Avaliacao da Temperatura, Umidade e Vacinacao In Ovo Naincubacao Artificial de Ovos de Codornas Janp
| Ano de defesa: | 2008 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://siduece.uece.br/siduece/trabalhoAcademicoPublico.jsf?id=48732 |
Resumo: | A incubação artificial é um dos pontos fundamentais para a manutenção e expansão da cotumicuitura. Esta pesquisa teve como objetivo estudar fatores que podem influenciar no desempenho da incubação artificial de ovos de codornas, tais como a temperatura, umidade relativa e a vacinação in ovo. Foram realizados três experimentos. O primeiro verificou os efeitos de diferentes temperaturas de incubação sobre a eclodibilidade, peso ao nascer, tempo de nascimento e mortalidade embrionária. Foram usados 800 ovos divididos em oito grupos experimentais e incubados em diferentes temperaturas (34, 35, 36. 37, 38, 39, 40 e 41°C). As demais condições de incubação foram idênticas para todos os grupos, 60±5% de umidade relativa e viragem a cada 2 horas até a transferência. No segundo verificou-se os efeitos da umidade relativa durante a incubação de ovos de codornas japonesas sobre a eclodibilidade, perda de peso do ovo, peso ao nascer e mortalidade embrionária. 300 ovos foram divididos em três tratamentos (n=100): baixa umidade (36,05±6,06%), umidade intermediária (52,25±4,99%) e umidade elevada (76,50±4,44%). As demais condições de incubação foram idênticas para todos os grupos, 37,5°C de temperatura e viragem a cada 30 minutos até a transferência. O terceiro experimento avaliou os efeitos dos procedimentos de vacinação m ovo na incubação artificial de codornas japonesas. Foi realizado um delineamento fatorial 4x4 com 17 tratamentos (4 dias de injeção x 4 protocolos de injeção, mais um grupo controle). As injeções foram realizadas nos dias O, 5, 10 ou 15 de incubação. Em cada dia, os ovos foram injetados com 4 protocolos diferentes: injeção de soro fisiológico com ou sem vedação da casca e injeção da vacina viva da doença de Newcastie (DN) com soro ou diluente industrial. Os ovos foram incubados a 37,5°C e 60% UR. Todos os ovos e codornas nascidas foram pesados. Os ovos não eclodidos foram submetidos ao embriodiagnóstico- As codornas nascidas foram criadas para coleta de sangue e avaliação de títulos de anticorpos contra o vírus da DN. O resultados mostraram que a eclodibilidade foi maior para os ovos incubados a 37 e 38°C 76,67 e 80,76%, respectivamente. Os ovos incubados a 34°C não eclodiram, a 35 e 41°C apresentaram eclodibilidade muito baixa. As outras temperaturas proporcionaram eclodibilidade entre 50,33 e 57,73%. Os pesos ao nascer foram elevados nos grupos incubados em temperaturas altas (38-41°C) em relação aos de temperaturas baixas (35-37°C). Observou-se uma relação inversamente proporcional de temperatura e tempo de incubação até 39°C. Os embriões foram resistentes a altas temperaturas até 40°C na fase inicial da incubação, já nos estágios finais com altas temperaturas (39-41°C) houve elevados índices de mortalidade embrionária. Os ovos de codornas incubados em baixa umidade apresentaram alta eclodibilidade (79%) quando comparada a eclodibilidade dos grupos incubados em umidade intermediária e elevada. A perda de peso dos ovos foi, respectivamente, 11,96% 8,94% e 4,89% para baixa,intermediária e elevada umidade de incubação. O peso ao nascer foi influenciado pelas diferentes umidades de incubação. Os resultados demonstraram que a inoculação em si (soro com/sem vedação) não foi prejudicial para os ovos com 10 e 15 dias de incubação. Verificou-se que a vacinação in ovo com o vírus vivo da DN (cepa HB1) não é recomendada para ovos férteis de codorna em nenhuma idade do embrião, devido aos elevados índices de mortalidade embrionária e pouca resposta de anticorpos após o Nascimento. Palavras-chave: temperatura, umidade, vacinação in ovo, codorna japonesa, ovos |
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Avaliacao da Temperatura, Umidade e Vacinacao In Ovo Naincubacao Artificial de Ovos de Codornas JanpAvicultura Codorna japonesa (Ovos) Temperatura UmidadeA incubação artificial é um dos pontos fundamentais para a manutenção e expansão da cotumicuitura. Esta pesquisa teve como objetivo estudar fatores que podem influenciar no desempenho da incubação artificial de ovos de codornas, tais como a temperatura, umidade relativa e a vacinação in ovo. Foram realizados três experimentos. O primeiro verificou os efeitos de diferentes temperaturas de incubação sobre a eclodibilidade, peso ao nascer, tempo de nascimento e mortalidade embrionária. Foram usados 800 ovos divididos em oito grupos experimentais e incubados em diferentes temperaturas (34, 35, 36. 37, 38, 39, 40 e 41°C). As demais condições de incubação foram idênticas para todos os grupos, 60±5% de umidade relativa e viragem a cada 2 horas até a transferência. No segundo verificou-se os efeitos da umidade relativa durante a incubação de ovos de codornas japonesas sobre a eclodibilidade, perda de peso do ovo, peso ao nascer e mortalidade embrionária. 300 ovos foram divididos em três tratamentos (n=100): baixa umidade (36,05±6,06%), umidade intermediária (52,25±4,99%) e umidade elevada (76,50±4,44%). As demais condições de incubação foram idênticas para todos os grupos, 37,5°C de temperatura e viragem a cada 30 minutos até a transferência. O terceiro experimento avaliou os efeitos dos procedimentos de vacinação m ovo na incubação artificial de codornas japonesas. Foi realizado um delineamento fatorial 4x4 com 17 tratamentos (4 dias de injeção x 4 protocolos de injeção, mais um grupo controle). As injeções foram realizadas nos dias O, 5, 10 ou 15 de incubação. Em cada dia, os ovos foram injetados com 4 protocolos diferentes: injeção de soro fisiológico com ou sem vedação da casca e injeção da vacina viva da doença de Newcastie (DN) com soro ou diluente industrial. Os ovos foram incubados a 37,5°C e 60% UR. Todos os ovos e codornas nascidas foram pesados. Os ovos não eclodidos foram submetidos ao embriodiagnóstico- As codornas nascidas foram criadas para coleta de sangue e avaliação de títulos de anticorpos contra o vírus da DN. O resultados mostraram que a eclodibilidade foi maior para os ovos incubados a 37 e 38°C 76,67 e 80,76%, respectivamente. Os ovos incubados a 34°C não eclodiram, a 35 e 41°C apresentaram eclodibilidade muito baixa. As outras temperaturas proporcionaram eclodibilidade entre 50,33 e 57,73%. Os pesos ao nascer foram elevados nos grupos incubados em temperaturas altas (38-41°C) em relação aos de temperaturas baixas (35-37°C). Observou-se uma relação inversamente proporcional de temperatura e tempo de incubação até 39°C. Os embriões foram resistentes a altas temperaturas até 40°C na fase inicial da incubação, já nos estágios finais com altas temperaturas (39-41°C) houve elevados índices de mortalidade embrionária. Os ovos de codornas incubados em baixa umidade apresentaram alta eclodibilidade (79%) quando comparada a eclodibilidade dos grupos incubados em umidade intermediária e elevada. A perda de peso dos ovos foi, respectivamente, 11,96% 8,94% e 4,89% para baixa,intermediária e elevada umidade de incubação. O peso ao nascer foi influenciado pelas diferentes umidades de incubação. Os resultados demonstraram que a inoculação em si (soro com/sem vedação) não foi prejudicial para os ovos com 10 e 15 dias de incubação. Verificou-se que a vacinação in ovo com o vírus vivo da DN (cepa HB1) não é recomendada para ovos férteis de codorna em nenhuma idade do embrião, devido aos elevados índices de mortalidade embrionária e pouca resposta de anticorpos após o Nascimento. Palavras-chave: temperatura, umidade, vacinação in ovo, codorna japonesa, ovosWilliam Cardoso MacielRomao, Josue Moura2008-11-27T00:00:00Z2008info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://siduece.uece.br/siduece/trabalhoAcademicoPublico.jsf?id=48732info:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da UECEinstname:Universidade Estadual do Cearáinstacron:UECE2008-11-27T00:00:00Zoai:uece.br:48732Repositório InstitucionalPUBhttps://siduece.uece.br/siduece/api/oai/requestopendoar:2008-11-27T00:00Repositório Institucional da UECE - Universidade Estadual do Cearáfalse |
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