PARÂMETROS DOPPLERVELOCIMÉTRICOS DA ARTÉRIA TESTICULAR DE GATOS DOMESTICOS SUBMETIDOS A DIFERENTES PROTOCOLOS DE CONTENÇÃO QUÍMICA
| Ano de defesa: | 2016 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Estadual do Ceará
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://siduece.uece.br/siduece/trabalhoAcademicoPublico.jsf?id=83730 |
Resumo: | <div style=""><font face="Arial, Verdana"><span style="font-size: 13.3333px;">RESUMO</span></font></div><div style=""><font face="Arial, Verdana"><span style="font-size: 13.3333px;">Apesar da ultrassonografia já ser bastante utilizada na medicina veterinária, sua aplicabilidade na reprodução de gatos machos ainda é pouco estudada, sobretudo a ultrassonografia modo Doppler. Na rotina clínica, a indução da hipnose em felinos para procedimentos não invasivos é relativamente comum, sendo imprescindível para o manejo clínico de felinos silvestres. Alguns fármacos alteram os padrões cardíacos, contudo, não há estudos sobre as possíveis alterações que eles possam causar nos parâmetros dopplervelocimétricos da artéria testicular. Portanto, este trabalho teve como objetivos: 1) verificar a referência de normalidade de ecogenicidade e dopplervelocimétricos da artéria testicular de gatos em três regiões diferentes; 2) verificar a influência de fármacos utilizados para contenção química na avaliação dos parâmetros dopplervelocimétricos da artéria testicular de gatos, divididos em 2 experimentos. Foram realizados três exames ultrassonográficos em que os animais foram submetidos a três tratamentos distintos, denominados de A, B e C: contenção física (A), com aplicação de acepromazina-diazepam (B) e com cetamina-acepromazina-diazepam (C). Para o experimento 1 foi utilizado apenas o tratamento A, enquanto que no experimento 2 foram utilizados os tratamentos A, B e C. A ultrassonografia Doppler foi usada para mensurar os seguintes parâmetros da artéria testicular em três diferentes regiões (supratesticular distal, marginal e intratesticular): velocidade de pico sistólico (VPS), velocidade diastólica final (VDF), índice de resistência (IR) e índice de pulsatilidade (IP). Os dados obtidos foram expressos em média e desvio padrão. No tratamento A, os resultados foram considerados significativos quando P < 0,05. A VPS das regiões supratesticular, marginal e intratesticular foram, respectivamente, 6,40 cm/s ± 1,88, 5,30 cm/s ± 1,16 and 5,39 cm/s ± 1,80. A VPS da região supratesticular foi maior do que na marginal (P < 0,05). A VDF das regiões supratesticular, marginal e intratesticular foram, respectivamente, 3,70 cm/s ± 1,03, 3,49 cm/s ± 1,07 and 3,38 cm/s ± 1,51. Os valores de IR e IP, respectivamente, foram: supratesticular (0,41 ± 0,10 e 0,55 ± 0,17), marginal (0,35 ± 0,16 e 0,44 ± 0,24) e intratesticular (0,40 ± 0,19 e 0,54 ± 0,31). Nenhum desses parâmetros mostrou diferenças entre as regiões, tampouco entre os tratamentos. A identificação das três porções da artéria testicular foi mais fácil quando os gatos estavam submetidos ao tratamento C, e as artérias intratesticulares foram as mais difíceis de capturar com o sinal Doppler colorido. Não houve diferença significativa de nenhum dos parâmetros dopplervelocimétricos entre os tratamentos A, B e C. Esses achados demonstram a importância da utilização da ultrassonografia Doppler para caracterizar o fluxo</span></font></div><div style=""><font face="Arial, Verdana"><span style="font-size: 13.3333px;">9</span></font></div><div style=""><font face="Arial, Verdana"><span style="font-size: 13.3333px;">sanguíneo da artéria testicular de gatos. Além do mais, os parâmetros dopplervelocimétricos diferem de acordo com a região da artéria testicular e a VPS é menor na marginal do que na região supratesticular. Além do mais, a utilização dos protocolos como contenção química não interferiu na avaliação Doppler da artéria testicular de gatos domésticos.</span></font></div><div style=""><font face="Arial, Verdana"><span style="font-size: 13.3333px;">Palavras-chave: Felino, Parâmetros dopplervelocimétricos, Artéria testicular, Cetamina, Acepromazina, Diazepam</span></font></div> |
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PARÂMETROS DOPPLERVELOCIMÉTRICOS DA ARTÉRIA TESTICULAR DE GATOS DOMESTICOS SUBMETIDOS A DIFERENTES PROTOCOLOS DE CONTENÇÃO QUÍMICAFelinos<div style=""><font face="Arial, Verdana"><span style="font-size: 13.3333px;">RESUMO</span></font></div><div style=""><font face="Arial, Verdana"><span style="font-size: 13.3333px;">Apesar da ultrassonografia já ser bastante utilizada na medicina veterinária, sua aplicabilidade na reprodução de gatos machos ainda é pouco estudada, sobretudo a ultrassonografia modo Doppler. Na rotina clínica, a indução da hipnose em felinos para procedimentos não invasivos é relativamente comum, sendo imprescindível para o manejo clínico de felinos silvestres. Alguns fármacos alteram os padrões cardíacos, contudo, não há estudos sobre as possíveis alterações que eles possam causar nos parâmetros dopplervelocimétricos da artéria testicular. Portanto, este trabalho teve como objetivos: 1) verificar a referência de normalidade de ecogenicidade e dopplervelocimétricos da artéria testicular de gatos em três regiões diferentes; 2) verificar a influência de fármacos utilizados para contenção química na avaliação dos parâmetros dopplervelocimétricos da artéria testicular de gatos, divididos em 2 experimentos. Foram realizados três exames ultrassonográficos em que os animais foram submetidos a três tratamentos distintos, denominados de A, B e C: contenção física (A), com aplicação de acepromazina-diazepam (B) e com cetamina-acepromazina-diazepam (C). Para o experimento 1 foi utilizado apenas o tratamento A, enquanto que no experimento 2 foram utilizados os tratamentos A, B e C. A ultrassonografia Doppler foi usada para mensurar os seguintes parâmetros da artéria testicular em três diferentes regiões (supratesticular distal, marginal e intratesticular): velocidade de pico sistólico (VPS), velocidade diastólica final (VDF), índice de resistência (IR) e índice de pulsatilidade (IP). Os dados obtidos foram expressos em média e desvio padrão. No tratamento A, os resultados foram considerados significativos quando P < 0,05. A VPS das regiões supratesticular, marginal e intratesticular foram, respectivamente, 6,40 cm/s ± 1,88, 5,30 cm/s ± 1,16 and 5,39 cm/s ± 1,80. A VPS da região supratesticular foi maior do que na marginal (P < 0,05). A VDF das regiões supratesticular, marginal e intratesticular foram, respectivamente, 3,70 cm/s ± 1,03, 3,49 cm/s ± 1,07 and 3,38 cm/s ± 1,51. Os valores de IR e IP, respectivamente, foram: supratesticular (0,41 ± 0,10 e 0,55 ± 0,17), marginal (0,35 ± 0,16 e 0,44 ± 0,24) e intratesticular (0,40 ± 0,19 e 0,54 ± 0,31). Nenhum desses parâmetros mostrou diferenças entre as regiões, tampouco entre os tratamentos. A identificação das três porções da artéria testicular foi mais fácil quando os gatos estavam submetidos ao tratamento C, e as artérias intratesticulares foram as mais difíceis de capturar com o sinal Doppler colorido. Não houve diferença significativa de nenhum dos parâmetros dopplervelocimétricos entre os tratamentos A, B e C. Esses achados demonstram a importância da utilização da ultrassonografia Doppler para caracterizar o fluxo</span></font></div><div style=""><font face="Arial, Verdana"><span style="font-size: 13.3333px;">9</span></font></div><div style=""><font face="Arial, Verdana"><span style="font-size: 13.3333px;">sanguíneo da artéria testicular de gatos. Além do mais, os parâmetros dopplervelocimétricos diferem de acordo com a região da artéria testicular e a VPS é menor na marginal do que na região supratesticular. Além do mais, a utilização dos protocolos como contenção química não interferiu na avaliação Doppler da artéria testicular de gatos domésticos.</span></font></div><div style=""><font face="Arial, Verdana"><span style="font-size: 13.3333px;">Palavras-chave: Felino, Parâmetros dopplervelocimétricos, Artéria testicular, Cetamina, Acepromazina, Diazepam</span></font></div>Universidade Estadual do CearáLUCIA DANIEL MACHADO DA SILVAMOTA, GUSTAVO LOBATO2019-05-07T15:26:17Z2016info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://siduece.uece.br/siduece/trabalhoAcademicoPublico.jsf?id=83730info:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da UECEinstname:Universidade Estadual do Cearáinstacron:UECE2019-05-07T15:26:17Zoai:uece.br:83730Repositório InstitucionalPUBhttps://siduece.uece.br/siduece/api/oai/requestopendoar:2019-05-07T15:26:17Repositório Institucional da UECE - Universidade Estadual do Cearáfalse |
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