua composiçao aminoacidica e por fatores antinutricionais presentes nesse tipo de dieta. A suplementaçao proteica concorre para um debate controverso, pois o que se propaga não e condizente com a verdade das constataçoes cientificas. Entretanto, varios estudos apontam para aumento na analise proteica com suplementos a base de proteinas e carboidratos, e responsividade hormonal. Quanto as recomendaçoes de proteinas, verificou-se que 1,2 a 2 g/Kg/dia completa a manutençao do balanço nitrogenado, contrapondo-se aos valores das RDIs, subestimados para o treinamento de força. Conclui-se, por fim, que futuros estudos poderao esclarecer mais profundamente essa questao.
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