Afetividade e corporeidade na ética de Benedictus de Spinoza

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2010
Autor(a) principal: Oliveira, Daniel Figueiredo de
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual do Ceará
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://siduece.uece.br/siduece/trabalhoAcademicoPublico.jsf?id=62062
Resumo: O foco principal desta pesquisa é a Ética de Benedictus de Spinoza, tendo como problemática, a afetividade enquanto pura atividade afetiva e a corporeidade como construção e afirmação do corpo. A análise dos principais conceitos da Ética, no que refere a afetividade e a corporeidade, revela as aproximações entre a dinâmica dos afetos e a afirmação do corpo, tendo como elemento agregador destas relações, a própria estrutura ontológica e passagem à uma política. Em um segundo momento a discussão acerca da singularidade e composição se torna importante, no sentido que, as manifestações corporais esboçam o andamento de nosso conhecimento das causas, desencadeando assim, a discussão acerca do Bem e do Mal e da efetivação da liberdade. No último ponto de nossa pesquisa, transito nos conceitos spinozistas, partindo do corpo afirmado como modo finito da substância absolutamente infinita, assim como, existente e potencializador de novos encontros e existências afetivas e corporais. Portanto, a afetividade e a corporeidade serão discutidas, tendo como plano de fundo, a dinâmica dos afetos e a afirmação do corpo, assim a construção de si torna-se necessária e potencializante, transferindo e atravessando potências, realizando-se numa realidade totalmente suscetível e possibilitadora dos encontros potencializantes. Palavras-chave: Spinoza, afetividade, corporeidade, potência.
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